segunda-feira, 23 de agosto de 2010

BLACK COUNTRY COMMUNION: SUPERGRUPO! Hughes, Bonamassa, Bonham & Sherinian Juntos!!!



Supergrupo, supergrupo, supergrupo...não vem outra palavra na minha cabeça para este projeto, Black Country Communion (que está para lançar, em 20/09/2010, o seu debut, definido por Hughes como seu trabalho mais forte desde BURN!!! Ouça o single "One Last Soul" que abre nosso ROAD LIST desta semana e tenha um gostinho do CD).

Reunindo nada menos que Glenn Hughes(baixo e vocal), Joe Bonamassa(guitarra), Jason, o filho do Homem, Bonham (bateria) e Derek Sherinian (teclados), a banda é fruto de uma idéia que o produtor Kevin Shirley teve após ver Hughes e Bonamassa juntarem forças no palco, em Los Angeles, em novembro de 2009, detonando uma performance explosiva no evento “Guitar Center’s King of The Blues”. Shirley foi em frente e lançou a idéia a Jason Bonham e Derek Sherinian, finalizando a formação da banda.
O que esperar de uma formação dessas? Classic Rock, Hard, Blues, Alma, Musicalidade, canções geniais e um clássico contemporâneo.

Hughes, “a voz do Rock”, e seu estilo de “Hard, Soul e Funk Rock”, já tendo vendido mais de 100 milhões de álbuns, com mais 80 álbuns de ouro e platina, uma lenda que escreveu seu nome na história do Rock, tocando no Trapeze, Deep Purple e Black Sabbath, só pra citar alguns.


O Black Country Communion tirou seu nome da região industrial da “West Midlands”, Inglaterra, onde Hughes e Bonham nasceram e foram criados. Originalmente o nome da banda era Black Country, mas eles foram forçados a incluírem o “Communion”. “Bem, quando eu joguei no ‘Google’ a frase ‘existe uma banda chamada Black Country’, a resposta foi negativa, mas havia uma ‘Black Country Bash Band’. Então eu disse ‘ok, vamos nos chamar Black Country. É claro, Jason estava dando uma entrevista em Los Angeles, na TV, e logo depois recebemos uma carta desta banda de Baltimore, chamada Black Country.

Então nos últimos três meses nós estávamos tentando negociar um preço para comprar o nome deles, mas eles queriam meio milhão de dólares! Eu lhes disse, muito docemente, ‘vocês são umas porras de loucos!’. Então apenas adicionei a palavra ‘communion’ no fim, e se você olhar para esta palavra, não é um termo religioso, apenas queria ter uma vibração dos anos 60, uma bem sacada última palavra que soasse legal, e ‘communion’ é isto. Eu gosto da palavra ‘communion’. Se você também olhar para o logo, é ‘Black Country’ e na parte debaixo está o ‘Communion’. Eu estive trabalhando neste logo por três porras de meses”, conta o cantor ao site Espy Rock.

Bom, agora é segurar a ansiedade e esperar para conferir o trabalho completo, que está cercado das melhores expectativas e a responsabilidade desses caras é grande, um time desses tem que só marcar golaço!
Algumas faixas já podem ser conferidas no youtube, veja os links abaixo da matéria.

O tracklist do álbum é:

1. Black Country
2. One Last Soul
3. The Great Divide
4. Down Again
5. Beggarman
6. Song Of Yesterday
7. No Time
8. Medusa
9. The Revolution In Me
10. Stand (At The Burning Tree)
11. Sista Jane
12. Too Late For The Sun

VÍDEO ONE LAST SOUL

domingo, 22 de agosto de 2010

VENUS ATTACK: Preparando a Invasão!


A Banda Gaúcha, formada por Michael Polchowicz - voz(ex-Hangar), Jairo Borba - guitarra, Daniel Mueller - baixo, Renato Larsen - bateria e Thiago Marques - teclado, surgiu a partir da idéia do Guitarrista Jairo, que, no início de 2009, convidou Mike para tocar algumas covers, sendo que já haviam trabalhado juntos no projeto Journey Nights.

