terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Clássicos: Regravado Disco de Estréia do Manowar


Os auto intitulados “Reis do Metal” do Manowar decidiram que 2010 seria um ótimo ano para comemorar o lançamento de seu primeiro e clássico disco de estréia “Battle Hymns”.

O ano era 1982 quando os ainda jovens e sarados (!?) membros do Manowar lançaram esse álbum que viria a se tornar um dos maiores discos do Heavy Metal tradicional.

Entretanto, ao invés de relançar o disco com alguma edição limitada, a banda e gravadora decidiram regravar o álbum na íntegra (!).

Isso não é totalmente original, já que outras bandas têm feito isso com os álbuns mais importantes de suas careiras. A questão é que com essa regravação, o mais legal é comparar as duas versões lançadas, a primeira já clássica e esta com mais tecnologia e melhor produção.

Lançado na pré-venda em formato digital (os fãs poderiam comprar por 10 dólares o disco incluindo a arte de capa e encarte), o disco concreto foi lançado no dia 26 de novembro na Europa e estará disponível ao resto do mundo apenas em 2011.

Rebatizado de “Battle Hymns MMXI” (2010), traz todas as oito músicas originais, regravadas por três dos quatro membros que o gravaram em 1982: Joey DeMaio (baixo), Eric Adams (vocal) e Donnie Hamzik (bateria). O quarteto ficou completo com o guitarrista atual Karl Logan.

Vale lembrar que em 2001 a banda relançara o mesmo álbum remasterizado. Desta vez, além da completa regravação das oito músicas, há a participação de Christopher Lee (que também está sempre presente nos discos do Rhapsody of Fire) como narrador em “Dark Avenger”, substituindo o original Orson Welles (falecido em 1985). Lee gravou sua parte no cobiçado estúdio de Abbey Road, em Londres.

Fechando o disco, duas versões cruas ao vivo para “Death Tone” e “Fast Taker” retiradas dos primeiros shows do grupo no Texas, o que acrescenta apenas aos fãs da banda, já que a qualidade esta relativamente baixa.

Mesmo não sendo nada revolucionário a banda regravar esse disco tão querido pelos fãs, mesmo que não altere a estrutura e arranjos das músicas, vale pela atenção com a história do grupo, já que na última turnê a decepção dos fãs foi grande, uma vez que o Manowar quase não executou músicas clássicas.

Além disso, a volta do batera original Donnie (efetivamente) casa perfeitamente com a proposta de homenagem a esse passado grandioso dessa que é uma das maiores bandas do Heavy Metal mundial (e eles sabem disso bem até demais).

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Revisão ortográfica: Mr. Gomelli

Fotos: Divulgação


Ficha Técnica

Banda: Manowar

Álbum: Battle Hymns MMXI

Ano: 2010/2011

País: EUA

Tipo: Heavy Metal


Formação

Eric Adams (Vocal)

Joey DeMaio (Baixo)

Donnie Hamzik (Bateria)

Karl Logan (Guitarra)


Tracklist

01. Death Tone
02. Metal Daze
03. Fast Taker
04. Shell Shock
05. Manowar
06. Dark Avenger (apresentando Sir. Christopher Lee)
07. William's Tale
08. Battle Hymn
09. Death Tone (ao vivo no Texas 1982)
10. Fast Taker (ao vivo no Texas 1982)

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Oficializando a Pirataria II: Mais Um EP “Bootleg” do Metallica


Mais um EP do Metallica lançado neste ano de 2010. Se este ano foi marcado pelo final da turnê “World Death Maganetic Tour” e shows da banda com o Big Four, sem material inédito nem previsão de novo disco da banda, o grupo de São Francisco liberou a segunda parte dos EP “Six Feet Down Under”.

Mantendo a proposta da primeira, que é lançar de forma oficial algumas gravações ao vivo feitas por fãs e lançadas em alguns dos milhares de bootlegs (gravações ao vivo não-oficiais e geralmente de baixa qualidade), “Six Feet Down Under II” (2010) não traz muitas novidades.

