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terça-feira, 5 de agosto de 2025

Cobertura de Show: Stryper – 27/07/2025 – Vip Station/SP

No último dia 27 de julho, a casa de shows Vip Station, em São Paulo, foi palco de um evento marcante para os fãs de metal cristão. As bandas Bride, Narnia e Stryper se apresentaram em uma noite repleta de energia, mensagens inspiradoras e clássicos do gênero. O evento, que atraiu um público fiel e entusiasmado, destacou a força do rock pesado com temáticas de fé e superação. Cada banda apresentou seu estilo próprio, iniciando com o peso cru do Bride, passando pela melodia épica do Narnia, e culminando com a performance dos veteranos do Stryper. Apesar de um pequeno atraso na abertura da casa, o evento ocorreu conforme o cronograma e proporcionou momentos memoráveis que reforçaram o legado dessas bandas no cenário musical.

O Bride abriu a noite com uma performance intensa e nostálgica, reafirmando seu status como ícone do metal cristão. O setlist incluiu faixas poderosas como “Rattlesnake”, que estabeleceu o tom energético da apresentação, e “Would You Die for Me”, cuja letra provocativa e riffs pesados incendiaram o público. Dale Thompson manteve os vocais rasgados e viscerais que marcaram a identidade da banda nas décadas de 1980 e 1990. Seu irmão, Troy Thompson, despejou riffs eletrizantes e empatia com o público ao vestir uma camisa da seleção brasileira, além disso, na bateria tivemos o Alexandre Aposan, que já integrou a banda Oficina G3. Outros destaques incluíram “Beast” e “Million Miles”, que mantiveram o ritmo intenso, além de “Everybody Knows My Name” e “Scarecrow”, que adicionaram familiaridade e carisma ao repertório. O ápice da apresentação foi a execução de “Heroes”, tocada ao vivo pela primeira vez desde 1989, criando um momento emocional com forte conexão com os fãs. Com cerca de 40 minutos de duração, o show do Bride levantou o público e demonstrou que a banda ainda é tão querida quanto os headliners da noite.




O Narnia apresentou uma proposta mais épica e melódica, com um setlist que combinou sucessos consagrados e novidades. A banda sueca subiu ao palco exibindo uma bandeira do Brasil, enquanto o vocalista Christian Liljegren vestia uma camiseta da seleção brasileira, gesto que foi bem recebido pelo público. A apresentação começou com “Rebel”, faixa enérgica que animou a plateia desde os primeiros acordes, seguida de “No More Shadows From the Past”, com riffs pesados e mensagens de superação. “You Are the Air That I Breathe” trouxe um momento mais introspectivo, com vocais suaves e uma melodia cativante que contrastou com o peso das músicas anteriores. As faixas “MNFST” e “Ocean Wide” — esta última uma estreia ao vivo — mostraram que a banda continua fiel à sua essência, mesclando elementos modernos ao clássico power metal.

Dentre os momentos mais marcantes do show, destaca-se a execução de “Long Live the King”, que teve o último coro cantado em português, gerando uma conexão imediata com o público brasileiro. A apresentação foi encerrada com “I Still Believe” e “Living Water”, deixando uma sensação de unidade e inspiração. As mensagens de fé e perseverança ressoaram fortemente com os presentes, e a combinação entre o novo e o familiar fez do Narnia a ponte perfeita entre o peso inicial e o clímax da noite.





Por fim, o Stryper encerrou o evento com uma performance magistral, reafirmando seu status como lenda do metal cristão. A formação atual da banda conta com Michael Sweet (vocal e guitarra), Robert Sweet (bateria), Perry Richardson (baixo) e Howie Simon (guitarra), substituindo Oz Fox, que enfrenta problemas de saúde. O show teve início com “In God We Trust” e “Revelation”, dois hinos que fizeram o público cantar em uníssono e erguer os punhos. Em seguida, “Calling on You” e “Free” mantiveram o entusiasmo da plateia, com riffs cativantes e mensagens edificantes. As faixas “Sorry” e “All for One” trouxeram momentos de emoção, com a banda interagindo diretamente com os fãs e criando um ambiente de comunhão e nostalgia.