Mike, que estava até então um pouco afastado da cena, propôs que iniciássem uma nova Banda.Partiram então para buscar os demais companheiros para a empreitada.
Surge então a Venus Attack, já uma realidade na cena Metal Gaúcha e cercada de grandes expectativas pela qualidade e competência de seus integrantes.

Atualmente em processo de gravação do seu material próprio, a Banda já mostrou um pouco do que nos espera, um Metal moderno, pesado, mas sem perder a melodia, com Mike surpreendendo nos experimentos vocais, mas é nas partes mais melódicas que se mostra um vocalista acima da média.
Aguardem em breve no Blog, entrevista com o Venus Attack, adiantando várias novidades.

OUÇA AQUI O SINGLE S.O.S.

sábado, 21 de agosto de 2010

Taurus: A Volta do Thrash Metal Cantado em Português


Muito bom quando se pode ouvir um som calcado no Thrash Metal oitentista em pleno 2010, ano em que a banda carioca Taurus lança seu quarto disco, após hiato de 21 anos sem material novo.

A banda surge após a onda que foi o Rock in Rio em 1985, para no ano seguinte montar-se e logo começar a tomar conta do cenário underground do Rio de Janeiro. Em 1986 lançam “Signo de Taurus”, e dois anos após “Trapped in Lies” (1988), que marca a estréia da banda com letras em inglês. Um ano depois a banda lança “Pornography” (1989), mas se extingue.

Em 2007 seus álbuns são remasterizados e relançados em formado de CD e abrem o show da banda norte-americana Testament, iniciando uma turnê de volta aos palcos.

Para quem não os conhece, o grupo teve grande importância na cena Metal nacional nos anos 80, sendo um entre as poucas bandas que conseguiam lançar álbuns, a valorizar o Metal cantado em português, mesmo que acabem caindo na idéia de cantar em inglês nos discos posteriores.

Porém, nada melhor que uma volta de um grupo lendário cantando como no inicio: Thrash Metal oitentista (alá Exodus) cantado em português.

O quarto álbum do grupo chama-se “Fissura” (2010), e conta com 9 músicas que cantadas em português, embora pequenos trechos e dos títulos em músicas como “Let’s Cut” e “Fim da Linha”. Além das letras na sua língua natal, as letras tratam de temas relevantes aqui do nosso país e do mundo, desde o tráfico de drogas (e suas conseqüências) em “Dias de Cão”, “Lágrimas de Sangue” sobre o grande poder nas mãos dos ditadores, “Fanatismo” critica a absolutismo das religiões, “Desordem e Regresso” sobre a corrupção no país e a já citada “Let’s Cut” que trata do capitalismo e consumo desenfreado.

O som da banda está muito consistente, trabalhado para propor canções que unem peso e detalhes, especialmente nas guitarras de Cláudio Bezz, que realizou o melhor trabalho do disco. A cozinha da banda, formada pelo baixista Jeziel (que também faz vocais de fundo e foi o substituto de Otávio Augusto quando este deixou a banda) e o baterista Sérgio Bezz (irmão de Cláudio), que embora não se destaque, assegura as pontas muito bem.

Otávio canta como outrora. O retorno seu ao grupo também acaba sendo um dos responsáveis pelo som mais oitentista. Ainda carregando bastante do sotaque carioca, realiza bom trabalho mesmo que não apresente um vocal grave.

