Mostrando postagens com marcador Death Angel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Death Angel. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de fevereiro de 2024

Setlists Summer Breeze Brasil - 24 - Parte 01

Por: Renato Sanson



Sabemos da correira do dia a dia dos tempos atuais e devido a isso, resolvemos trazer aqui os possíveis setlists dos shows da aguardada 2ª edição do festival SUMMER BREEZE BRASIL! E você confere a primeira parte deste especial agora mesmo! Podendo salvar e ouvir os sets das suas bandas preferidas \\m// Stay On The Road!


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Death Angel: Evolução Constante



Formado em meados dos anos 80 por integrantes descendentes de filipinos, e também eram primos, o Death Angel é cria da famosa Bay Area, de San Francisco, o berço do Thrash Norte Americano, e embora não tenha conseguido o mesmo êxito comercial de conterrâneos como Metallica e Megadeth, por exemplo, provavelmente por alguns problemas, como trocas constantes de formação, e alguns acidentes de percurso (incluindo um acidente literalmente, onde o baterista da época, Andy Galeon, se feriu gravemente, ficando um ano em recuperação) e essa busca constante em uma sonoridade diferente e agregando vários elementos mais melódicos, além de funk e jazz, mas certamente exerceu influência sobre integrantes dessas bandas e outras bandas de Thrash, pela sua sonoridade técnica e mais complexa, produzindo sempre material de qualidade.

A separação da banda em 1991, justamente quando estava em seu auge, tendo um hiato de 10 anos, também foi um fator determinante para que não figurassem num mesmo patamar que outras bandas da época, lembrando que foi uma das primeira a assinar com uma major, no caso a Geffen Records, com a qual lançaram o excelente "ACT III" (1990), mostrando muita diversidade e técnica


Depois do retorno em 2001, para o "Thrash of the Titans", evento para arrecadar fundos para o tratamento de Chuck Billy (Testament), que havia sido diagnosticado com câncer. O que era para ser apensa um show, acabou motivando o retorno, pela boa resposta do público. A banda assina com a Nuclear Blast e em 2004, mesmo ano em que toca no Wacken também, lança "The Art of Dying", e segue lançando material de qualidade, principalmente após 2009, onde estabilizou a formação que está até hoje e nos traz este "The Evil Divide", destacando o trabalho da dupla Cavestany e Osegueda, únicos remanescentes da formação dos anos 80 (Osegueda entrou em 84)

"The Evil Divide", que traz uma bela capa, a qual lembra o icônico cartaz do filme "Silêncio dos Inocentes", mostra que o Death Angel, assim como queria Rob Cavestany desde seu início,  é uma banda que não para de buscar novos elementos para o seu Thrash Metal intrincado, embora não viesse mais transitando tanto para elementos estranhos ao Metal, segue evoluindo sem perder sua principais características, e este novo álbum já traz novas surpresas e variações, em momentos mais limpos e técnicos, mas também o peso e agressividade do estilo estão sempre ali. Não esquecendo o conteúdo ácido das letras de Osegueda, que escreveu todas as letras, menos "The Moth", que foi escrita por Rob Cavestany. Uma das grandes duplas do Metal mundial.

Incrível como eles parecem se superar a cada álbum, e após o ótimo "The Dream Calls Blood" (2013), "The Evil Divide" não é menos que excelente. E respondi o porquê de achar isso no parágrafo anterior, eles simplesmente não param de buscar evolução e melhora em suas composições. "The Moth", a faixa de abertura é uma porrada Thrash naquele estilo Bay Area, alternando trechos velozes e diretos, com outros mais intrincados, e aqueles backing vocals e refrãos grudentos já característicos da banda; "Cause for Alarm", inicia com um baixo distorcido e veloz, abrindo caminho para o peso e velocidade, em riffs diretos, quase Hardcore, mas sempre havendo intervenções de pura técnica, ou seja, mesmo em músicas mais diretas, eles colocam elementos que jamais deixam a música repetitiva.

Se em "Act III" Castevany levou o Death Angel à caminhos mais ousados, desde o primeiro álbum após o retorno em 2001 a banda se restringiu mais a variar dentro do gênero, mas neste novo play já podemos encontrar novos elementos, como na excelente "Lost", que segue uma linha mais melodiosa, uma quase balada, com vocais muito expressivos de Osegueda. Ah sim, detalhe para algumas bases com mais groove. "Father of Lies" e "Hell to Pay" e "It Can be This" seguem por caminhos mais conhecidos do Thrash do grupo, sempre peso, velocidade e técnica, com a terceira apostando em mais cadencia.

