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sábado, 30 de abril de 2011

Discografia Comentada: Iced Earth – A Revolução Vil do Heavy Metal - Parte I



Uma das primeiras bandas que curti de verdade foi o Iced Earth. Conheci o som da banda norte-americana numa fita k7 que continha algumas das músicas do CD triplo ao vivo “Alive in Athens” (1999).

Lembro que o som era empolgante, diferente das demais bandas que conhecia na época. Também pudera, os riffs de Jon Schaffer (guitarra), aliados ao grande vocal de Matthew Barlow - sem falar na bateria, sempre criativa - faziam do Iced Earth uma das grandes bandas da década de 90.

Aqui falarei sobre cada álbum completo, compreendendo a discografia da banda desde o final dos anos 80 até o final dos anos 2000. Como os mais atentos já devem ter percebido, a banda relançou seus primeiros discos com nova capa. Assim, aqui traremos ora as capas originais, ora as novas produções.

Devido ao grande número de álbuns e ao tamanho dos textos (os quais busquei resumir, sem deixá-los superficiais), dividiremos essa matéria em duas partes. Confira agora a primeira delas. Vamos lá!


Enter the Realm (1989)

Embora seja apenas um EP demo, “Enter the Realm” tem sumária importância para o Iced Earth. Na época, a ousadia de se misturar Thrash Metal com riffs mais Heavy podia ser vista com maus olhos, já que o período trazia a ascensão das grandes bandas de Metal da Bay Area (Metallica, Slayer, Megadeth).

Ainda com uma produção apenas satisfatória, o disco trazia já os clássicos “Colors” (com direito a um vídeo clipe bem simples), “Curse the Sky” e “Iced Earth”, clássico da banda que sofreria algumas alterações quando chegado o debut do grupo.

Ouça “Curse the Sky”: http://www.youtube.com/watch?v=dE1Ku04hXkg


Iced Earth (1991)

Embora contasse com o vocal mais fraco da carreira (o Gene Adam praticamente cometia suicídio com seus gritos agudos meio ridículos), o disco é um marco. Talvez nunca antes um álbum havia conseguido mesclar peso e harmonia, com riffs de guitarra cavalgados e solos perfeitamente encaixados.

A faixa-título conta com o vocal de Schaffer em alguns momentos, fato que ao vivo se tornaria a marca do guitarrista, cantando-a nos shows da banda. “When the Night Falls” também se tornaria um grande clássico, canção como a qual a banda jamais conseguiria compor. É única. “Desert Rain” também é uma boa música, com direito a vídeo-clipe.

Desavenças internas, ligado ao fraco apoio da gravadora ao álbum, fizeram que Adam deixasse a banda, cedendo lugar para John Greely.

A banda em 1991 tocando “When the Night Falls”: http://www.youtube.com/watch?v=i2kpYDzRiOc


Night of the Stormrider (1993)

Primeiro grande clássico da banda. Agora com novo vocalista, com vocal mais agressivo e uma maior maturidade nas composições, fizeram que este disco se tornasse um marco, superando em muito o disco de estréia.

As mais que clássicas “Angels Holocaust” (com a introdução de Carmina Burana) e “Stormrider” abrem o disco com maestria. De cara nota-se a presença de mais elementos sinfônicos, corais, mas apenas como complemento. A base é a mesma: thrash metal casado com heavy tradicional. São desse disco outros clássicos como “Pure Evil” (faixa que quebra tudo no “Alive in Athens”!), “Travel in Stygian” (uma tentativa que remete à última faixa do álbum de estréia) e “The Path I Choose”.

Ainda há a acústica “Before the Vision”, violão e o vocal de John Greely, este dando um show a parte. Infeliz ou felizmente, o cara deixou a banda (vocês verão que a banda é uma verdadeira ciranda de membros), cedendo o microfone para um novo vocalista, que é hoje quase unanimidade entre os fãs: Matthew Barlow.

Assista “Stormrider” ao vivo já com Barlow nos vocais: http://www.youtube.com/watch?v=HYZzncX-mIQ


Burnt Offerings (1995)

O grupo já estava na boca da galera. Sua originalidade começava a influenciar novas bandas.

Para o próximo álbum, uma significativa mudança. O novo vocalista, por mais que tivesse um timbre semelhante ao do seu antecessor, trazia um vocal ainda mais grave e pesado, encaixando finalmente de forma perfeita com o som da banda.