“Fissura” é um grande álbum de Thrash Metal, com grandes letras (apenas a faixa de abertura que ficou bastante fraca). Taurus retorna mais forte do que nunca. Percebe-se que o grupo está sendo investido, aparecendo em inúmeros anúncios e sites/revistas especializadas, o que é merecido, afinal, o quarto disco dos brasileiros é um álbum que une letras reflexivas e o peso que só o Thrash Metal dos anos 80 (realmente o original). Altamente indicado.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Ficha Técnica

Banda: Taurus
Álbum: Fissura
Ano: 2010
País: Brasil
Tipo: Thrash Metal (anos 80)

Myspace oficial: http://www.myspace.com/taurusofficial

Formação

Otávio Augusto (Vocal)
Cláudio Bezz (Guitarra)
Jeziel (Baixo e vocal de fundo)
Sérgio Bezz (Bateria)



Tracklist

1.Fissura
2. Dias de Cão
3. Mercenários
4. Let's Cut
5. Lágrimas de Sangue
6. Fim da Linha
7. Fanatismo
8. Desordem e Regresso
9. Pesadelo

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Enterrando o Passado: Novo Disco de Lacrimas Profundere


Quando se fala em Gothic Metal, muitas vezes temos a representação de uma música mais soturna, algo próximo ao Doom, mas com menos peso. Entretanto, essa característica que era a marca da banda alemã Lacrimas Profundere no inicio de sua carreira, perdeu-se totalmente nos três últimos trabalhos do grupo.

Embora ainda podendo ser classificado como Gothic Metal, a banda acrescentou muitos elementos Rock e tornou seu som muito mais acessível, seja positiva ou negativamente.


Se por um lado o grupo pode desenvolver um som mais de fácil assimilação (sem vocais guturais e passagens muito sombrias), também entrou no hall das bandas “góticas” que seguem uma linha mais comercial, com vocais graves tentando chegar a algo sedutor, letras que falam de amor (ou da falta dele), e demais clichês.

Mas, se pensa que estou aqui para detonar “The Grandiose Nowhere’ (2010), novo disco dos alemães, está enganado. Passei a acompanhar a banda desde quando começou a deixar de lado seus elementos mais pesados e sombrios, no disco “Burning: A Wish” (2001), até estourar mundialmente com “Ave End” (2004), álbum que assustou os fãs mais radicais, mas aproximou uma legião de pessoas que gostam de sons como The 69 Eyes ou Him, para citar as mais populares.


Particularmente, o som dessas duas bandas citadas não me agrada como agrada Lacrimas Profundere, a única do gênero em que sinto ânimo em ouvir. Especialmente nesse que é o sucessor do muito fraco (e forçado) “Songs For the Last View” (2008), a banda conseguiu, à exemplo do álbum de 2004, fazer um Gothic Metal empolgante, com riffs de guitarras e efeitos de teclados que empolgam, acredito que até mesmo quem não é muito chegado ao estilo.

Obviamente que o maior empecilho para se curtir muito mais a banda para aqueles que não gostam do Gothic, é o vocalista Rob Vitacca, que traz aquele vocal grave (clichê), mas que com certeza agradará aos que esperam um álbum com algumas características intocáveis. Completam a banda o líder e fundador Oliver Nikolas Schmid na guitarra, ao lado de Tony Berger (guitarra), Peter Kafka (baixo) e Korl Fuhrmann (bateria).


As 14 faixas não variam muito uma das outras, a banda mantendo a mesma fórmula em quase todas, o que pode ser considerado ruim ou não, dependendo de quem escuta. Eu como apenas ouvinte do grupo, não me importo que eles mantenham um som semelhante entre as músicas e, assim, não saberia destacar nenhuma faixa em especial.

Indico o disco aos ouvintes/fãs do grupo, bem como os “góticos” (ou semelhantes) que querem ouvir um som “dark” mas que seja empolgue (mas não à ponto de um headbanging). Ponto negativo é o visual dos caras, muito podre para uma banda que um dia tocou Doom Metal.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Ficha Técnica

Banda: Lacrimas Profundere
Álbum: The Grandiose Nowhere
Ano: 2010
País: Alemanha
Tipo: Gothic Metal

Formação

Rob Vitacca (Vocal)
Oliver Nikolas Schmid (Guitarra)
Tony Berger (Guitarra)
Peter Kafka (Baixo)
Korl Fuhrmann (Bateria)



