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sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Behemoth: Entre a Revolta e a Reinvenção

Por Pedro Delgado (Rato de Show)

O mês de maio deste ano foi marcado por diversos lançamentos aguardados no mundo do metal, entre Ghost Bath, Rivers of Nihil, …And Oceans, The Callous Daoboys, Bury Tomorrow, dentre outros. Mas talvez nenhum tenha sido tão aguardado dentro do veio do metal extremo quanto The Shit Ov God, simbólico 13º álbum de estúdio dos pecaminosos do Behemoth.

Mestres do blackened death metal, os poloneses vêm há mais de três décadas causando todo tipo de incômodo e polêmica, seja entre a comunidade cristã e as pessoas em geral, seja dentro da própria comunidade do metal, entre críticos, haters e uma legião de fãs que acompanha fielmente o incansável trabalho liderado por Adam “Nergal” Darski e sua trupe: Orion (baixo), Inferno (bateria) e Seth (guitarra) nas apresentações ao vivo.

Sobre “ao vivo”, vale lembrar que a banda chega a São Paulo neste próximo dia 28 de setembro trazendo a turnê The Unholy Trinity, junto aos mestres do death metal, o Deicide, e o projeto solo do polonês, Nidhogg. A passagem ocorre no Terra SP, e os ingressos podem ser adquiridos clicando aqui.

O sucessor de Opvs Cvntra Naturem (2022) veio com um desafio estético, uma vez que a banda é possivelmente a que mais consegue aplicar um senso comercial à sua identidade visual, tornando cada trabalho do Behemoth algo perturbadoramente belo e apelativo. No entanto, para muitos olhos (e ouvidos), havia uma expectativa sonora, vindo de um álbum que dividiu opiniões e que, para muitos, não trouxe nada de impactante em contrapartida a um acervo passado de renome.

Um mal que, invariavelmente, as grandes bandas acabam por sofrer ao longo de sua carreira, recorrentemente sendo aprisionadas em suas próprias obras de outrora, especialmente quando estas são consideradas o magnus opus, como é o caso, por exemplo, de The Satanist (2014). Neste ponto, The Shit Ov God já chegou enfrentando, num primeiro olhar, as críticas ao seu conceito, que, sendo o bom e velho antagonismo aos dogmas cristãos, parecia vir na forma de uma revolta juvenil pela maneira com que o título se encarrega.

Escolhas artísticas à parte, vale o destaque para a arte da capa que logo de cara surpreende (em não surpreender) pela mistura entre uma crueza e uma beleza que, até mesmo através de sua tipografia, consegue tornar harmônico um nome tão desarmônico. A segunda surpresa ao olhar para a obra se dá em sua duração: oito músicas que mal totalizam 40 minutos, algo que imediatamente faz pensar sobre os direcionamentos e sentidos sonoros que serão tocados a cada faixa.

Iniciando com The Shadow Elite, a primeira impressão é de algo afiado, agressivo e direto, quintessencialmente Behemoth, com aquele refrão chiclete que é praticamente possível visualizar um ensandecido público berrando a todo pulmão: “We are the shadow elite / Nós somos a elite das sombras”.

Aqui, vale o destaque para o trabalho de bateria de Inferno, trazendo todo o peso e ritmo com um toque etéreo e dissonante puxado pelas guitarras. Um começo forte, um começo marcante e um já conhecido, uma vez que a faixa representa um dos três singles lançados previamente. Na sequência, Sowing Salt é revelada, dando um leve gosto de que talvez a banda tenha algumas surpresas prontas: um som mais visceral, com guitarras rápidas dando agilidade e dinamismo, despontando ainda em gritos infernais de Nergal junto a um belo solo. Menos comercial, especialmente quando comparada à anterior e às duas seguintes: The Shit Ov God e Lvciferaeon.

Para quem dificilmente não teve um primeiro contato com The Shit Ov God antes do lançamento do álbum, seus primeiros segundos podem soar perturbadoramente hipnotizantes. Isso porque, diferentemente das duas primeiras músicas, os primeiros 8 segundos, contendo apenas a voz de Nergal em plena agoniante fúria, constroem perfeitamente toda a tensão do grande autointitulado que certamente é o hino do disco. Curiosamente, a música mais acessível, simplesmente tudo nela parece grudar: do refrão aos riffs e batidas, é aquela música feita para você se pegar cantarolando aleatoriamente, sendo também a soma do que os críticos mais ferrenhos da banda exatamente expressam seu incômodo sobre.