O terceiro disco traz de cara o uso mais destacado de teclados (executados por Howard Helm). A faixa-título chega a abusar deles em certos momentos. As canções se tornam mais complexas, na medida em que Schaffer vai compondo cada vez mais e buscando uma sonoridade mais trabalhada, sem deixar o peso de lado.

A banda em 1995

O disco é mais um marco pela chegada de Barlow, vocalista que os fãs receberam de braços abertos e cuja partida viriam a “chorar” anos depois. Em termos de novidades, há pouca coisa (o que não é exatamente ruim). Até mesmo mais uma música acústica (mas usando teclados agora) se faz presente, “The Pierced Spirit”.

No entanto, é definitivamente “Dante’s Inferno”, a épica canção de 16 minutos, que é o ponto alto do álbum. A faixa, obviamente baseada na obra de Dante Aleghieri “A Divina Comédia” (ou “O Inferno de Dante”), é simplesmente perfeita e a coisa mais grandiosa que a banda fizera até ali. Barlow aceito, agora era se superar a cada álbum.

Assista “Dante’s Inferno” ao vivo em duas partes: http://www.youtube.com/watch?v=FsVdau231RQ&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=DqKKZMhTLAw&feature=related


The Dark Saga (1996)

Um ano depois e, pela primeira vez, a banda lança um disco com o mesmo vocalista e formação. “The Dark Saga” é o maior sucesso comercial da banda até então. Provavelmente um dos discos da banda que mais renderam hits/clássicos.

Também marca o amadurecimento da banda na área dos discos conceituais. Mesmo não sendo algo de se orgulhar muito, Schaffer pegou a história de quadrinhos Spawn e a transformou nessa pérola (com direito a arte da capa desenhada pelo cartunista da série).

A faixa-título, a bela e triste balada “I Died For You”, a thrasher “Violate” e a pesada “Vengeance is Mine” se tornaram clássicos e músicas obrigatórias nos shows. Outros destaques são também “Slave to the Dark” e “A Question of Heaven”, esta última uma bela canção que mescla todos os elementos do álbum, fechando o disco.

Assista “The Hunter” ao vivo em 1997: http://www.youtube.com/watch?v=gfHISBLhW54&feature=related


Days Of Purgatory (1997)

Enquanto a banda preparava o novo disco (com a responsabilidade de superar o sucesso do anterior) e comemorava a aceitação total de Barlow como novo e definitivo vocalista, a banda lança “Days Of Purgatory”, disco duplo que trazia regravações com a formação daquele momento. Praticamente todas essas músicas citadas dos primeiros dois discos estão lá, com Barlow à frente. Muitas ficaram ainda melhor com a nova versão.


Na segunda parte (que estaremos postando aqui daqui algumas semanas), traremos os demais discos do grupo, abarcando a fase dos anos 2000, década crucial para o grupo e que foi um divisor de águas, para positivo ou negativo, dependendo do ponto de vista.

Também marca a saída de Matthew Barlow e sua volta sete anos depois, assim como a fase diferenciada com Tim “Ripper” Owens” (ex-Judas Priest), mudanças na formação e a consolidação de Schaffer como um líder e dono d abanda, com polêmicas quanto a sua autoridade.

Fique ligado!


Stay on the Road


Texto: Eduardo “EddieHead” Cadore

Revisão: Yuri Simões

Fotos: Divulgação e Ross Halfin

sexta-feira, 11 de março de 2011

Discografia Comentada: Children of Bodom


Nesta seção do blog, você encontrará discografias completas comentadas de bandas ou músicos de influência no Metal mundial. Abaixo, confira a discografia comentada da banda finlandesa Children of Bodom. O texto é de autoria de Ranato Sanson.

Children of Bodom é uma banda finlandesa formada em 1993 por Alex Laiho (guitarra e vocal) e Jaska Raatikanen (bateria) que inicialmente tinha recebido o nome de “Inearthed” e que mais tarde seria um dos ícones do Heavy Metal mundial e também tomada de muita polêmica, por executar Death Metal Melódico, estilo que gera muita discussão sobre quem seria seu real criador.

Something Wild (1997)

Primeiro álbum dos finlandeses. Lançado em 1997, após abrirem um show para banda Dimmu Borgir, tamanho foi o sucesso que chamou a atenção de um dos representantes da Nuclear Blast, que logo ofereceu um contrato para lançar o álbum em toda Europa.