Diferenciando do primeiro dos EPs, nesse a banda buscou gravações de apresentações mais recentes, embora todas de clássicos de seus álbuns dos anos 80, especialmente do álbum “Master of Puppets” (1986), que conta com três das oito faixas. Novamente comemorando o sucesso da passagem pela Austrália e Nova Zelândia, o EP conta com músicas gravadas nas apresentações deste ano nesses países e foi lançado dia 15 de novembro em edição limitada.

Outro diferencial é a qualidade, já que sendo gravações mais recentes a tecnologia permite captar melhor a sonoridade ao vivo da banda. Isso é bom já que temos a impressão de ouvir um disco oficial ao vivo (que, na verdade, é o que este EP passou a ser). Porém, perde aquela característica de bootlegs das antigas.

Sem novidades, estão lá clássicos como “Blackned” e “..And Justice For All” do disco homônimo a esta última, “Ride the Lightning” e “Fade to Black” do segundo disco da banda (lançado em 1984), além da “The Four Horseman”, do álbum de estréia “Kill’em All” (1983). Tem ainda músicas do disco de 1986 “Damage Inc.”, “Master of Puppets” e “Welcome Home (Sanitarium)”.

Literalmente apenas lançamento para os fãs e que não agrega muito à carreira da banda, embora conte com a valorização da fase “true” (só para polemizar) do grupo quando o Thrash Metal ainda era sua sonoridade predominante.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Revisão ortográfica: Mr. Gomelli

Fotos: Site oficial


Ficha Técnica

Banda: Metallica

Álbum: Six Feet Down Under II (EP)

Ano: 2010

País: EUA

Tipo: Thrash Metal


Formação

James Hetfield (Vocal e Guitarra)

Lars Ulrich (Bateria)

Kirk Hammet (Guitarra)

Robert Trujillo (Baixo)

Tracklist

1. Blackened (October 16, 2010 in Brisbane, Australia)

2. Ride The Lightning (October 14, 2010 in Auckland, New Zealand)

3. The Four Horsemen (September 18, 2010 in Sydney, Australia)

4. Welcome Home (Sanitarium) (September 15, 2010 in Melbourne, Australia)

5. Master Of Puppets (October 16, 2010 in Brisbane, Australia)

6. ...And Justice For All (October 18, 2010 in Brisbane, Australia)

7. Fade To Black (September 18, 2010 in Sydney, Australia)

8. Damage, Inc. (September 22, 2010 in Christchurch, New Zealand)

domingo, 19 de dezembro de 2010

Circle II Circle Quase Lá... Mas Ainda Não


Ainda não foi dessa vez que a banda de Zak Stevens (ex-Savatage) Circle II Circle conseguiu superar-se.

Enquanto muitos fãs estão satisfeitos com o álbum (considerando-o superior e muito ao seu antecessor), outra parcela significativa sentiu-se decepcionada e, incluído aqui, este que vos escreve.Lançando neste ano seu quinto álbum chamado “Consequences of Power” (2010), tem dividido os fãs e a mídia especializada.

Obviamente que na sua banda lendária boa parte das composições eram assinadas por Jon Oliva (atualmente no Jon Oliva’s Pain) e isso por si só já é uma covardia. Mas a verdade é que ouvindo Circle II Circle agora, parece estarmos ouvindo a mesma banda pecando nas composições.Longe de ser um álbum ruim, a questão é que o disco não faz nem cócegas. Talvez a falta de inspiração nas composições seja o principal motivo de não termos grandes álbuns da banda, ao nível que estávamos acostumados a ouvir quando Stevens era o frontman do Savatage ou quando dos dois primeiros discos da banda.

Mas antes que os fãs parem de ler, há pontos positivos. O peso que a banda tentou inserir no “Desilusions of Grandeur” (2008) aqui está mais orgânico e natural. Não é aquela coisa forçada do disco citado.

Além disso, Zak Stevens está cantando como sempre, sem deixar cair a qualidade, embora traga poucos momentos tão marcantes quanto os que fizera para o projeto brasileiro Soulspell Metal Opera, por exemplo.

