O release da gravadora PowerProg
diz que "O Majesty Revival é o mais bem guardado segredo do Metal
Ucrâniano...", ou seja, referindo-se que a banda, vindo de um país pouco
tradicional na cena Metal, onde também não existe apoio,é uma grata surpresa! E
após conferir o trabalho da banda, é impossível não concordar, e o Majesty of
Revival prova que, tendo talento e força de vontade, não existem fronteiras, e
um trabalho de qualidade como o deles não pode ficar escondido, precisa e
merece ser apreciado pelos fãs de Metal. (To read the english version CLIC HERE)
Entramos em contato com a banda,
e conversamos com o fundador Dimitriy Pavlovskiy e a vocalista Nelly, para
saber um pouco mais da banda, do seu segundo álbum, "Iron Gods", da
batalha para passar por cima das dificuldades e levar o nome da banda a um
público maior, além de outros assuntos. Confira e descubra você também este
"segredo ucraniano":
Road to Metal: Para começar, você
poderia fazer uma breve apresentação da
banda, um breve histórico, para os fãs que estão conhecendo a banda agora.
Dimitriy Pavlovskiy: a banda
ucraniana MAJESTY OF REVIVAL foi formada por mim, Dimitri Pavlovskiy, em 2009,
descrevo nossa sonoridade como um brilhante Power Metal Sinfônico com riffs
realmente pesados e solos de guitarra absolutamente dementes. Você será
transportado para um cenário futurista de caos e os confins do gênero Power
Metal e Hard rock através de riffs pesados com vibe neoclássica, passando
pelo Thrash e Speed Metal, vários elementos que usamos para criar o nosso
estilo único. Nestes cinco anos de existência, tivemos uma série de mudanças no
line-up, fazendo 2 álbuns e 1 compilação.
O fundador do MOP, Dimitriy
RtM: Sendo uma nova banda que
busca o seu espaço na cena, que características você destaca como as mais
fortes no Majesty of Revival, e que poderia fazer a diferença neste cenário
competitivo e tão “inchado”?
Dimitriy: Hoje em dia é muito difícil
competir com bandas europeias, mas vamos tentar! Tínhamos um sonho desde o
início e tornar-se conhecidos como, por exemplo um Metallica. Algumas pessoas riam
de nós, mas investimos em nós mesmos, fizemos aulas de música, estudamos. Mas
agora nos damos conta de quão difícil é, na era de tecnologias digitais.
Devido à disponibilidade de
instrumentos musicais/equipamentos, um monte de merda aparece na música hoje em
dia - o negócio da música arrastando a todos - todos querem dinheiro fácil e
fama, muitas vezes não tendo a menor ideia sobre o que é música, a
teoria/harmonia e outros detalhes.
RtM: Você pode nos falar mais
sobre o significado do nome da banda? "Majesty of Revival", o
significado para vocês, e se há alguma história sobre como vocês escolheram o
nome?
Dimitriy: Quando iniciamos em 2009,
nós adotamos o nome "Revival". Quanto aos significados do nome, não
nos detivemos a isso, nós éramos jovens e ingênuos. Em 2010, quando eu estava
sozinho de novo (ex-membros foram embora para os seus países), comecei a procurar
músicos. Em outubro eu conheci Vasily Irzhak e decidimos mudar o nome da banda,
já que o nome "Revival" está em um monte de bandas desconhecidas do
mundo inteiro, assim como vários jogos online. Mas na cena local éramos
conhecidos como Revival, então eu decidi acrescentar "Majesty". Nós pretendíamos
fazer grandes e épicas músicas, com encantadores shows e o nome de
"Majesty Of Revival" pareceu muito adequado para nós!
RtM: “Iron Gods” (Deuses de Ferro)
é o seu segundo álbum, nos conte a respeito do significado deste título e
se há um conceito em especial no álbum?