Alex Laiho sempre afirmou que não gosta de “Something Wild”, por tentar imitar os seus grandes ídolos na gravação do álbum, que são Yngwie J. Malmsteen e Steve Vai. Mas o que encontramos neste petardo é um Death Metal Melódico altamente técnico e intenso. Confira a faixa “Deadnight Warrior” para tirar as dúvidas em relação à técnica da banda e as grandes influências de Laiho nos solos. O que falar da faixa “Red Light In My Eyes Pt 2” tomada de um clima neoclássico absurdo, aliando muita técnica e sentimento. O álbum ainda conta com o grande clássico “Lake Bodom” executada até hoje nos shows.

Álbum na medida cert,a aliando momentos mais rápidos com certas influências do Black Metal norueguês e toda influência neoclássica que Laiho tem em sua guitarra.


Hatebreeder (1998)

Lançado entre final de 1998 e começo de 1999, o segundo álbum da banda gera uma grande expectativa entre os fãs, tamanho tido sido o sucesso do primeiro álbum. E como todos esperavam, Hatebreeder não decepcionou. O que podemos ver é uma banda mais madura, com composições complexas e temas ainda mais sombrios.

“Warheart” abre o álbum com tamanha brutalidade, mas que logo notamos a veia melódica do grupo que exala técnica e velocidade. Logo em seguida, um dos maiores sucessos do Children of Bodom, “Silent Night, Bodom Night” dispensa maiores comentários, confira nesta faixa a grande atuação do baterista Jaska. Não podemos esquecer das fortes influências neoclássicas do mestre Laiho, confira em “Towards Dead End” toda técnica que este finlandês tira de sua guitarra, é de arrepiar!

O álbum não tem tanta influência do Black Metal, mas o neoclassicismo continua latente, mas tendo mais originalidade em suas composições tendo uma presença constante dos teclados de Janne Warman.

Assista a banda ao vivo com "Silent Night, Bodom Night":

http://www.youtube.com/watch?v=LR_GDB67eKg&playnext=1&list=PL4B19F8955374FAD5

Tokyo Warhearts (1999)

Gravado em 1999 em uma turnê conjunta pelo Japão com as bandas Sinergy e In Flames, é o primeiro álbum ao vivo dos finlandeses, mostrando todo o seu poder de fogo.

Para quem duvida que o Childrem of Bodom não consiga executar fielmente suas composições ao vivo, confira “Tokyo Warhearts” do começo ao fim e você ouvirá uma banda entrosada e que conseguiu aperfeiçoar ainda mais suas composições tocando ao vivo.


Follow The Reaper (2000)

Após o sucesso de “Tokyo Warhearts”, é lançado no ano 2000 seu terceiro álbum de estúdio “Follow The Reaper”, primeiro álbum do Children a ser lançado em todo mundo, ainda mais melódico e técnico.

A banda vem com muito mais experiência e profissionalismo nesse álbum que é considerado por muitos fãs o melhor de sua carreira. Tal afirmação não é de se questionar, devido o número de clássicos que este petardo contém “Bodom After Midnight”, uma das músicas mais aguardadas nos shows da banda, com um começo arrebatador de Jaska na bateria, riff mais do que cativante e teclados muito bem colocados com um baixo altamente pesado segurando bem a cozinha. Depois mais um clássico “Every Time I Die” com uma pegada mais arrastada, não prezando por velocidade, mas sim por muito sentimento e peso.

“Mask Of Sanity” traz o que de melhor o Children of Bodom sabe fazer: Death Melódico rápido, intenso e muito técnico. O que falar de “Hate Me”, apesar da simplicidade, uma composição completa e que ao vivo se torna um hino de ódio. Com todos esses clássicos, não teria como “Follow The Reaper” não se tornar um disco clássico, grande álbum com grandes músicas e um nível de composição altíssima.

Veja o video clipe oficial de "Every Time I Die":

http://www.youtube.com/watch?v=EtPDm2kaj1c

Hatecrew Deathroll (2003)

Quarto álbum de estúdio da banda lançado em 2003 com a difícil tarefa de superar seu antecessor “Follow The Reaper”. “Hatecrew Deathroll” não o supera, mas esta longe de ser uma decepção, álbum que preza muito pelo peso nas guitarras beirando em muitos momentos o Thrash Metal, o álbum também é marcado por ser o último com o guitarrista Alexander Kuoppala.