Há músicas interessantes como a faixa-título, a melhor do álbum. “Blood of An Angel” é muito bonita, com a melhor performance de Stevens (quase lembrando as belas baladas do Savatage). “Out Of Nowhere” destaca o baixo (aliás, este é o álbum em que o instrumento mais é audível), com um bom refrão. Além dessas, merece atenção “Take Back Yesterday” que é a única unanimidade positiva entre os fãs.

Enquanto seu antecessor estabeleceu a sonoridade do grupo, mas pecou no peso, “Consequences of Power” não revoluciona, estando estagnado, mas ao menos possui canções que se destacam.

Responsabilidade da produção, da gravadora, dos músicos? Difícil dizer. Sabemos que num mundo com tantas bandas surgindo todos os dias, é complicado um grupo se destacar, mesmo que o mesmo tenha um grande vocalista como Zak Stevens.

A verdade é que a banda de Zak Stevens não vive à sombra do Savatage ou Jon Oliva’s Pain (banda que os músicos do inicio da carreira do Circle II Circle integram agora), mas as tentativas de emplacar grandes discos tem sido frustradas, tendo apenas como clássico o álbum de estréia “Watching in Silence” (2003).

Curiosamente, esse disco de estréia contou com a co-autoria e participação de Jon Oliva e Chris Caffery (Savatage). Talvez esteja aí a fórmula para o único grande álbum do Circle II Circle, além do fato de que nenhum dos integrantes originais além de Stevens permanecem na banda.

Quem sabe na próxima. Enquanto isso, os brasileiros poderão conferir a turnê do álbum com shows em Campinas (11/02/11) e São Paulo (12 e 13/02/11), sendo que a última apresentação será acústica.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Fotos: Divulgação

Ficha Técnica

Banda: Circle II Circle

Álbum: Consequences of Power

Ano: 2010

País: EUA

Tipo: Heavy Metal/Prog Power Metal


Formação

Zak Stevens (Vocal)

Mitch Stewart (Baixo e Teclados)

Andy Lee (Guitars)

Johnny Osborn (Bateria)

Tracklist

01. Whispers In Vain
02. Consequence Of Power
03. Out Of Nowhere
04. Remember
05. Mirage
06. Episodes Of Mania
07. Redemption
08. Take Back Yesterday
09. Anathema
10. Blood Of An Angel

Conheça a banda pelo seu site: http://www.circle2circle.net/

sábado, 18 de dezembro de 2010

Soulspell Metal Opera Toca Para 15 Mil Pessoas em Brasília

Finalmente um público do tamanho da qualidade da banda no palco. Na sexta-feira dia 10 de dezembro, no Festival Rolla Pedra da nossa capital Brasília, o projeto de Heleno Vale se apresentou dando continuidade a sua “Labyrinth Tour”.

O Soulspell detonou diante de um público de cerca de 15 mil pessoas, definitivamente a maior audiência de toda a turnê e história desse projeto que é um dos maiores orgulhos nacionais.

O canal TV Esquina transmitiu ao vivo a apresentação via streaming, embora os problemas técnicos impossibilitaram a transmissão do som. Assim, víamos as imagens mudas. Mesmo assim, era empolgante ver a banda ao vivo mais uma vez, mesmo através de uma tela de computador.

O grupo, que tivera sua apresentação adiada na capital devido ao festival, recebeu um público que gostaríamos de ver sempre diante de um evento de tamanha maestria e talento.

Tendo entre os vocalistas ninguém menos que Mario Pastore (Tailgunners, Delpht, Pastore), Daisa Munhoz (Vandroya), Jefferson Albert (Rising Force), Mário Linhares (Dark Avenger, Harllequinn), Iuri Sanson (Hibria) e Edu Falaschi (Symbols, Angra), a banda apresentou músicas de seus dois únicos álbuns, mostrando entrosamento e a qualidade que só seus nomes já dão a entender.

Não podíamos deixar passar em branco esse grande show que coroa a iniciativa de Heleno Vale (e aqui no blog você encontra entrevista com alguns membros do projeto) de montar um verdadeiro time dos sonhos do Metal nacional, lançando dois incríveis discos e, finalmente, viabilizando uma turnê.