Apesar da energia dominante, o Stryper enfrentou um contratempo técnico durante a execução de “No More Hell to Pay”, que precisou ser interrompida devido a problemas de som. A banda lidou com a situação com profissionalismo, reiniciando a música poucos minutos depois. A sequência com “More Than a Man” e “The Valley” recuperou rapidamente a vibração positiva. “Yahweh” e “Surrender” deram continuidade ao clima espiritual do show, com solos de guitarra precisos e vocais potentes, reforçando o bom momento vivido pela banda.

O encerramento foi triunfal. “Soldiers Under Command” eletrizou o público, preparando o terreno para o bis, que contou com “Sing-Along Song” e “To Hell With the Devil”. Os clássicos encerraram a noite com força, conduzindo a plateia a cantar em coro, criando uma atmosfera de comunhão que ecoou por toda a casa. O show do Stryper não apenas celebrou seu extenso repertório, mas também reafirmou sua mensagem de fé e união. De forma geral, o evento foi um sucesso, comprovando que o metal cristão continua vivo, relevante e em sintonia com seu público. 

"Dedico esta resenha a Frederico Batalha, jornalista e assessor esportivo, falecido em 16 de julho, e grande admirador da banda Stryper."


Texto: Marcelo Gomes 


Edição/Revisão: Gabriel Arruda 


Realização: Venus Concerts



Bride – setlist:

Rattlesnake

Would You Die for Me

Beast

Million Miles

Everybody Knows My Name

Scarecrow

Psychedelic Super Jesus

Heroes


Narnia – setlist:

Rebel

No More Shadows From the Past

You Are the Air That I Breathe

MNFST

Ocean Wide 

Long Live the King 

I Still Believe

Living Water


Stryper – setlist:

In God We Trust

Revelation

Calling on You

Free

Sorry

All for One

Always There for You

Divider

No Rest for the Wicked

No More Hell to Pay 

More Than a Man

The Valley

Yahweh

Surrender

Soldiers Under Command

Sing-Along Song

To Hell With the Devil

sábado, 28 de maio de 2011

Por Um Som Divino: DivineFire Revigorado Com os Vocalistas do Narnia

Enquanto o leão não ressuscita, ex-Narnia continuam juntos

Bandas de Power Metal Sinfônico tem aos montes pelo mundo afora. E quando falamos em países como a Suécia, a coisa parece caminhar mesmo para o clichê e total arroz com feijão.

Não é o que acontece com o DivineFire, banda ainda muito jovem mas que conta com músicas experientes. Atualmente, o grupo é um dos mais lembrados quando o assunto é Power Metal Cristão.

Quando surgiu em 2004 fundado pelo guitarrista Jani Stefanovic (Sins of Omission) e o vocalista Christian Liljegren (ex-Narnia e atual Golden Ressurection), o grupo não passava de mais um entre tantos que buscavam a mesma fórmula da maior banda do gênero no mundo, o Narnia.

Com seu fim decretado em 2008, parecia que realmente o “projeto” estava fadado ao abandono completo. Porém, com o fim do Narnia (que havia lançado um grande álbum em 2009), Christian Liljegren decidiu “reviver” o grupo, agora tendo o caráter de banda e com a responsabilidade de produzir grandes discos na tentativa de sanar a lacuna deixada pelo Narnia.

Assim, em 2010 a dupla retornou e, de quebra, veio inovar chamando ninguém menos que Germán Pascual (ex-Narnia, atual Forged Wings), vocalista uruguaio e que por muitos anos viveu no Rio de Janeiro.