Abre com a clássica “Needled 24-7”, mostrando toda fúria da banda e o grande peso nas guitarras de Alex e Alexander, fazendo riffs altamente complexos e não tendo tantas melodias nos solos. “Sixpounder” vem em seguida mostrando certa influência da banda Pantera, um riff arrastado, mas muito pesado e Jaska sentando a mão na batera, com Henka Blacksmith mostrando todo o seu peso no baixo.

O trabalho segue a mesma linha dos seus antecessores, mas mostrando composições menos complexas, porém, mais pesadas e variando entre a velocidade e partes mais cadenciadas, como em “Hatecrew Deathroll”, que apesar de ser explosiva, não é tão rápida e em seu refrão se torna uma melodia incrível tanto instrumental quanto liricamente.

Veja o video clipe oficial de "Needled 24-7":

http://www.youtube.com/watch?v=hjZXUyvFQDA

Are You Dead Yet? (2005)

Marcando a estréia do guitarrista Roop Latvala, o álbum foi lançado em 2005, também marcado por uma grande polêmica de não parecer tanto com o Children Of Bodom dos álbuns anteriores, apresentando muitos elementos modernos em seu som, inclusive grande influência do Metal Industrial nas composições.

Mas, apesar destas novidades não tão bem vindas entre os fãs, o álbum apresenta muita qualidade. Podemos citar “Living Dead Beat”, faixa que abre o álbum mostrando os novos elementos que a banda adotou, mas ainda explosiva e empolgante com um ótimo riff e grandes teclados. “Bastard Bodom” com elementos bem industriais aliados a melodia da banda, uma grande composição, apesar das diferenças notáveis no modo como Alex esta cantando e diminuindo as melodias em seus solos.

Realmente este álbum não empolga muito, mas temos momentos bem interessantes nele, e a grande questão de querer arriscar em uma nova sonoridade sem perder seus principais elementos foi muita coragem do mestre Laiho, que em algumas entrevistas de divulgação de “Are You Dead Yet?” diz ter se arrependido de tentar tantos experimentos no álbum e de não aprovar o resultado final.

Veja o clipe oficial de "In Your Face":

http://www.youtube.com/watch?v=WZFh5LCzTfE

Chaos Ridden Years – Stockholm Knock Out Live (2006)

Segundo álbum ao vivo dos finlandeses. Lançado em 2006 e também no mesmo ano em DVD, compilação dos maiores clássicos da banda aliando com o momento atual, grande álbum mostrando novamente que o Children of Bodom não deve nada ao vivo e o novo guitarrista mostra muito entrosamento e alia boa técnica dividindo alguns solos com Alex Laiho.


Blooddrunk (2008)

Sexto álbum de estúdio da banda lançado em 2008. Lançamento que gerou muita desconfiança entre os fãs, mas que após lançarem o single “Banned From Heaven” os fãs se sentiram mais aliviados, seria a volta do Children of Bodom as suas raízes?

Ainda não foi desta vez, mas temos um álbum mais direto, com menos elementos industriais e em alguns momentos tendo partes bem progressivas como em “Blooddrunk”, com muitas mudanças de ritmos e riffs bem intrincados. Já em “Smile Pretty For The Devil” chegamos a relembrar dos grandes momentos de “Follow The Reaper” e “Hatecrew Deathroll” com grande melodia e velocidade e a já citada “Banned From Heaven”, mesclando elementos novos com o progressivo, apesar de ser diferente dos padrões da banda, com certeza a melhor faixa do álbum, mostrando bastante originalidade.

“Blooddrunk” esta longe de ser ruim, um álbum que os fãs mais exigentes do Children of Bodom podem torcer o nariz ou gostar do trabalho feito, apesar de ainda estar distante da sonoridade que consagrou a banda.

Assista o video clipe oficial de "Blooddrunk":

http://www.youtube.com/watch?v=MNrfITQ7GjM


Texto: Renato Sanson
Revisão: EddieHead

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Discografia Comentada: Epica – Mestres do Metal Sinfônico

Nesta nova seção do blog, você encontrará discografias completas comentadas de bandas ou músicos de influência no Metal mundial. Na estréia, a banda Epica.
Epica é mais uma das agradáveis surpresas que apareceram no cenário do Symphonic Metal.