O Rio Grande do Sul foi privilegiado com dois shows do Soulspell (dia 30 em Ijuí e 31de outubro em Porto Alegre), o que apenas aconteceu no estado de São Paulo, onde nasceu a proposta.

Após passar por grandes problemas devido à organização do show em Curitiba (a banda só pôde começar a tocar às 3 da manhã!), uma ótima recepção no show na capital paulista (executando o set list completo do show), nada melhor que se apresentar num evento com infraestrutura ótima e um público de milhares de pessoas.

Abaixo alguns vídeos postados e de boa qualidade da apresentação da banda no Rolla Pedra (comemorando os 50 anos de Brasília). Os créditos por eles são de Johnymetalification.

Texto: EddieHead

Revisão ortográfica: Mr. Gomelli

Fotos: Desireé Galeott http://www.flickr.com/photos/desireegaleotti/collections/72157625456591751/

Vídeos ao vivo no Rolla Pedra

http://www.youtube.com/watch?v=NcaswdXKGH0&feature=related (Eternal Skies)

http://www.youtube.com/watch?v=AebU5RLFoxk (Age of Silence)

Canal de Johnymetalification

http://www.youtube.com/user/Johnymetalification

Site que transmitiu o show ao vivo

http://www.livestream.com/tvesquina

Site Oficial do Festival

http://www.rollapedra.com/


Cancelada a Edição de Estréia do Thorondor Festival no RS

Com tristeza que o Road to Metal publica nota oficial da organização do Thorondor Festival que seria realizado na cidade de Ijuí/RS em janeiro de 2011 mas que foi cancelado.

A nota foi redigida por um dos organizadores, Giovani J.S., e é de inteira responsabilidade do mesmo. Nós da equipe Road to Metal, apoiador do evento, damos nosso apoio moral ao Giovani e deixamos claro que tínhamos como responsabilidade a divulgação do festival aqui no blog, não sendo de nossa responsabilidade o cancelamento ou os créditos que viriam com a realização desse evento.

Nota

Não foi fácil sentar para escrever essa nota, mas é com muita frustração que anuncio o cancelamento do festival que aconteceria em Ijuí-RS no dia 15 de janeiro de 2011. Os motivos são vários e foram se acumulando até chegar à desistência do principal organizador do evento por alguns acontecimentos em sua vida particular.

Desde o começo houve o problema do local do evento, casas fecharam as portas por ser um evento de Metal, em outra, uma das mais renomadas de Ijuí, fomos ignorados por mais de uma vez ao não comparecerem no horário marcado para fazermos o negócio. Fora isso, os custos (mais de R$10.000) estavam divididos entre três pessoas, sendo 60%, 35% e 5% o investimento de cada um deles, no momento em que houve desistência do idealizador do projeto, tentamos dar continuidade, foram feitos empréstimos, algumas passagens aéreas compradas, mas ainda ficaria inviável a realização do evento, somado ao temor do não comparecimento do público como em eventos anteriores.
Por fim, não houve saída a não ser esta...

Peço desculpas em nome dos organizadores a todas as bandas convidadas, a saber: Pastore, Excellence, Distraught, Fallen e Vakan, heróis da resistência do Metal brasileiro, e também ao Germán Pascual, uruguaio que mora na Suécia, lhe desejando sucesso em seu novo projeto Forged Wings. Peço desculpas também a todos os que esperavam por esses shows, também aproveitando para ressaltar o valor das pessoas que tem organizado shows em nossa cidade como a Débora Reoly e a banda Excellence, pois é um trabalho duro e cheio de prejuízos ao bolso, mas quando concretizado, vale a pena.

Agradeço a compreensão e entendo quem não compreender.

Giovani J.S.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Heavy Metal Nacional Moderno Com Peso e Força


O que acontece quando uma banda lança seu primeiro disco e, de cara, reúne várias participações especiais interessantes, além de peso e força nas composições? Acontece que consegue chamar a atenção. E positivamente.