Neste mesmo eixo, Lvciferaeon, terceiro e último single lançado, acaba por desempenhar um papel levemente semelhante, talvez uma mescla entre os outros dois singles. Você tem novamente essa fórmula chiclete e da tensão, somadas a uma agressividade e melodia em um crescente solo. Com isso, tão rápido chegamos à metade do álbum e à sensação de um trabalho que parece repetir as fórmulas daquilo que dá certo e que vem dando destaque e alcance para o Behemoth a nível global, mas que justamente parece ser o que deixa um fã mais exigente insatisfeito. Mas é precisamente em seu lado B que o álbum realmente se revela e onde as coisas começam a ficar verdadeiramente interessantes.

Novamente deixando sua marca, as batidas frenéticas de Inferno, somadas à dissonância das guitarras de Seth e Nergal, trazem To Drown the Sun in Wine. A música é puramente uma pauleira do começo ao fim, com pouco espaço para respiro, e, nestes poucos momentos, ainda somos levados a toda uma tensão construída, que finaliza em um coro abafado pela voz agonizante de Androniki Skoula, mezzo-soprano no que parece ser o início de uma colaboração que não surpreenderia se ocorresse novamente.

Nomen Barbarvm, sexta faixa, chega então de forma rústica e cavernosa, com direito a coros em hebraico e uma música cheia de melodia, com um eu-lírico poético, contestador e dual. Destaque também para as linhas graves de baixo de Orion e talvez o solo mais marcante do álbum, refletindo o quanto neste segmento o Behemoth parece fazer um aceno ao passado, brincando e adicionando camadas e texturas para além daquilo que sabe dar certo.

Elementos estes que persistem em O Venvs, Come!, música que já inicia em uma doce e metalizada melodia, sendo também a maior do álbum. Mais contida, cadenciada, porém crescendo com o tempo, um som quase ritualístico que a cada estrofe ganha espaço, com elementos de corais que certamente fazem desta a música mais maquiavelicamente “tranquila”, porém longe de ser menos impactante.

E tão rapidamente chegamos a Avgvr (The Dread Vvltvre), faixa de encerramento, música mais recente até a data desta resenha a ganhar seu videoclipe e também a música com mais “v”’s em seu título. Fantasmagórica e atmosférica, parece trazer diferentes elementos de outras faixas, fazendo de si quase que uma ópera infernal. Destaque mais uma vez para a participação de Androniki, que, em sua sutileza, eleva a música, assim como as linhas de baixo. Temos várias camadas ao longo da faixa, que aos poucos se silenciam até restarem as vozes agonizantes junto a acordes limpos, quebrados pelo derradeiro momento da última crescente que finaliza o álbum ao som de um violão que, junto ao fade out e à chegada de seu silêncio, parece colocar a obra em perspectiva e convidar o ouvinte à reflexão.

Um álbum que certamente tem seu lado comercial, mas que ao mesmo tempo parece buscar fazer um aceno a uma era passada. O Behemoth mostra que ainda há algumas cartas em sua manga e que é possível, sim, explorar e revisitar elementos, deixando o indagamento sobre qual poderia ser o caminho a seguir. Sim, o álbum não é um The Satanist, mas certamente se mostra marcante, de uma banda que continua a pregar seu evangelho macabro e a tentar assumir a difícil missão de se reinventar e soar fresca dentro de uma temática explorada há mais de três décadas. Dificilmente a parte que mais salta aos olhos deverá ser vista em palco, mas com certeza será uma ótima adição aos próximos setlists.

E, aproveitando, é válida a lembrança novamente de que o Behemoth desembarca no Brasil ainda neste mês de setembro com sua turnê The Unholy Trinity, junto aos convidados Deicide (EUA) e Nidhogg (POL), preparando-se para trazer toda a fúria aos palcos brasileiros, que concentram uma grande legião de fãs por todo o país, em promoção ao seu novo álbum, The Shit Ov God.

Confira abaixo mais informações sobre as datas e locais.


