Mostrando postagens com marcador Finally Doomsday. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Finally Doomsday. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Cobertura de Show: Matanza Fest - Estilos Diferentes, Mesma Paixão Pelo Metal (13/12/14, Pepsi On Stage)


No dia 13/12, o Pepsi On Stage foi o palco de mais uma edição do já tradicional Matanza Fest na cidade de Porto Alegre. Com um cast totalmente pesado, a festa esse ano contou com as bandas FINALLY DOOMSDAY (RS), BRUJERIA (USA), BIOHAZARD (USA) e os anfitriões e donos da festa, MATANZA!

Pontualmente ás 20h30min, conforme o cronograma, o Grindcore da FINALLY DOOMSDAY sobe ao palco pra dar inicio aos trabalhos. E a banda está cada vez melhor! Mais entrosada e tocando com sangue “no zóio”, a banda formada por Sebastian Carsin (guitarra e vocal), Rafael Giovanolli (guitarra), Felipe Nienow (baixo) e Márcio Jameson Kerber (bateria), trouxe toda garra e fúria do Grindcore pra uma galera que já preenchia um bom espaço do local.


Após a introdução, Rise Again, seguida de Raven’s Circle mostrou que a banda não está pra brincadeira e que, já passou da hora de um full lenght! Kamikaze Attack e na seqüência, a “desgraceira” Subhumans Conditions continuaram o ataque sonoro. Os já tradicionais covers do Ratos de Porão, Vida Animal, e Napalm Death, From Enslavement to Obliteration (nem parece que essa porrada já tem mais de 25 anos) antecederam a saidera e  já clássica Post Nuclear Armaggedom. Grande de show de uma grande banda! O Heavy Metal do RS vai muito bem, obrigado!


Após um intervalo relativamente curto, eis que um dos shows mais aguardados do festival se iniciava: BRUJERIA! E que grande show! A banda, sempre cercada de polêmicas trouxe pro Matanza Fest um set recheado de clássicos. Contando com Hongo Jr. (Nicholas Barker, - Cradle of Filth, Dimmu Borgir, Lock Up, entre outros) na bateria,  El Cynico (Jeff Walker - Carcass) no baixo, AA Kuerno na guitarra ( segundo informações que obtive, ele trabalha como técnico de som do Carcass e tem uma banda juntamente com Shane Embury, que atende por Hongo e é o guitarrista “titular” do grupo), El Sangron, que divide os vocais com o líder Juan Brujo, o grupo, em uma hora e cinco minutos, despejou toda a “fuerza” da súa música.

Falando em espanhol durante quase todo o tempo (exceção feita a alguns “motherfucker”, “fuck”) porradas como El Desmadre, No Aceptan Imitaciones, Marcha de Ódio, La Migra, Cuiden a los Niños e Brujerizmo fizeram com que rodas se abrissem no meio do público.

Um dos destaques do show, além é claro das performances sempre destruidoras de Nicholas Barker e Jeff Walker, foi o guitarrista AA Kuerno. Muito bem “mezclado” ao grupo, o músico substituiu o grande Shane Embury a altura. “Saludos!”, Juan Brujo e El Sangron mandavam a todo instante, enquanto mais e mais clássicos nos eram oferecidos.

         
Consejos Narcos e La Ley de Plomo também foram muito bem recebidas, assim como Matando Gueros, talvez a mais esperada, e oriunda do homônimo álbum, lançado em 1993, provou que, muitos que ali estavam, era por causa do grupo. Ao término, enquanto os músicos deixavam o palco, Juan Brujo interagiu com a galera ao som de Marijuana. Sim, uma versão politicamente incorreta da medonha Macarena. E teve banger fazendo aquela conhecida coreografia... Sem dúvida, um grande show!