"Hatred United/United Hate", tem excelentes e intrincados riffs, com mais melodias, trechos até próximos ao Melodic Death, e embora mais melódica, Osegueda não poupa fúria em seus vocais. A faixa reserva também muitos trechos instrumentais mais complexos e diferentes, além da participação de Andreas Kisser (Sepultura); "Break Away" é mais um bom Speed Thrash, com aqueles elementos de Hardcore, principalmente nos backing vocals; "The Electric Cell", é carregada de variações de andamento, destacando a cozinha bem quebrada da dupla Carrol/Sisson, principalmente na primeira parte, além dos sempre ótimos riffs e refrãos, que deixam as músicas sempre com aquele "gancho".



"Let the Pieces Fall", é uma aula de Thrash técnico e empolgante, com impressionante trabalho da dupla de guitarras Cavestany/Aguilar, escorada pelo peso e técnica da cozinha. O tantinho mais de ousadia ficou para o bônus, com a versão para "Wasteland", do The Mission, que ficou muito boa, ganhando, naturalmente mais peso, mas mantendo aquela aura soturna.

Fidelidade ao Thrash oitentista, mas sem ficar preso ao passado, ou datado, o Death Angel segue produzindo grandes álbuns, sem parar no tempo, pois enquanto muitas bandas daquela época acabaram mudando sua sonoridade, Cavestany, Osegueda e companhia souberam evoluir sem perder suas principais características. Para mim, o melhor álbum da banda desde o retorno em 2001, e superior ao que muitas contemporâneas suas, e de mais "renome", vêm lançando. Compre já!

Texto: Carlos Garcia

Ficha Técnica: 
Banda: Death Angel
Álbum: "The Evil Divide" (2016)
País: EUA
Estilo: Thrash Metal
Produção: Jason Suecof e Rob Cavestany
Selo: Nuclear Blast/Shinigami Records

Adquira o álbum na Shinigami

Line-Up:
Rob Cavestany: Guitarra
Mark Osegueda: Vocais
Ted Aguilar: Guitarra
Will Carrol:Bateria
Damien Sisson: Baixo


Track List:
The Moth
Cause for Alarm
Lost (clique no link e assista ao vídeo)
Father of Lies
Hell to Pay
It Can't be This
Hatred United/United Hate
Breakway
The Electric Cell
Let the Pieces Fall
Wasteland (Bônus)

Acesse os canais oficiais da banda:
Site Oficial
Facebook




sábado, 16 de outubro de 2010

Thrash Metal Bay Area: Death Angel Retribuindo Com Peso e Técnica


Death Angel é um dos grandes nomes da cena Thrash Metal da Bay Área, que engloba a cidade de São Franscisco nos EUA (confira a superedição da revista Roadie Crew nº 136) e que é berço dos maiores nomes do Tharsh Metal, um lugar praticamente santificado pela sua cena.



O grupo, que na sua primeira demo “Kill As One” (1986) contou com a ajuda de Kirk Hammet (Metallica, ex-Exodus) na produção, impressionou muito pela pouca idade de seus integrantes (a média era de uns 15 anos) e agressividade de suas músicas.

Vieram o primeiro disco “The Ultra-Violence” (1987), o segundo em 1988 (“Frolic Through the Park”) e “Act III” (1990) que colocaram o jovem grupo como uma das referências ao lado de seus ídolos como Metallica.



Porém, infelizmente, um acidente com o ônibus da banda (estou falando do Death Angel ainda, não confundindo com o acidente que matou Cliff Burton do Metallica) impossibilitou a recuperação rápida do baterista Andy Galeon e assim, encerraram as atividades por 11 anos, voltando com êxito.

Mas não há êxito maior que o novo disco da banda, que estava programado para 2011, mas saiu antes do previsto, para alegria dos fãs que esperavam material inédito dessa lenda do Thrash Metal.

O álbum chama-se “Relentless Retribution” (2010) e, de cara, impressiona. Tendo na formação Mark Osegueda (vocal), Rob Cavestany e Ted Aguilar (guitarra), Damien Sissom (baixo) e Will Carrol (bateria), o álbum é simplesmente perfeito!



Ao longo das 12 faixas temos o peso característico da banda, o puro Thrash Metal que Death Angel praticava desde sempre, mas com um toque de maturidade e técnica, que fazem do novo trabalho bastante superior em todos os sentidos aos anteriores. Podemos dizer que, se outras bandas que seguiram a carreira sem parar chegaram na sua maturidade nos anos 90, o Death Angel alcança esse patamar este ano com “Relentless Retribution”.

Canções como a faixa-título empolgam demais, é puro peso e riffs matadores, com certeza uma que os fãs estão mais curtindo. A faixa “Claws In So Deep” traz também os vocais do guitarrista Rob Cavestany, um dos maiores nome do Thrash e que criou grandes riffs para o disco.