SERVIÇO – BEHEMOTH

Behemoth/Deicide/Nidhogg em Curitiba/PR

Data: 19/09/2025 (sexta-feira)

Abertura da casa: 18h00

Local: Tork ‘n Roll – Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba

Ingressos: https://fastix.com.br/events/behemoth-e-deicide-curitiba


Behemoth/Deicide/Nidhogg em Brasília/DF

Data: 21/09/2025 (domingo)

Abertura da casa: 18h

Local: Toinha Brasil Show – SOF Sul Q.09 Conj. A Lote 05/08, 71215-246 Guará, Brasília-DF

Ingressos: https://fastix.com.br/events/behemoth-e-deicide-brasilia


Behemoth/Deicide/Nidhogg em Belo Horizonte/MG

Data: 23/09/2025 (terça-feira)

Abertura da casa: 18h

Local: Mister Rock – Av. Tereza Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte – MG

Ingressos: https://fastix.com.br/events/behemoth-e-deicide-belo-horizonte


Behemoth/Deicide/Nidhogg no Rio de Janeiro/RJ

Data: 26/09/2025 (sexta-feira)

Abertura da casa: 18h

Local: Sacadura 154 – R. Sacadura Cabral, 154 – Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: https://fastix.com.br/events/behemoth-e-deicide-rio-de-janeiro


Behemoth/Deicide/Nidhogg em São Paulo/SP

Data: 28/09/2025 (domingo)

Abertura da casa: 18h

Local: Terra SP – Av. Salim Antônio Curiati, 160 – São Paulo

Ingressos: https://fastix.com.br/events/behemoth-e-deicide-sao-paulo

domingo, 16 de novembro de 2014

Behemoth Em Novo Hamburgo - O Show do Ano no RS


No dia 06/11, o Teatro FEEVALE, em Novo Hamburgo, no Vale dos Sinos, foi palco do show do ano aqui no Rio Grande do Sul. Um dos maiores nomes do Metal Extremo atual, o BEHEMOTH, trouxe a turnê THE SATANIST ao Brasil e o pontapé inicial, se deu na capital nacional do calçado.


Mas uma dúvida ainda pairava no ar, afinal, o local escolhido para o evento é um dos melhores Teatros do país. E convenhamos, shows de Metal, ainda mais, de uma vertente mais brutal e extrema, são raros e, por aqui, ainda não havia acontecido. Como seria assistir a um show dessa vertente do Metal, em cadeiras confortáveis? A resposta viria logo em seguida.


Logo na chegada, a recepção, informações e acomodações se mostraram excelentes. Isso mostra que independente do público, o respeito e educação devem prevalecer. Ponto mais que positivo para a organização do evento.


Exatamente no horário marcado (mais um ponto positivo a se ressaltar), a DYING BREED sobe ao palco para executar aquele Death Metal old school, influenciado por nomes como Morbid Angel, Entombed, Cannibal Corpse, etc. Foramada por Leonardo Schneider (vocal), Ariel Boesing e Felipe Nienow (guitarras), Fabrício Bertolozi (baixo) e Diego Pereira (bateria), a banda trouxe toda garra e violência inerentes ao estilo, aliando o peso das guitarras ao vocal gutural e, mostrando que apesar de relativamente “nova”, a experiência dos músicos faz a diferença. Um set brutal, que foi bem mais do que um aquecimento para a atração principal. Prova que, em se tratando de Metal Extremo, estamos mais do que bem representados!


Setlist – DYING BREED:

SENTENCE TO DEATH;
KILL THE BETRAYER;
AN EYE FOR AN EYE;
PSYCHOTIC;
CORPORAL RITES;
CAST IN STONE;
BATALLION OF HELL


Após um pequeno intervalo, sobem ao palco Márcio Makbo (produtor) e Renato Gimli Sanson (Assessor de Imprensa) para agradecer a presença do público e chamar ao palco a grande atração da noite. Foi então que, os cerca de 800 headbangers presenciaram a volta, dez anos após a primeira passagem pelas terras gaúchas, de uma das maiores bandas da cena atual.


Cercado por polêmicas, o BEHEMOTH estava de volta! Enquanto Inferno se posicionava atrás de seu kit de bateria, Seth (guitarra) e Orion (baixo) ficaram um em cada lado, esperando pela entrada do líder e mentor do grupo. Nergal (vocal e guitarra) entra no palco empunhando duas tochas e de costas para o público.