Tracklist

1.Be Mine In Tears
2.The Letter
3.Lips
4.I Don't Care
5.Her Occasion Of Sin
6.A Plea
7.Not For Love
8.The Fear Of Being Alone
9.My Little Fear
10.Side
11.Dead Heart Serenade
12.No Matter Where You Shoot Me
13.All Is Suffering (bônus)
14.Of Words And Rain (bônus)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Ao Vivo no Wacken Open Air: Coroando a Volta do Immortal


Quando um dos maiores nomes do Black Metal norueguês toca, todos devem parar para ouvi-los, ainda mais quando o grupo resolve gravar sua apresentação em áudio e vídeo no maior festival de Metal do mundo, o cobiçado Wacken Open Air, na Alemanha.


Em 2007, um ano após o anúncio da volta do Immortal aos palcos (a banda encerrara uma carreira de 13 anos em 2003), e tendo ainda como último petardo o álbum de maior sucesso comercial da banda, o grande “Sons of Northern Darkness” (2002), a banda tocou no festival e lançou este mês (na Europa, setembro nos EUA) o CD/DVD “The Seventh Date Of Blashyrkh” (2010).


Falarei aqui do disco, já que não tive a oportunidade (ainda) de conferir o DVD. O álbum é simples, sendo o primeiro registro oficial do grupo, e contêm 11 faixas que tentam dar conta da carreira de, até aquela data, 17 anos e 7 discos lançados.

Vale dizer que poucas são as bandas que se arriscam em lançar material ao vivo dentro do Black Metal. Mas o Immortal já estava devendo isso aos fãs, pois são uns dos pais do gênero e realmente possuem um show empolgante, embora pouco interajam com o público nos intervalos da música, mas afinal, sabem que o que aqueles fãs extasiados queriam eram ver a banda na ativa novamente e tocando grandes clássicos.


O grupo lançou disco inédito ano passado, após 7 anos em material novo. A resenha do álbum “All Shall Fall” (2009) você pode conferir aqui.

Atualmente o trio é composto por Abbath (Guitarra e Vocal), Appolyon (Baixo) e Horg (Bateria), além do membro formador Demonaz, que devido à problemas com tendinite, não pode mais tocar com a banda, mas é responsável pelas letras do grupo.


O álbum ao vivo mostra uma banda perfeita na execução das músicas, com o espírito Black Metal à flor da pele e que presenteia aos fãs do gênero um som extremo de alta qualidade. Realmente são mestres na arte negra do Metal.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Ficha Técnica

Banda: Immortal
Álbum: The Seventh Date Of Blashyrkh
Ano: 2010 (gravado em 2007)
País: Noruega
Tipo: Black Metal

Formação

Abbath (Guitarra e Vocal)
Appolyon (Baixo)
Horg (Bateria)
Demonaz (Letras)



Tracklist

1. Intro
2. The Sun No Longer Rises
3. Withstand the Fall of Time
4. Sons of Northern Darkness
5. Tyrants
6. One by One
7. Wrath From Above
8. Unholy Forces of Evil
9. Unsilent Storms in the North Abyss
10. At the Heart of Winter
11. Battles in the North
12. Blashyrk (Mighty Ravendark)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Shaman: Voltando às Origens


A banda Shaman foi mais uma das bandas que surgiram após a saída de músicos reconhecidos da cena Metal de sua banda anterior. Aqui, no caso, a saída de três dos integrantes do Angra fizeram com que, nos dois primeiros álbuns do Shaman, tivéssemos mais pessoas do Angra do que na própria banda, que teve que recrutar 3 novos integrantes.


Porém, o Shaman não resistiu às mudanças. E de forma mais radical (mas menos dramática) do que ocorrera em 1999 com o Angra, a banda toda desmanchou-se, fazendo com que permanecesse apenas o baterista Ricardo Confessori (que retornou ao Angra).

Diante disso tudo, Confessori reformulou a banda e, contando com Tiago Bianchi nos vocais, Léo Mancine nas guitarras e Fernando Quesada no baixo, a banda se reformulou totalmente, lançando o abaixo da média esperada “Immortal” (2008).