Dimitriy: Costumamos escrever a
música e damos títulos de trabalho para as músicas. Enquanto trabalhava nas
músicas entendemos sobre o que deveria ser uma canção. Em seguida, começa a
trabalhar nas letras. Assim foi com a faixa-título do álbum. Mas esta faixa
deve ser continuada na acepção da primeira faixa "Nameless
Visitante." Oleksa Dynnyk surgiu com letras para "Deuses de
Ferro".
O próprio nome veio à minha mente quando o álbum estava em fase de
gravação. Foi uma história muito divertida. Na Internet aparecem posts
populares como: "Faça um nome para a sua banda a partir das primeiras
letras de seu nome." Bem, eu tentei - surgiu o nome "Deuses de
Ferro". Soou esnobe, mas legal. E eu pensei, "vamos chamar esta
música de Iron Gods!" Mas todos acharam tão legal que nós resolvemos
batizar o álbum de "Deuses de Ferro".
RTM: E sobre a produção do álbum? Foi
produzido pela própria banda? Eu acredito que você também tiveram uma boa
pré-produção, porque o som da banda tem muitas variações e é bastante complexa.
Dimitriy: Sim, o álbum foi
produzido pela própria banda. Temos pessoas que nos ajudaram a fazer o o
novo álbum soar mais pesado do que o anterior, mas principalmente nós produzimos "Iron Gods" (Deuses Ferro) por nós mesmos. Tivemos muitos problemas durante a gravação. Devo
dizer que este registro nos trouxe muito trabalho.
RtM: Eu acho que as músicas
"Nameless Guest", "Infernal Grays" e "Nocturnus
Gate", são músicas boas para apresentar a banda, e, representam bem o som
do Majesty of Revival, com muitas variações, peso, com peças sinfônicas e
melódicas, grandes arranjos vocais e instrumentais (a propósito gostei muito
dos vocais em "Nocturnus gate" com uma passagem bem operística).
Você concorda? Você poderia falar um pouco mais sobre essas músicas?
Dimitriy: Obrigado. Bem, talvez. "Nameless Guest" está abrindo caminho para "Iron Gods". Tivemos a idéia de
fazer uma música de abertura muito pesada, rápida e épica. Esta faixa tem um monte
de solos, quebras, vocais épicos ... Esta é a única faixa que temos que fala sobre dragões, magos, espadas, blablabla - nós não costumamos escrever músicas com temas de
fantasia. A Faixa Título "Iron Gods" continua o tema llírico de Nameless Guest - é a tônica de todo o álbum.
Infernal Grays - é uma potencial faixa Prog Metal. Nós experimentamos com partes vocais durante a gravação desta canção, e
que acabou por ser muito bem sucedidas - filmamos um clipe para ela inclusive. "Nocturnus Gate", eu acho que é a nossa música mais "Dark" de todas. Com coros
reais!
RtM: Se vocês tivessem que escolher suas
músicas favoritas dos dois álbuns, quais seriam e por quê?
Nelly: Eu escolheria a música "Nocturnus Gate", do "Iron Gods", por causa de suas partes de corais dark e
órgãos. Traz uma atmosfera misteriosa. Eu também eu escrevi as letras para
ela. É a música mais próxima de mim.
Como eu gosto de ouvir vocais guturais e
órgãos, minha escolha também seria "Magnalia Dei" do 'Through Reality'
Dimitriy: Oh..Eu gosto de todas! Mas
se eu tivesse que escolher favoritas .. Eu acho que seria "Self-control", "Reality", "The Code" do
primeiro álbum, e "Lost Empire", "Nocturnus Gate",
"Close Your Eyes" do segundo.
RtM: E quando você criou a banda já
tinha uma ideia sobre o conceito, de como soaria e a direção da Banda? Que influências você poderia citar como importantes para vocês?
Dimitriy: Quando nos conhecemos,
não tínhamos ideia do que iríamos tocar. Tocamos de tudo - jazz, rock, pop, Metal.