Não por acaso, Gérman Pascual havia substituído Liljegren no Narnia, lançando o disco derradeiro “Course Of A Generation” (2009) e mantinha uma relação de amizade com o antigo vocalista (sendo ambos parecidos fisicamente e também no timbre).

Com o Narnia morto, os dois vocalistas protagonizam um grande trabalho, digno de superar qualquer coisa feita por ambos em toda a carreira. Curiosamente, Germán iria apenas fazer alguns coros, mas acabou sendo convidado por Liljegren a cantar numa canção e, por fim, no disco todo, segundo o aproprio uruguaio.

O quinto disco do Divinefire ganhou o nome de “Eye of the Storm” (2011) e traz o grupo como um trio, com Jarí tocando todos os instrumentos (?!), o que também o coloca em grande destaque, já que há solos de guitarra e passagens de teclados sinfônicas empolgantes.

O álbum traz 12 músicas cuja temática envolve, claro, o Cristianismo. Dias desses rendeu bate-boca com uma galera por aí que condenaram o Road to Metal de divulgar bandas de Unblack Metal (ou Black Metal Cristão). Porém, para nós o que vale o Metal e mesmo não sendo religioso (muito menos que algumas dessas pessoas, os caras pensam que religioso é quem é cristão), não dá para negar a qualidade de muitas bandas que se dedicam a louvar seu deus (tudo é questão de filosofia de vida).

Se formos prestar atenção nas letras, estas parecem ainda mais voltadas à essa religião do que no período do Narnia, o que é o único ponto negativo. Mas, se você não quer se importar com isso faça de conta que as juras de amor no álbum são para alguma garota e não a entidade em questão (rs).

Mas voltamos ao disco. “Eye of the Storm” é espetacular. Seu Power Metal bastante voltado ao Sinfônico não traz nada revolucionário, exceto pela presença simultânea de dois grandes vocalistas que dão um show a parte.

Mas as composições (a parte instrumental já estava composta antes da efetivação de Germán na banda) são de uma qualidade extrema, indo do peso e velocidade, ao melódico sem soar enjoativo. Aliás, as participações especiais de grandes nomes do Metal fazem do disco um prato cheio.

Divinefire mostra que ainda pode fazer grandes álbuns

Consta no disco galera de alto gabarito, como Pontus Norgren (guitarrista do Hammerfall), Thomas Vikström (vocal do Therion, passagem por Candlemass, longa vida no Stormwind), Markus Sigfridsson (guitarrista do Harmony), Andreas Passmark (antigo baixista da banda, mas agora afastado, e também do Narnia, Royal Hunt), CJ Grimmark (guitarrista com passagens pelas bandas Narnia, Divine Fire, Rob Rock, Saviour Machine) e o irmão de Liljegren, Hubertus, responsável pelos vocais gauturais que dão um patamar diferenciado para o álbum.

O trio ainda aproveitou e regravou algumas antigas canções, o que até ficou legal, mas desnecessário.

Grandes destaques ficam para “Time For Salvation”, “Unchain My Soul” (com Hubertus detonando), “To Love And Forgive” (refrão e coros grudentos), “Even At My Lowest Point” (bela melodia) e “Never Surrender” (forte!).

Inicia-se uma nova era para a banda e, por que não, para os músicos que, mesmo mantendo outros projetos (Germán promete seu primeiro disco solo ainda para este ano, Liljegren segue divulgando sua nova banda Golden Ressurection), estão com força total, não esperando por uma volta do Narnia ou para viver do passado. Divinefire ressuscitado e um dos melhores discos de Power Metal Sinfônico deste ano até agora.