Abrindo com Blow Your Trumpets Gabriel, o grupo levou o público ao delírio. Som, iluminação e clima perfeitos! Além de músicos de extrema qualidade, a banda conta com uma performance que tem muito traços teatrais, muito bem ensaiados e encaixados em cada faixa apresentada. Nergal, com toda a certeza, é um destaque a parte. Por mais que o restante do grupo seja acima da média e, que tenha uma movimentação de palco bastante dinâmica, o vocalista tem uma presença de palco fantástica, por vezes hipnótica.


 Abusando da brutalidade e também de uma técnica apurada, o grupo dá seqüência ao show com Ora Pro Nobis Lucifer, muito bem recebida pelo público, que, diga-se, de passagem, estava em total sintonia com a banda. Conquer All, Decade of Therion, As Above So Below e Slaves Shall Serve deram seqüência ao massacre sonoro e precederam um dos grandes clássicos do grupo: Christian To The Lions, um dos principais pontos do show, é a intensidade com que a banda executa suas músicas.


Um perfeito entrosamento, as variações de posicionamento dos músicos, a técnica estupenda do baterista Inferno, também devem ser ressaltados. Orion também merece destaque. Mas a presença de Seth se mostra fundamental ao grupo, pois além de excelente músico, a segunda guitarra deixa Nergal mais solto pelo palco para usar e abusar de sua teatralidade e criatividade. Nem parece que até pouco tempo atrás, o músico travou uma severa batalha contra a leucemia.


Ov Fire and the Void, Alas, Lord is Upon Me e a fantástica At the Left Hand ov God também se fizeram presentes num set que privilegiou obviamente o mais recente trabalho. O encerramento se deu com a execução de O Father, O Satan, O Sun! onde o grupo surgiu com as máscaras utilizadas na divulgação tanto do álbum como da turnê. Um encerramento pra ficar na memória de todos os presentes. Um show histórico.


Ficam aqui algumas considerações. O local escolhido para o show foi excelente. Tratamento dispensado ao público, acomodações, acústica, perfeitos. O único senão, talvez seja à distância da capital, mas que na realidade não serve como empecilho para quem realmente quisesse assistir ao show. Organização perfeita, principalmente no que se refere aos horários estabelecidos. Isso mostra um grande respeito pelo público. E também, os preços bastante acessíveis. Parabéns ao Márcio Makbo e ao Leonardo Schneider pela iniciativa e organização do evento! Afinal, o show do ano merecia uma estrutura como essa!


Setlist - BEHEMOTH:

BLOW YOUR TRUMPETS GABRIEL;
ORA PRO NOBIS LUCIFER;
CONQUER ALL,
DECADE OF THERION;
AS ABOVE SO BELOW;
SLAVES SHALL SERVE;
CHRISTIAN TO THE LIONS;
THE SATANIST;
OV FIRE AND THE VOID;
FUROR DIVINUS;
LUDZIE WSCHODU;
ALAS, LORD IS UPON ME;
AT THE LEFT HAND OV GOD;
CHANT FOR ESCHATON 2000;
O FATHER, O SATAN, O SUN!


Cobertura por: Sergiomar Menezes
Fotos: Felipe Pacheco
Edição/revisão: Renato Sanson




terça-feira, 4 de novembro de 2014

Behemoth em Novo Hamburgo/RS - Todas as Máscaras Cairão!


Dia 06/11 se aproxima e o Vale dos Sinos será palco de um show histórico.  Dez anos após pisar no palco do Bar Opinião, um dos grandes nomes da cena extrema atual, volta ao RS, desta vez no Teatro FEEVALE! Divulgando o sensacional álbum THE SATANIST lançado neste ano, os poloneses do BEHEMOTH desembarcam para mais uma turnê brasileira. E o pontapé inicial desta tour se dará em Novo Hamburgo.

Fundada em 1991 pelo seu líder e guitarrista NERGAL, e pelos ex- integrantes BAAL (bateria) e L. KAOS (guitarra) a banda já lançou 10 álbuns de estúdio, tendo maior destaque na década passada. No início, o grupo praticava um Black Metal bastante cru. Com o passar do tempo, o som foi se modificando até chegar ao Death Metal bastante técnico executado hoje em dia. Dono de uma sonoridade única, poucas bandas tem o prestígio alcançado pelo BEHEMOTH que agrada a todo fã de Heavy Metal.