Depois de algumas demos a gente começou a perceber que o Metal era mais
qualitativo! Em relação à influências, um monte delas. Pessoalmente, eu fui
influenciado por artistas como Metallica, Accept, Symphony X, Time Requiem,
Stevie Ray, Black, Vacuum, Waltari e muitos outros. Basicamente, a música que toca
minha alma, antes de chegar ao meu cérebro. Nosso baterista escuta mais
fusion, djent, Thrash Metal. Os outros membros da banda também são fãs de
música, eles ouvem música de diferentes estilos.
Nelly
RtM: E quanto a cena musical na Ucrânia? O
que você pode nos contar? Existe espaço e apoio para as bandas de
Metal? Quais são as principais dificuldades que você encontrou para formar a
banda, a gravação do álbum e conseguir um contrato com uma gravadora?
Dimitriy:Cena musical na
Ucrânia? Hah! Não há mercado de música na Ucrânia, propriamente dito. Pop, música
popular é mais difundida aqui. Mas todos os músicos locais são muito pobres, organizadores não pagam pelos shows.
Ninguém se importa com bandas - festivais, clubes
- eles convidam apenas bandas bem conhecidas para tocar. Obter um contrato de
gravação para uma banda ucraniana é irreal. Gravadoras não assinam com bandas de países da CEI! Foi uma surpresa quando recebi e-mails de alguns selos
europeus para lançar nosso segundo álbum.
RtM: Eu vi que você postou sobre seu
álbum solo, e também que você foi convidado para participar de duas Metal
Operas. O que você pode nos dizer sobre esses projetos?
Dimitriy: Bem, eu planejava
fazer o terceiro álbum solo no final de 2014, Mas o manager da Majesty Of Revival
disse-me "a tour para o Iron Gods será a partir de Setembro de 2014", por
isso decidi gravar a partir de março de 2014, Agora 90% está feito. Estou
esperando finalizar alguns vocais na Finlândia, e depois vou começar as tratativas com os selos para o lançamento. Os meus álbuns solo anteriores tiveram muito bons feedbacks
e vendas, assim eu decidi fazer a última parte da trilogia POWERSQUAD este
ano. Este álbum não é típico para mim e, por vezes, difícil. Ele inclui vários
estilos do jazz ao rock, do pop ao techno e metal extremo.
RtM: E quanto as óperas?
Dimitriy: Sobre as óperas - povos veio até mim
com propostas para participar de seus projetos e eu concordo. Não posso dizer
mais - você vai ouvir mais novidades em breve, pois permitem que eu fale sobre
isso. Só posso dizer uma coisa, o que não só óperas são internacionais e irá
incluir muitos músicos famosos. Também em uma das óperas que eu serei o
co-escritor.
RtM: Acompanhamos nos noticiários o stress diário relacionado a conflitos em seu país, inclusive muitos brasileiros vivem aí, jogadores de futebol. Como você está
vendo tudo isso? É muito difícil de entender algumas coisas, a razão desses conflitos que ocorrem em todo o mundo, especialmente em vista das boas pessoas, e
ainda mais pessoas relacionadas com a arte e a música, que são coisas que
existem para tornar a vida das pessoas melhor.
Dimitriy:Eu não sei como
comentar a situação em nosso país. Um bando de idiotas em governos russos,
europeus e ucranianos estão fazendo dinheiro com a guerra, em cima da morte de
pessoas. O que poderia ser pior? Com esse dinheiro, que eles patrocinam as
ações militares e jogam nações contra os outros, eles poderiam construir
milhares de hospitais para crianças e pessoas doentes.
O universo é dado a nós
para criar bondade, mas um grupo de caçadores de riquezas lutam uns contra
os outros pelas mãos de nações. O mais triste é que as pessoas não estão cientes
disso, e cegas vão matando uns aos outros. O que mais há a dizer ....
Nelly: Nós não temos visto brasileiros em nossa região, mas no resto do país eles provavelmente estão. Eles não são difíceis de entender - os ucranianos - só querem ser livres, estar
livres de corrupções, saindo da antiga união soviética, para se tornar um país europeu.
Você pode ver em todos os tipos de arte, em todos os gêneros de música.