Formada na Holanda por Mark Jansen(ex-guitarrista do After Forever) no final de 2002,conta com um grupo musical de peso, os excelentes guturais de Mark(guitarrista e vocalista) misturado com a doce voz lírica de Simone Simons (vocais líricos), Yves Huts baixista , Coen Janssen (tecladista e pianista em algumas músicas), Isaac Delahay (guitarrista) que apesar de estar a pouco tempo com a banda já mostrou que é digno de elogios, e Ariën van Weesenbeek (baterista).

The Phantom Agony



Em 2003 a banda lança seu primeiro álbum "The Phantom Agony" que demonstra toda a criatividade o ousadia na combinação de orquestra e vozes.

A faixa "Cry for the Moon" mostra a linha que a banda segue: começa calma com os vocais de Simone e depois ganha peso com o gutural de Mark, contando também com o coral ao longo da música. A partir dessa música que o meu interesse pela banda aumentou.

O álbum também conta com duas músicas mais calmas para causar um equilíbrio “Feint” e “Run For A Fall”. “Illusive Consensus” mostra o grande desempenho de Simone que alterna o estilo vocal, uma música com ótimos riffs e passagens bem feitas,uma das melhores faixas do álbum (para mim =P). O álbum termina com a música “The Phantom Agony” ,bem elaborada,com o belo trabalho de Jeroen na bateria.

Faixas

1. "Adyta (The Never Ending Embrace)" 1:27
2. "Sensorium" 4:47
3. "Cry for the Moon (The Embrace That Smothers Part IV)" 6:44
4. "Feint" 4:18
5. "Illusive Consensus" 4:59
6. "Façade of Reality (The Embrace That Smothers Part V)" 8:10
7. "Run for a Fall" 6:31
8. "Seif Al Din (The Embrace The Smothers Part VI)" 5:47
9. "The Phantom Agony" 9:00

Consign to Oblivion



Em 2005 a banda lança o álbum “Consign To Oblivion” , um excelente trabalho que mostra uma grande evolução na parte das vozes, em especial no gutural de Mark. Pela qualidade das composições fica difícil ressaltar qual faixa é melhor, então não irei me comprometer...

Faixas
1. "Hunab K'u" - A New Age Dawns - Prologue 1:43
2. "Dance of Fate" - 5:13
3. "The Last Crusade" - A New Age Dawns Part 1 4:22
4. "Solitary Ground" 4:24
5. "Blank Infinity" 4:01
6. "Force of the Shore" 4:02
7. "Quietus" 3:47
8. "Mother of Light" - A New Age Dawns Part 2 5:56
9. "Trois Vierges" 4:42
10. "Another Me" - In Lack'ech 4:40
11. "Consign to Oblivion" - A New Age Dawns Part 3 9:45

The Score – An Epic Journey



No mesmo ano a banda lança o álbum "The Score - An Epic Journey " que é praticamente todo orquestrado, sendo as faixas “Solitary Ground” e“Quietus”, que já aparece no “Consign To Oblivion”, as únicas que contam com a voz de Simone Simons.

Faixas

1. "Vengeance is Mine" 1:53
2. "Unholy Trinity" 3:09
3. "The Valley" 2:09
4. "Caught in a Web" 4:25
5. "Insomnia" 2:07
6. "Under the Aegis" 2:49
7. "Trois Vierges" - Solo Version 4:41
8. "Mystica" 2:45
9. "Valley of Sins" 5:39
10. "Empty Gaze" 2:09
11. "The Alleged Paradigm" 2:23
12. "Supremacy" 3:19
13. "Beyond the Depth" 1:55
14. "Epitome" 1:17
15. "Inevitable Embrace" 3:50
16. "Angel of Death" 3:28
17. "The Ultimate Return" 4:46
18. "Trois Vierges" - Reprise 2:04
19. "Solitary Ground" - Single Version 4:05
20. "Quietus" - Score Version 3:55


The Divine Conspiracy




“The Divine Conspiracy”,lançado em 2007 sem o baterista Jeroen Simons, conta com a participação de Ariën Van Weesenbeek na bateria.

Nesse álbum a banda apresenta um leve mudança na sua sonoridade que tornou-se mais pesada e agressiva que fica clara na faixa “The Obsessive Devotion”, mas é óbvio que a linda voz de Simone continua presente, bem destacada nas faixas “Chasing The Dragon” e “Safeguard To Paradise”. Apesar de muitos não gostarem da “Never Enough” não à desmereço, é um música boa, não ótima. O álbum conta também com a linda música "The Divine Conspiracy", faixa-título. The Divine Conspiracy é mais um excelente trabalho da banda.