Mais um intervalo, e era a hora da lenda do Hardcore nova-iorquino. O BIOHAZARD estava de volta á capital gaúcha! Sem muita conversa, Billy Graziadei (vocal e guitarra), Scott Roberts (baixo e vocal), Bobby Hambel (guitarra) e Danny Schuler (bateria) entram no palco detonando aquela mistura de Hardcore, Metal e porque não dizer, de Rap, como só eles sabem fazer! Dona de uma performance simplesmente destruidora, a banda mostra a que veio detonando clássicos como Shades of Grey, Urban Discipline e Wrong Side of the Tracks, na qual, Billy, literalmente, vai pra galera! O guitarrista desce do palco, pula a grade e fica de pé, sendo segurando pelo público, tocando e agitando como se estivesse no palco! Simplesmente matador!

Scott Roberts, que substituiu Evan Seinfeld também não fica atrás. Sem parar um minuto e também cantando de forma correta, o baixista provou que sua escolha foi acertada. E tome mais Hardcore! Tales From the Hard Side e Victory também se destacaram. O batera Danny Schuler tem uma pegada bem característica ao Hardcore, pois além da velocidade, tem a “mão pesada”, e com isso, consegue deixar essa mistura bem homogênea.


Mas o grande destaque da banda é Bobby Hambel! Na boa, o cara entra ligado em 220 volts e sai em 380!!!! Seja pesando a mão no riffs, dando aqueles pulos tão comuns ao estilo Biohazard, ou mesmo com aqueles giros enquanto toca, o guitarrista é o grande destaque da banda. Não que Billy Graziadei fique muito atrás (afinal, na maior parte do tempo, o guitarrista se comunicava em um “bom” português com a galera), mas essa dupla, com certeza é uma das melhores do mundo, no estilo, ao vivo.


Punishment não poderia faltar e leva Billy novamente ao meio do público. Com um show que durou cerca de uma hora, o Biohazard fez, na minha opinião, o melhor show da noite! Uma grande banda que precisa voltar a Porto Alegre para um novo show!
         
E era chegada a hora dos donos da festa! Passava da meia noite quando o MATANZA entrou no palco com seu Countrycore! E os anfitriões não deixaram por menos! Jimmy London (vocal), Mauricio Nogueira (guitarra), China (baixo) e Jonas (bateria) já chegaram com a galera na mão, sendo que um dos grandes destaques do show seria a execução na íntegra do álbum Santa Madre Cassino com a participação do ex-guitarrista Donida.


O grupo tocou vários de seus clássicos, como O Último Bar, Remédios Demais, Pé na Porta, Soco na Cara, Odiosa Natureza Humana, Não Gosto de Ninguém, Maldito Hippie Sujo... Um dos grandes destaques da banda é o guitarrista Mauricio Nogueira. Tendo tocado com nomes como Krisiun e Torture Squad, ele imprime ao som do Matanza um peso, mesmo a banda tendo apenas uma guitarra ao vivo. Algo que irá mudar, conforme anunciado logo mais...

Com a palavra, Jimmy volta e meia tecia seus comentários. Em um dos tantos irônicos, ele agradeceu a todas as bandas que estavam participando do festival, elogiando a performance de cada uma. E no final disse: e depois de tanta banda foda, agora vocês tem que aturar a merda do Matanza... Precisa dizer que tomou uma vaia sem tamanho????

Mais algumas músicas e então Jimmy chama ao palco Donida “Maestro Vareta” pra executar o álbum de estréia da banda. E as músicas ficaram bem melhor! Com duas guitarras, houve um acréscimo de peso e sons como Ela Roubou Meu caminhão, Eu Não Bebo Mais, E Tudo Vai Ficar Pior, As Melhores Putas do Alabama e Santa Madre Cassino ficaram muito mais encorpados!


Ao término, Jimmy revela que a banda está em estúdio e que devemos ter um novo trabalho do grupo no próximo ano. E que a partir de agora, Donida estava de volta à banda! E como amostra do que vem por aí, tocam Matadouro 18, música que fará parte do disco a ser lançado! Uma música que revela que essa nova dupla, tem muito a acrescentar ao som do Matanza! Após mais algumas músicas, o show chegou ao seu final.

Chegava ao fim, mais um Matanza Fest! Quatro grandes bandas que fizeram grandes shows. Que em 2015, tenhamos mais uma edição aqui no RS!