Ucranianos possuem espírito de liberdade e eles vão lutar por ela,
mesmo que seja doloroso. Há apenas uma pessoa que nos interfere e apoia terroristas pró-Rússia. Todos neste mundo sabem quem é ...
RtM: Bem, obrigado por sua atenção,
parabéns pelo seu ótimo trabalho e muito boa música! Eu deixo o espaço para você enviar uma mensagem aos fãs!
Nelly: Para todas aquelas
pessoas que são apaixonadas música ou por outra arte preciosa, eu gostaria de desejar a paz em seus corações e um êxtase total !! Amo vocês, pessoas esplêndidas!
Com a vinda do virtuoso guitarrista ao Brasil, com a tour de divulgação do álbum "Spellbound", depois de alguns anos sem passar por aqui, os fãs já devem estar com aquele expectativa do set-list, de se esta ou aquela música estará na pauta. Todos tem suas preferências, e certo que se fizéssemos, cada um dos redatores do Road, a sua lista, dificilmente teríamos duas iguais, mas com certeza algumas estariam presentes em todas as listas, ou pelo menos em 99%, como "Far Beyond the Sun", "Black Star" e "Rising Force", por exemplo.
O guitarrista, que se apresentará pela América do Sul e fará 3 shows no Brasil (São Paulo, Curitiba e Porto Alegre), promete um show eletrizante, e também apagar de vez alguma má impressão da passagem em 2001, quando alguns fãs vaiaram a execução do hino dos EUA pelo guitarrista, causando certa confusão.
Famoso também por seu temperamento e algumas excentricidades, afinal todo gênio é um pouco louco, Yngwie, nome de batismo Lars Johann Yngve Lannerbäck, é dono de técnica impecável e tem controle total do instrumento, sendo um dos maiores guitarristas de todos os tempos, criando um estilo próprio e sendo o guitarrista que melhor casou a guitarra Rock com a música clássica, tendo influenciado muitas gerações de guitarristas e sendo admirado e reconhecido por outros músicos do quilate de Joe Satriani e Steve Vai.
Bom, vamos lá então, dentre os mais de 20 álbuns do guitarrista e multi-instrumentista, alguns excelentes, outros, mais recentes, um pouco abaixo do que ele pode mostrar, fiz aqui uma lista de 10 músicas que ao meu ver não podem faltar nos shows:
1) Música: Black Star (Rising Force - 84). O "Rising Force", assim como os dois seguintes, se dependesse de mim, ele poderia tocá-los na íntegra, e não é por acaso que desses três podemos tirar algumas das melhores músicas do suéco! Estes primeiros, foram os que ele conseguiu balancear muito bem a técnica, feeling, velocidade e ainda refrãos bem marcantes.
2) Música: Far Beyond The Sun (Rising Force - 84). Impossível não ter essas duas deste álbum pelo menos!
3) Música: "I'll See The Light Tonight" (Marching Out - 85). Complicado escolher nestes primeiros! Nestes dois vale lembrar que o vocalista também era outro jovem talento, Jeff Scott Soto. Aqui já apareciam músicas de mais fácil assimilação e refrãos ganchudos!
4) Música: "You Don't Remember, I'll Never Forget" (Trilogy - 86). Criatividade a toda, neste álbum os vocais ficaram a cargo de Mark Boals, e o Hard Rock, com refrãos e riffs ainda mais marcantes, era o que comandava o álbum, e também trazia os irmãos Johansson nos teclados e bateria.
5) Música: "Rising Force" (Odissey - 88). Com Joe Lynn Turner na voz, e seguindo um caminho ainda mais "comercial", embalado pelos resultados de "Trilogy", "Odissey" traz muitos bons hits e refrãos. Essa tendência se seguiria nos seguintes, "Eclipse" e "Fire And Ice", que traziam Göram Edman nos vocais.