Faixas

1. "Indigo" - Prologue - 2:05
2. "The Obsessive Devotion" - 7:13
3. "Menace of Vanity" - 4:13
4. "Chasing the Dragon" - 7:40
5. "Never Enough" - 4:47
6. "La'petach Chatat Rovetz" - The Final Embrace - 1:46
7. "Death of a Dream" - The Embrace That Smothers Part VII - 6:03
8. "Living a Lie" - The Embrace That Smothers Part VIII - 4:56
9. "Fools of Damnation" - The Embrace That Smothers Part IX - 8:41
10. "Beyond Belief" - 5:25
11. "Safeguard to Paradise" - 3:46
12. "Sancta Terra" - 4:57
13. "The Divine Conspiracy" - 13:56

The Classical Conspiracy



Em maio de 2009 é lançado o álbum ao vivo do show "The Classical Conspiracy", sendo duplo.

O CD 1 é basicamente instrumental contendo trilhas sonoras.Há um medley para "Spider-Man" (Danny Elfman) e a alucinante "Pirates Of The Caribbean" (Zimmer/Badelt), e também "The Star Wars” (John Williams) e uma composição própria do Epica “Unholy Trinity”.

No CD 2 estão presentes grandes clássicos da banda que receberam o trabalho da orquestra de Miskolc, na Hungria.

Faixas

CD 01 - Classical Set
01. Palladium (de Yves Huts)
02. Dies Irae (de Giuseppe Verdi: "Requiem")
03. Ombra Mai Fu (de George Frideric Handel: "Xerxes")
04. Adagio (de Antonín Dvořák: "New World Symphony")
05. Spider-Man Medley (de Danny Elfman: "Spider-Man")
06. Presto (de Antonio Vivaldi: "The Four Seasons")
07. Montagues And Capulets (de Sergei Prokofiev: "Romeo And Juliet")
08. The Imperial March (de John Williams: "Star Wars Episode V")
09. Stabat Mater Dolorosa (de Giovanni Battista Pergolesi: "Stabat Mater")
10. Unholy Trinity (de Yves Huts)
11. In the Hall Of The Mountain King (de Edvard Grieg: "Peer Gynt")
12. Pirates Of The Caribbean Medley (de Hans Zimmer/Klaus Badelt: "Pirates of the Caribbean")
13. Indigo
14. The Last Crusade
15. Sensorium
16. Quietus
17. Chasing The Dragon
18. Feint

CD 02 - Epica Set
01. Never Enough
02. Beyond Belief
03. Cry For The Moon
04. Safeguard To Paradise
05. Blank Infinity
06. Living A Lie
07. The Phantom Agony
08. Sancta Terra
09. Illusive Consensus
10. Consign To Oblivion


Design Your Universe



E o último álbum da banda, lançado no final de 2009, “Design Your Universe”,com o gutural bem mais aperfeiçoado, com riffs pesados e claro que com a perfeita voz de Simone dando equilíbrio e harmonia ao álbum, pode-se dizer que o grupo encontrou a perfeição.

A primeira vista não me interessei muito pelo álbum, mas após ouvi-lo com calma, principalmente a faixa "Kingdom Of Heaven", percebi que esse é mais um ótimo trabalho da banda, com um som mais pesado que trouxe uma nova forma de ver a banda, que mesmo assim não perde a sua influência sinfônica, com o belo coral e o lírico de Simone. Enfim,um ótimo álbum.

Faixas

1. "Samadhi (Prelude)" 1:26
2. "Resign to Surrender (A New Age Dawns, Part IV)" 6:19
3. "Unleashed" 5:48
4. "Martyr of the Free Word" 5:03
5. "Our Destiny" 6:00
6. "Kingdom of Heaven (A New Age Dawns, Part V)" 13:35
7. "The Price of Freedom (Interlude)" 1:14
8. "Burn to a Cinder" 5:40
9. "Tides of Time" 5:33
10. "Deconstruct" 4:14
11. "Semblance of Liberty" 5:42
12. "White Waters" (com Tony Kakko do Sonata Arctica)4:44
13. "Design Your Universe (A New Age Dawns, Part VI)" 9:28

Texto: Thaís