Outros grandes destaques ficam para “Truce”, single do disco e baita performance do vocalista Osegueda. “Absence Of Light” chega a lembrar Metallica da fase inicial, com a construção perfeita do baterista recém integrado à banda Will Carrol e o baixista novo Damien Sissom. Também merece menção “Opponents At Side”, uma das mais diferentes do álbum, com bela melodia e um som mais cadenciado, “Volcanic” que é acústica e, definitivamente, bastante fora do álbum todo, mas o que não deixa de ser interessante.



Esse também será um marco para a banda e seus fãs brasileiros, já que pela primeira vez o grupo fará uma turnê sul americana (veja datas completas abaixo) cujos shows no Brasil acontecerão ainda este mês nas cidades de Curitiba (PR), São Paulo e Catanduva (SP).

Este inicio de década e o final da anterior (não sei se vocês perceberam, mas estamos acabando o primeiro ano da segunda década deste novo milênio) está sendo muito produtivo para o Thrash Metal, com muitas bandas que, se não conseguem fazer um disco tal qual nos anos 80/90, pelo menos estão renovadas e voltaram para ensinar às novas gerações como tocar o gênero musical que mais em baixa estava.

E uma dessas bandas é a Death Angel que nos brinda com um disco que é forte concorrente à um dos melhores lançamentos do Metal de 2010.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Ficha Técnica

Banda: Death Angel
Álbum: Relentless Retribution
Ano: 2010
País: EUA
Tipo: Thrash Metal

Formação

Mark Osegueda (Vocal)
Rob Cavestany (Guitarra e Vocal)
Ted Aguilar (Guitarra)
Damien Sissom (Baixo)
Will Carrol (Bateria)



Tracklist

01. Relentless Revolution
02. Claws In So Deep
03. Truce
04. Into The Arms Of Righteous Anger
05. River Of Rapture
06. Absence Of Light
07. This Hate
08. Death Of The Meek
09. Opponents At Sides
10. I Chose The Sky
11. Volcanic
12. Where They Lay

SOUTH AMERICA 2010

10.16.2010 Arequipa, Peru @ La Boveda
10.17.2010 Lima, Peru @ Barranco Bar
10.20.2010 Santiago, Chile @ Teatro Caupolican
10.21.2010 Buenos Aires, Argentina @ The Roxy Live
10.22.2010 Curitiba, Brazil @ John Bull Music Hall
10.23.2010 São Paulo, Brazil @ Clash Club
10.31.2010 Catanduva, Brazil @ Armazém do Café

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Ao Vivo e Agressivo: Death Angel



Um dos mais importantes grupos de Thrash Metal coroa a sua volta com um disco ao vivo.
Surgindo nos EUA ao lado de outros grandes nomes em São Francisco, o Death Angel é considerado uma das maiores influências de músicos como Cliff Burton (ex-Metallica). Até hoje é possível notar no som da banda as características do Thrash Metal da chamada Bay Area.

Esse ano passado trazem um disco ao vivo que representa muito o espírito da banda. “Sonic Beatdown (Live in Germany)” contêm 15 faixas que abarcam a carreira do grupo surgido nos anos 80.

Além de terem gravado num país notoriadamente conhecido pelo seu Power Metal (estilo que não bate muito com o Thrash), a banda parece estar num verdadeiro mosh, como se tivesse voltado no tempo com os fãs para uma época em que o Thrash Metal já foi o maior tipo de Metal no mundo.

Nunca fui em um show da banda, mas acredito que o álbum captou o espírito dela ao vivo. Músicas como os clássicos “Kill As One” e “The Ultra Violence” são a perfeição em música.

Interessante que a banda encerrou a carreira em 1990, justamente quando alçava voos cada vez maiores. Retornaram para alguns shows especiais em 2000, e em 2004 e 2008 lançam dois grandes discos inéditos, que revelam que a chama ainda permanece, pois é comum vermos muitas bandas ao longo dos anos abandonarem o Thrash Metal que costumavam fazer, como foi o Metallica e o Megadeth.

Mas o Death Angel não alcançou a mesma repercursão dessas bandas e, talvez, por isso não tenham abandonado o Thrash Metal mesmo quando a banda encerrou as atividades.

Ficha Técnica

Banda: Death Angelo
Álbum: Sonic German Beatdown
Ano: 2009
País: EUA
Tipo: Thrash Metal

Formação

Mark Osegueda (Vocal)
Rob Cavestany (Guitarras e Vocais)
Ted Aguilar (Guitarras)
Will Carroll (Bateria)
Sammy Diosdado (Baixo)


Tracklist

01.Intro
02.Seemingly endless time
03.Voracious souls
04.Mistress of pain
05.Ex Tc
06.3rd floor
07.Thrown to the wolves
08.5 steps of freedom
09.Thicker than blood
10.The devil incarnate
11.Disturbing the peace
12.Stagnant
13.The ultra violence
14.Bored
15.Kill as one