6) Música: "Never Die" (The Seventh Sign - 94). Os anteriores foram bons, mas não traziam, em minha opinião, músicas tão marcantes como os anteriores, já "The Seventh Sign", além de novas mudanças na formação (novidade!), e com Michael Vescera no microfone, veio com vários hits potenciais, e ainda baladas bem marcantes. O hiato mais longo fez bem.
7) Música: "Forever One" (The Seventh Sign - 94). Assim como nos três primeiros, tem várias aqui que eu não dispensaria. Escolhi esta balada porque, além de ser muito boa e grudar na mente, é bom ter algumas baladas no set-list.
8) Música: "Like An Angel" (Facing The Animal - 98). Mais um momento calmaria, mas é uma bela faixa, com muito feeling e partes acústicas tocantes. Neste álbum temos o grande Mats Leven, mantendo o alto nível dos vocalistas e o lendário Cozy Powell na bateria.
9) Música: "Playing With Fire" (Alchemy - 99). Contando com Mark Boals novamente, "Alchemy" também traz músicas bem consistentes, podendo citar aí a "Blitzkrieg" e "Leonardo". 10) Música: "Trilogy Suite Op:5" (Trilogy - 86). Não teve jeito, tem muitas dos três primeiros que não poderiam faltar, então tive que colocar mais uma, e "Trilogy Suite" representa bem aquela fase maravilhosa, e é cheia de feeling e bom gosto, além de ser uma ótima amostra do estilo Neo-Clássico do guitarrista.
Texto/Edição: Carlos Garcia Revisão: Eduardo Cadore Canais Oficiais do Malmsteen:
Se uma coisa de positivo pode ser tirada das tragédias é que elas servem para marcar um recomeço na base da coragem, da força e da capacidade de todos. Como professor de geografia da rede publica e grande admirador da cultura japonesa, decidi fazer a resenha de um grande lançamento nipônico de um cara que tem o espírito daquele povo:técnico, habilidoso forte e extremamente carismático.
Quem curte Power Metal, Animes, ou e guitarristas sharedcom certeza conhecem Syu, seja pelas suas participações em bandas como Animetal, Galneryus , Valkyr, Aushvitz, Masaki Project, entre outras, ou então pelas sua incrível técnica e velocidade que impressiona a todos que o viram em ação, sendo considerado a resposta japonesa ao Malmsteen.
Sente a presença do maludo
Sendo que no finalzinho do ano de 2010 o cara decidiu pagar um tributo para todas as suas influencias como guitarrista e arriscando alguns vocais também, escalou alguns músicos como Masatoshi sho (vocalista do Galneryus), Yuhki (tecladista do Alhambra).
Com esse time, batizou com o nome de Crying Star e lançou um verdadeiro petardo, “Stand Pround” (2010).
È difícil apontar destaque em álbuns de cover, mas faixas como “Damnation Game” (Symphony X, com Romero sendo muito bem homenageado), “Silverwing” (Arch Enemy, dos irmãos Amott), “Never Die” (Malmsteen não poderia faltar), “Against The Wind” (Stratovarius), “I Remember You” (sim, a balada do Skid Row) e “The Spirit Carrie On” (Dream Theater), ou seja, quase todas sedestacam (e olha que o álbum ainda tem In Flames, Scorpions, entre outros).
Syu com sua banda principal
Um único “porém” poderia ser dito pelo fato de que um guitarrista tão talentoso como Syu poderia nos presentear com composições próprias, além de covers, tanto na sua banda principal ou em trabalhos solos, já que inspiração e talento não iria faltar.
Texto: Harley
Revisão: EddieHead
Tracklist
1. Street Lethal (Racer X) 2. The Damnation Game (Symphony X) 3. Silverwing (Arch Enemy) 4. Never Die (Yngwie Malmsteen) 5. We’ll Burn The Sky (Scorpions) 6. Alone (Heart) 7. Against The Wind (Stratovarius) 8. Thoughts Of A Dying Atheist (Muse) 9. Red Sky (MSG) 10. I Remember You (Skid Row) 11. The Spirit Carries On (Dream Theater) 12. Only For The Weak (In Flames)