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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Death To All: Uma Experiência Única para Reviver os clássicos Spiritual Healing e Symbolic

Divulgação

Por Paula Butter

O legado de Death To All volta ao Brasil em 2026 para celebrar duas eras fundamentais do death metal: Spiritual Healing e Symbolic. A responsável pela turnê  “Symbolic Healing Tour 2026” no Brasil fica a cargo da Overload.

É inegável a importância do Death para o gênero Death Metal ganhar status de mainstream. Muito da popularidade da banda se deve ao seu criativo e carismático vocalista Chuck Schuldiner, que nos deixou cedo em 13 de dezembro de 2001, em virtude de um tumor cerebral. Mas, desde seu início em 1983 até seu fim em 1998, a banda contou em sua formação com vários músicos que contribuíram para o sucesso contínuo do grupo. Inclusive, temos vários ex-integrantes em bandas atuais de peso e já consolidadas no meio do Metal Extremo mundial.

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Anos após a era de ouro criativa do Death, que alguns (Me incluo nesse time) possuem até em fita K7, o projeto composto por alguns ex-integrantes do Death, batizado de Death To All, vem ao Brasil para celebrar duas eras fundamentais do Death Metal: Spiritual Healing e Symbolic. Com ex-integrantes do Death no palco, a turnê entrega execução impecável, peso, técnica e respeito absoluto à obra de Chuck Schuldiner. 

A força do Death To All reside principalmente na credibilidade e na trajetória de seus integrantes, três dos músicos do projeto fizeram parte da banda original em momentos decisivos de sua evolução, enquanto o vocalista e guitarrista Max Phelps foi escolhido por sua maturidade técnica e musical, capaz de sustentar esse repertório com respeito e personalidade.

@xchicanox / @igormirandasite

Na bateria, Gene Hoglan, um dos nomes mais reverenciados do metal extremo mundial. Conhecido como “The Atomic Clock” pela precisão quase mecânica de sua execução, ele integrou o Death em duas de suas fases mais icônicas, participando de Individual Thought Patterns (1993) e Symbolic (1995). Fora do Death, Hoglan construiu uma carreira lendária com bandas como Dark Angel, Testament, Strapping Young Lad e Dethklok, consolidando-se como referência absoluta no gênero.

@bel.santosfotografia

No baixo, Steve DiGiorgio esteve presente em Human (1991) e Individual Thought Patterns (1993), ele foi um dos principais responsáveis pela sonoridade mais técnica, fluida e progressiva que marcou o Death nos anos 1990. Além disso, DiGiorgio integrou o Control Denied, último projeto concebido por Chuck Schuldiner, reforçando sua ligação direta e profunda com a visão artística do líder do Death.

@xchicanox / @igormirandasite

Na guitarra, Bobby Koelble representa a fase mais refinada e melódica da banda. Responsável pelas guitarras de Symbolic (1995), álbum frequentemente citado como o ápice criativo do Death, Koelble também trouxe uma abordagem sofisticada, com forte senso harmônico e influência de sua formação acadêmica em música. Sua forma de tocar contribuiu decisivamente para o caráter progressivo e emocional desse disco. No Death To All, ele desempenha um papel essencial ao preservar a estrutura, os arranjos e a identidade das composições originais.

@xchicanox / @igormirandasite

Finalmente, assumindo a tarefa mais sensível do projeto, Max Phelps, responsável pelos vocais e guitarras, função intimamente associada à figura de Chuck Schuldiner. Integrante da banda Exist e colaborador do Cynic em apresentações ao vivo, Phelps foi escolhido não por tentar imitar Chuck, mas justamente pelo oposto: sua capacidade de interpretar o material com fidelidade, técnica e sensibilidade. Ele mantém a essência das músicas, respeitando suas nuances e complexidades, sem recorrer a caricaturas ou tentativas de substituição simbólica.

@xchicanox / @igormirandasite

Essa combinação de músicos resulta em um projeto que vai além de um simples tributo. O Death To All se sustenta como uma celebração legítima do legado de Chuck Schuldiner, unindo experiência histórica, excelência técnica e profundo compromisso artístico com uma das discografias mais importantes do metal extremo.

Informações:

A turnê Death To All “Symbolic Healing Tour 2026” passará pelo Brasil em Janeiro de 2026 com datas em Porto Alegre, no Bar Opinião (20/01), Curitiba, no Tork N’ Roll (21/01), Limeira, no Mirage (23/01), São Paulo (24/01) e Belo Horizonte (25/01). Os ingressos estão à venda em plataformas como Sympla e Clube do Ingresso. 

20/01 – Porto Alegre, Bar Opinião –https://bileto.sympla.com.br/event/111427

21/01 – Curitiba, Tork N' Roll –https://www.clubedoingresso.com/evento/deathtoall-curitiba

23/01 – Limeira, Mirage –https://www.circleofinfinityproducoes.com/deathtoall/

24/01 – São Paulo, Carioca Club –https://www.clubedoingresso.com/evento/deathtoall-saopaulo

25/01 – Belo Horizonte, Mister Rock – https://www.clubedoingresso.com/evento/deathtoall-belohorizonte

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