É o caso da Painside. A banda do Rio de Janeiro lançou seu debut álbum este ano com o nome “Dark World Burden” e surpreende pela produção, composição e peso.


Formada por Guilherme Sevens nos vocais, Carlos Saione e Daemon Ross (esse, uma conhecida figura da cena do RJ) nas guitarras, Marcelo Val no baixo e André Andrade na bateria, a Painside é uma das revelações deste ano de 2010 que está acabando.


Tendo como proposta o Heavy Metal tradicional, com levadas mais modernas e com altos toques de Thrash Metal, a banda chega numa sonoridade singular, potente, veloz e, o principal, com qualidade.


O vocalista Sevens e os guitarristas Saione e Ross são os destaques do disco. A forma com se superam música após música te fazem querer ouvir o disco todo de cabo a rabo. Mas Andrade e Val colocam o peso e a levada necessários para fazer de “Dark World Burden” um dos melhores discos nacionais de 2010.



A música “Ignite the Fire” abre o álbum numa pancadaria só. “Collapse the Lies” já é mais cadenciada, com grandes riffs e vocalizações. Dá para destacar de cara também “The Deviant”, single do álbum, “Serpent's Tongue” (isso que é peso!) e “Martyr”.


Falando nas participações especiais, Painside caprichou para um disco de estréia. Ninguém menos que Chris Boltendahl (Grave Digger), Gus Monsanto (ex-Takara, Adágio, Revolution Renaissance, entre outros) e Renato Tribuzy (Tribuzy) dão as caras (e as vozes) no álbum. Este último ainda produziu o disco. Além deles, os solos de guitarra ficaram por conta de Edu Fernandez (Tribuzy e Rain).


A “The Edge” traz riffzão oitentista e tem os vocais do brasileiro (mas cidadão do mundo) Gus Monsanto intercalados com os de Sevens. Monsanto tem um vocal espetacular. Onde canta (e já cantou em muitos grupos) deixa sua marca. Aqui, não é diferente. Grande refrão e música com uma levada Hard/Heavy durante a mesma.


Tribuzy encanta na bela balada “This Dark World”. Os dedilhados acústicos, acompanhados de seu vocal, dão um “break” na pancadaria do disco. Mas isso só até Guilherme colocar sua fúria novamente em ação. Esse definitivamente é um dos pontos altos e distintos do álbum. Vale conferir.



Mas o que te faz arrepiar e querer sair chutando a avó (!?) é “Redeemers in Blood”, que ao fechar esse grande álbum, traz Chris Boltendahl numa performance sem reservas. O vocalista do Grave Digger é a participação internacional no álbum e coloca seu timbre único e rasgado. Como fã da banda, esta é minha preferida do álbum, com a Painside mandando o que ainda podia no peso e rapidez.


Um grande disco, com uma galera de muita qualidade (e também experiência, embora jovens), composições não enjoativas ou repetitivas, mas mantendo uma homogeneidade no disco.


Agora é curtir a repercussão interna e externa, que já tem aparecido e tem sido bastante positiva. Alto candidato a estar entre os melhores lançamentos do ano.


Stay on the Road


Texto: EddieHead


Revisão ortográfica: Mr. Gomelli


Fotos: Divulgação e Hard Rock Cafe (Myspace Painside)


Ficha Técnica


Banda: Painside

Álbum: Dark World Burden

Ano: 2010

País: Brasil

Tipo: Heavy Metal/Thrash Metal


Formação


Guilherme Sevens (Vocal)

Daemon Ross (Guitarra)

Carlos Saione (Guitarra)

Marcelo Val (Baixo)

André Andrade (Bateria)



Tracklist


1.
Ignite the Fire
2. Where Darkness Rules
3. Collapse the Lies
4. The Deviant
5. This Dark World (apresentando
Renato Tribuzy)
6. Sand Messiah
7. Forsaken
8. Serpent's Tongue
9. The Edge (apresentando Gus Monsanto)
10. Martyr
11. Redeemers in Blood (apresentando Chris Boltendahl)

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