Stay on the Road


Texto: Eduardo “EddieHead” Cadore

Fotos: Divulgação


Ficha Técnica

Banda: Divinefire

Álbum: Eye of the Storm

Ano: 2011

País: Suécia

Tipo: Power Metal/Metal Sinfônico


Formação

Jani Stefanovic (Guitarras, Baixo, Bateria, Teclados)

Christian Liljegren (Vocal)

Germán Pascual (Vocal)


Participações Especiais

Pontus Norgren (Hammerfall)

Thomas Vikström (Therion, Candlemass, Stormwind)

Markus Sigfridsson (Harmony)

Andreas Passmark (Divinefire, Narnia, Royal Hunt)

CJ Grimmark (Narnia, Divine Fire, Rob Rock, Saviour Machine)

Hubertus Liljegren (Crimson Moonlight e Sanctifica)


Tracklist

01.Time For Salvation
02. Hold On
03. Unchain My Soul
04. Bright Morning Star
05. To Love And Forgive
06. Even At My Lowest Point
07. Send Me Out
08. Masters And Slaves
09. The World's On Fire
10. Never Surrender
11. Masquerade
12. Close To The Fire

Myspace

http://www.myspace.com/divinefireofficial

Ouça várias canções do disco no Youtube

http://www.youtube.com/results?search_query=Divinefire+2011&aq=f

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Narnia: Maior Nome do Heavy Metal Cristão


Suécia não é apenas o país do Death Metal “melódico”. É de lá o maior nome do chamado Metal Cristão, ou White Metal mundial.

Chamado Narnia, o grupo sueco é referência quando o assunto é Power Metal com temas voltados à conscientização ambiental, humana e religiosa. Mas antes que os céticos atirem pedras no blog, vale lembrar que o que interessa em primeiro lugar é a sonoridade.

No caso da banda, seu Power Metal não é revolucionário, sendo bem clichê em boa parte das músicas, mas não perde o pique e nos trazem belas músicas com grandes refrões, riffs inspirados do famoso guitarrista Carl Johan Grimamark, além de vocais que não são tão agudos quanto estamos acostumados.

Aliás, falando em vocal, a banda acaba se aproximando mais do Brasil ao ter como novo frontman Germán Pascual (ex-Mind’s Eyes, Soulspell). O uruguaio, que há muitos anos vive no Rio de Janeiro (sua nova casa), fora indicado pelo baterista Andreas Johansson a substituir o então “insubstituível” Christian Liljegren, único vocalista a gravar com a banda e um dos membros fundadores.

Com a grande responsabilidade de fazer jus ao vocal anterior, mas acrescentar sua personalidade, Pascual passou a viver na Suécia (pela segunda vez) e a se dedicar ao Narnia.

Dessa nova fase surgiu o disco que aqui vamos resenhar. “Course of A Generation” (2009) é o último trabalho do Narnia e marca um novo patamar para o grupo. Além disso, conta com a arte desenvolvida pelo brasileiro Carlos Barbosa (Art Side Design).

A banda tem excursionado por toda a Europa, tendo recentemente tocado no México, em shows de grande público e repercussão. Em janeiro a banda faz uma pausa. O vocalista Pascual virá para shows em carreira solo e com seu novo projeto Forged Wings, no Brasil, sendo que uma das poucas datas confirmadas é a de Ijuí/RS, no Thorondor Festival (confira a cobertura aqui no blog).

Voltando ao disco, as 10 faixas impressionam. A faixa-título, de longe a melhor do álbum, tem peso (trazendo uns riffs quase Thrash Metal), rapidez, backing vocals e letras interessantíssimas, e agrada na primeira audição. “Sail Around the World” abre o disco “melódicamente” (existe essa palavra?!), assim como “Kings Will Come” também é bastante Power.

Outros destaques ficam para “Rain” (melhores riffs do disco), “Miles Away” (grande destaque dos teclados) com um refrão ótimo e “Scared”, que mostra que a banda toca o Power Metal contemporâneo, como Primal Fear.

Aclamada principalmente entre os que compactuam da ideologia do grupo, o Narnia tem a cada disco conquistado mais espaço, tendo acertado a mão de vez com Pascual nos vocais.

