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| Joan Jett, pioneira que abriu muitas portas |
Muitas dificuldades, preconceito, discriminação, machismo... é... com certeza, se hoje em dia ainda existe certa resistência, na época em que pioneiras como as The Runaways, que viraram filme, e vale a pena conferir, e seu Rock and Roll enérgico, que revelou Joan Jett e Lita Ford, ou Suzi Quatro, com seu Glam Rock, então, nem se fala.
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| Suzy Quatro |
Graças a coragem e talento de mulheres como essas, hoje temos inúmeras artistas, sejam vocalistas, guitarristas, bateristas, tecladistas, produtoras... No atual cenário hoje é comum ter, além de bandas exclusivamente com membros femininos, integrantes mulheres nas mais diversas funções e nos mais diversos estilos.
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| Mariangela, do Tristania. |
Seja no Metal mais melódico ou na face mais extrema, elas estão ali, mostrando seu talento, garra e beleza.
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| Simone |
Para um estilo que era (ainda é, mas a participação hoje é muito maior e mais comum) predominantemente masculino, onde o preconceito, com relação até a presença feminina no público, era vista com maus olhos, aos poucos, os caminhos abertos por guerreiras como as Runaways,
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| Sharon |
(já imaginaram que sem elas, talvez muitas outras não teriam se aventurado? Joan Jett não teria imortalizado depois, uma música que se tornaria um dos maiores hits do Rock and Roll, a música "I Love Rock And Roll"), foram se expandindo, e elas foram invadindo cada vez mais o cenário.
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| Capa DVD DORO |
A baixista Jo Bench, do Bolt Thrower, e Sabina Classen, do HolyMoses, mostrando que também no Metal Extremo as mulheres podiam ditar as regras!
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| Sabina, inspiração para as "thrashers" |
As inglesas do Girlschool, que foram chamadas de "Motorhead de saias", a agressividade e atitude de Wendy O. Williams, o Hard/pop (ou Hair Metal) do Vixen, nos anos 80 elas foram se destacando e tomando cada vez mais seu lugar na cena.
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| Girlschool, o "Motorhead de saias" |
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| LIV |
E com o Gothic Metal, também o Symphonic Metal, trazendo a característica de ter os vocais femininos bem presentes, com bandas como Tristania, The Gathering, Nightwish, Within Temptation, e muitas outras, revelando gente como Tarja Turunen, Simone Simmons, Floor Jensen, Cristina Scabbia, Anneke...
E nos demais sub-estilos também a mulherada não deixou e não vem deixando pra menos, seja do Metal mais melódico ao mais extremo, como o o Black Metal da Astarte e o Death/Thrash do Arch Enemy, da poderosa Angela Gossow.
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| Angela Toda a Fúria ao vivo |
No Brasil, também temos vários exemplos, como Dani Nolden, à frente do Shadowside (que recentemente voltou de tour com o WASP), Hollines, Losna, A Sorrowful Dream, Andrea Palmieri (do Scars Souls), Daisa Munhoz (grande revelação do Soulspell e entrevistada pelo Road recentemente).
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| Dani |
E nós só temos que agradecer, e nos render ao talento e beleza dessas belas que são feras, e hoje, estão aí, mostrando para quem teve, ou ainda tem, a estupidez de dizer que o Rock Pesado, o Metal, não tinha lugar para as mulheres, esse negócio de "Clube do Bolinha", tô fora ! hehehehe!
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| Floor Floor ao vivo com o Revamp |
Não caberia aqui neste blog a homenagem que todas as mulheres merecem, ou muito menos seria possível citar todas as pioneiras ou todas as guerreiras da cena Rock/Metal . Então, independente do estilo musical que goste, seja uma Headbanger, uma guitarrista, uma fã, uma estudante, uma mãe, fica nossa singela homenagem com essa matéria dedicada a elas neste 8 de Março, dia internacional da MULHER.
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| Tarja |