Formada atualmente por Nergal (vocal e guitarra), Orion (baixo) e Inferno (bateria) (ao vivo, o guitarrista Seth completa a formação), a banda vem obtendo uma excelente repercussão com o mais recente álbum, THE SATANIST. Sempre envolto em polêmicas, não apenas em relação ao som, mas também pelo posicionamento sempre firme de Nergal no que tange as religiões, o excelente músico vive uma constante de situações adversas e superações. Em 2007, Nergal teve prisão decretada após rasgar uma bíblia em um show realizado na Polônia. Em 2010, o músico foi diagnosticado com leucemia, em um estágio bastante adiantado da doença, mas após um transplante de medula óssea, a recuperação se deu de forma bastante rápida. Por tudo que envolve a banda e pelos excelentes trabalhos lançados pelo grupo durante os últimos anos, o show, que vem cercado das melhores expectativas, tem tudo para ser um dos grandes eventos do ano no Rio Grande do Sul!

DyingBreed grande destaque na cena extrema gaúcha
A abertura do show ficará por conta da banda gaúcha de Death Metal, DYINGBREED. Oriunda de São Leopoldo, a banda conta com músicos experientes da cena gaúcha. Influenciada por nomes como Slayer, Morbid Angel, Napalm Death, Cannibal Corpse, Deicide, entre outros, o DYINGBREED pratica um som calcado nas raízes dos antigos Death e Thrash Metal. Composta por Leonardo Schneider (vocal), Felipe Nienow (guitarra), Ariel Boesing (guitarra), Fabrício Bertolozi (baixo) e Diego Pereira (bateria), a banda encontra-se no processo de gravação de seu primeiro full lenght, intitulado “Worship no One”. Mais uma grande banda extrema do nosso Hell Grande do Sul!



Serviço do show:

BEHEMOTH! "The Satanist Tour" em Novo Hamburgo!!

Abertura: DyingBreed - Death Metal

Confirme sua presença no evento: https://www.facebook.com/events/1495758817304712/?fref=ts

CRONOGRAMA:
20h - Abertura do Teatro Feevale
20:30h - DyingBreed
21:15h - BEHEMOTH
ATENÇÃO:
- Não será permitida a entrada após o início do show do Behemoth. Isso é norma do Teatro Feevale, então pedimos a todos para se organizarem e chegarem cedo.
- Não será permitido filmar ou fotografar o espetáculo.

 INGRESSOS - DISPONÍVEIS:
http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=36433

VALORES:
Plateia Baixa: R$ 80,00
Plateia Alta: R$ 70,00
Frisas: R$ 50,00
Balcão Nobre: R$ 40,00
Camarote: R$ 95,00

PONTOS DE VENDA (*sujeito a taxa de conveniência):

Web: http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=36433
Ingresso Rápido - Call Center - 4003-1212
De segunda a sábado, das 9h às 22h, e domingo, das 12h às 18h.
Telentrega Ingresso Show - (051) 8401-0555
De segunda a sexta-feira, das 9h às 19h.
Bilheteria do Teatro do Bourbon Country
Av. Túlio de Rose, 80 / 301 - Porto Alegre, RS.
De segunda a sábado, das 14h às 22h, e domingos e feriados, das 14h às 20h.
Bilheteria do Teatro Feevale
ERS-239, 2755 - Novo Hamburgo, RS.
A Bilheteria abre somente em dias de eventos, com antecedência de 2h do início.
Bourbon Shopping NH - Quiosque Teatro Feevale /2º andar
Novo Hamburgo - Centro - Av. Nações Unidas, 2001.
De segunda a sábado, das 12h às 22h.
Universidade Feevale - Campus II - Rua Coberta
ERS-239, 2755- Novo Hamburgo, RS - (51) 3271 1208
De segunda a sexta-feira, das 13h às 21h e sábados das 9h às 14h.
Agência Brocker Turismo - Gramado
Av. das Hortênsias, 1845 - Gramado, RS. - (054) 3286-5405
De segunda a sábado, das 9h às 18h30, e feriados, das 10h às 15h.


Matéria por: Sergiomar Menezes
Edição/revisão: Renato Sanson
Imagens: Divulgação