Embora a qualidade e reconhecimento, o grupo anunciou o fim das suas atividades em abril de 2010 (realizando os shows finais no México dia 20 de novembro e na Alemanha em dezembro), devido às dificuldades no mercado e que alguns de seus integrantes estariam se dedicando insuficientemente à banda. Uma pena, após um grande disco e quase 15 anos de história.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Revisão Ortográfica: Mr. Gomelli

Fotos: Greger Lindblad


Ficha Técnica

Banda: Narnia

Álbum: Course of A Generation

Ano: 2009

País: Suécia

Tipo: Power Metal


Formação

Germán Pascual (Vocal)

Carl Johan Grimamark (Guitarra e Teclados)

Andreas Olsson (Baixo)

Andreas Johansson (Bateria)


Tracklist

01 – Sail Around the World

02 – When the Stars Are Fallen

03 – Course of A Generation

04 – Scared

05 – Kings Will Come

06 – Rain

07 – Armageddon

08 – One Way to Freedom

09 – Miles Away

10 – Behind the Courtains

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Germán Pascual (Narnia) em Turnê Nacional Passará Pelo Interior do RS


O vocalista uruguaio Germán Pascual (ex-Mind's Eyes) estará no Brasil para turnê solo e com o projeto Forged Wings no mês de janeiro de 2011.

Pascual é o atual vocalista da banda suéca Narnia, mundialmente reconhecida como o maior nome do chamado Metal Cristão em todo o mundo.

O vocalista, que residiu durante anos no Rio de Janeiro, criando laços fortíssimos com o nosso país, entrou para o grupo em 2008, quando da saída do vocalista Christian Liljegren.

Dono de uma voz marcante e potente, foi comparado pela mídia especializada com grandes nomes do Rock/Metal como Dio, Jorn Lande e David Coverdale, e tem alcançado grande reconhecimento a partir do álbum “Course of A Generation” (2009), disco de estréia do vocalista como frontman do Narnia.



Além da sua banda principal, o cara ainda participa do projeto nacional Soulspell Metal Opera no segundo disco do grupo e tem iniciado no país uma nova banda chamada Forged Wings. A banda que o acompanhará nessa turnê é formada pelo guitarrista Douglas Jen (Suprema), tecladista José Cardillo (Eterna, Abstract Shadows e Soulspell), o baterista Bruno Valverde e Raphael Dafras (Forged Wings) no baixo.

Com disponibilidade de datas através da MS Produções, em primeira mão o blog anuncia uma das datas: Germán Pascual se apresentará na cidade de Ijuí, no interior do Rio Grande do Sul, no dia 15 de janeiro.

Na ocasião, que estaremos divulgando e cobrindo nos próximos dias com todas as informações, o vocalista se apresenta ao lado da Pastore, banda do louvável vocalista brasileiro Mário Pastore, que por lá esteve recentemente com o Soulspell, sendo o vocalista que interpreta o personagem principal da história do disco. Além da banda, estão confirmados as atrações locais Fallen (Metallica cover da vizinha Santo Ângelo) e Excellence (na divulgação de seu primeiro álbum) e, para quem esperava a tempos, show com a banda de Thrash Metal Distraught (Porto Alegre).



Quem quiser ter mais informações de como ter show de Germán Pascual pode contatar a MS Produções pelo email manager@msproducoes.net.

A apresentação do uruguaio e demais atrações estarão com ingressos já a venda na segunda-feira dia 29 de novembro pelo email raphakarioca@hotmail.com
com os seguintes valores: 1º lote R$15,00, 2º lote R$20,00, 3º lote R$25,00 e no local R$30,00.

Turnê imperdível. Se você ainda não conhece o trabalho de Germán Pascual, não sabe o que está perdendo!

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Infos sobre a turnê

MS Produções & Eventos Music Group Entertainment
E-mail: manager@msproducoes.net
Escritório - (15) 3326.5340
Celular - (15) 8138.0026

Confira o Myspace do vocalista