O disco serviu para o grupo começar com turnês no Brasil, chegando a novos locais e inclusive se apresentando de forma acústica em alguns momentos. Entretanto, era visível que demoraríamos um bom tempo para ver o Shaman que esperávamos.

Eis que as coisas parecem estar melhorando. O novo disco dos brasileiros, lançado este ano e com o nome “Origins” (2010), é muito mais Shaman do que fora o disco da nova formação.



Ainda que não possa ser comparado com o debut da banda, o novo trabalho supera em muito o álbum anterior e se aproxima de “Reason” (2005), marcando a volta de alguns elementos perdidos de instrumentos latinos, e toda aquela atmosfera indígena, presente no primeiro disco. Não é a toa que o disco soa como uma volta às origens.


Obviamente que a coisa toda bate de frente com a formação inicial que contava com André Matos nos vocais, e os irmãos Mariutti na guitarra e baixo. Ou seja, grandes nomes do Metal nacional que agora se dedicam a carreira solo de Matos.

Porém, me agradou muito o novo trabalho, deixando-me feliz por esta banda estar voltando, dentro do possível, às suas origens. Não temos aqui baladas melosas como no álbum anterior, mas composições belas como “Finally Home”, minha preferida no disco, que traz backing vocals e uma sonoridade que nos remete aos discos do Angra com o Confessori e ao debut do Shaman.


Vale salientar o ótimo trabalho de Mancini na guitarra, além do trabalho sempre competente de Confessori. Aliás, este álbum usou e abusou do instrumento, incorporando mais o som, deixando-o mais consistente.

“Origins” conta com 11 faixas. Dez são composições próprias (e um cover cantado em japonês), contando com a introdução que nos leva uma das músicas mais Power Metal da banda, a ótima “Lethal Awakening”. O álbum é conceitual e conta a história de um personagem indígena que renega sua condição de guerreiro e sai em busca de si mesmo.

Destaques para a bela “Rising Up To Life”, grande dueto de Tiago e o piano. A pesada “Inferno Veil” também irá agradar e deve estar sendo executada nos shows dessa nova turnê nacional.

Para volta de vez ao clima original da banda, “Ego Pt. I” traz novamente o som de instrumentos indígenas, latinos até, lembrando o que o Tierramystica tem apostado muito. Mas a pequena faixa dá lugar a segunda parte. “Ego Pt II” é uma das melhores do disco e traz uma das melhores interpretações de Tiago.



Também merece especial destaque o papel do líder Confessori, que conseguiu tirar dessa formação a energia necessária que deve estar contida num disco do Shaman, grupo que nos foi tão caro e que prometia vôos ainda maiores.

Obviamente que ainda prefiro os dois primeiros disco da banda. Mas quem me conehce sabe que não sou saudosista. Na verdade, falta ainda algo a mais para que tenhamos um clássico do Pwoer Metal vindo de uma banda brasileira mais uma vez. “Ritual” (2002) provou ter se tornado. Vamos torcer que o lançamento do tão aguardado novo disco do Angra (que tem o mesmo baterista) não atrapalhe a ascensão desse grupo que nos representava muito bem e nos dava muito orgulho.

Stay on the Road


Texto: EddieHead

Ficha Técnica

Banda: Shaman
Disco: Origins
Ano: 2010
País: Brasil
Tipo: Power Metal

Formação

Ricardo Confessori (Bateria)
Tiago Bianchi (Vocal)
Léo Mancine (Guitarra)
Fernando Quesada (Baixo)



Tracklist

1. Origins (The Day I Died)
2. Lethal Awakening
3. Inferno Veil
4. Ego (Part I)
5. Ego (Part II)
6. Finnaly Home
7. Rising Up Your Life
8. No Mind
9. Blind Messiah
10. Signed, Sealed & Delivered
11. Kurenai (X-Japan Cover) (Bônus)