Cobertura por: Sergiomar Menezes
Fotos: Uillian Vargas
Edição/revisão: Renato Sanson


          

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Matanza Fest 2014: Encerrando o Ano em POA/RS em Grande Estilo! (Realização: Abstratti Produtora)


O povo gaúcho é um povo muito tradicionalista e gosta de cultivar as tradições. Mesmo as que não se encaixam do quesito “Gauchesco”. O feriado do dia vinte de setembro é tradicional, curtir um chimarrão ao sol na usina do Gasômetro é tradicional entre muitas outras oportunidades de se exercer o tradicionalismo.

A mais nova tradição é: MATANZA FEST EM DEZEMBRO. Até pode acontecer em outras datas, mas o fato é que sabemos que em dezembro ele retorna aos pampas para encerrar o ano. Para alguns, é um evento tão importante quanto o natal (este que voz escreve, por exemplo).  Normalmente a surpresa e expectativa ficam por conta dos componentes do fest.

Esse ano a Abstratti Produtora chutou o balde e, como um sniper, acertou um disparo único e certeiro. O cast será composto por, ninguém mais ninguém menos que:
Finally Doomsday (RS), Brujeria (MÉX), Biohazard (EUA) e Matanza (RJ) e salve-se quem puder, digo “compre seu ingresso” quem puder, pois esgotarão em breve, com certeza!

Brujeria, como se fosse uma carga de explosivo plástico C4 prestes a explodir, desembarcam em Porto Alegre. Os norte americanos da Biohazard chegam com a podreira pra sacudir o Pepsi On Stage, nossos conterrâneos da Finally Doomsday mantêm a situação fora de controle e o Matanza acionam o “Botão Vermelho” tocando o Santa Madre Cassino, na integra (desta vez com o Donida na guitarra – Sim, isso mesmo).

Fiquem ligados nas informações para não ficar de fora dessa noitada histórica de destruição, beberagem e muito Punk/Country/Thrash/Death/Grindcore!

Não está acreditando ainda? Então se liga nesse vídeo do Billy Graziadei do Biohazard te chamando pro Matanza Fest:



Texto: Uillian Vargas
Edição/revisão: Renato Sanson


Local:
Pepsi on Stage (Av. Severo Dullius, 1995)

Quando:
13 de dezembro, sábado, 20h.

Ingressos:
1º Lote: R$50,00
2º Lote: R$60,00
3º Lote: R$70,00


Pontos de venda:
Online
www.ticketbrasil.com.br (em até 12x no cartão)

Lojas
Sem taxa de conveniência
Youcom - Bourbon Wallig - 3º piso (fone 51-21181186)

Com taxa de conveniência de R$3,00
Youcom - Bourbon Ipiranga - 1º piso (fone 51-32045210)
Youcom - Shopping Praia de Belas - 3º piso (fone 51-32065530)
Youcom - Barra Shopping - térreo (fone 51-32065423)

Censura:
14 anos

Informações:
Abstratti Produtora
(51) 3026-3602






sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Resenha de Show - Decimator, Finally Doomsday e Toxic Holocaust: A União do Underground


Na quarta feira, dia 08/10, a Embaixada do Rock em São Leopoldo, foi sede de uma noite de celebração ao underground. Um excelente público compareceu ao show que teve como principal característica a união entre a cena Punk e Metal da região. Com um pouco de atraso, o evento teve como bandas de aberturas o Thrash Metal da Decimator e o Grindcore da máquina de destruição chamada Finally Doomsday.

Abrindo os trabalhos, a Decimator, formada por Paulo Hendler (vocal e guitarra), Rodrigo Weiler (guitarra), Patrícia Bressiani (baixo) e Alceu Martins (bateria), chegou contagiando o público que ainda estava chegando ao local, com seu Thrash vigoroso. Com 15 anos de estrada, e dois CDs lançados (Kiling Tendency – 2007 e Bloodstained -2010), o grupo mostrou que nossa cena não deve nada ás lá de fora. Uma banda coesa, focada e bem humorada em cima do palco, deu início as rodas que se abririam durante o resto da noite. Destaque para a boa comunicação do vocalista Paulo Hendler. 


Decimator
Um show uniforme do inicio ao fim com um set bem escolhido para o pouco tempo ao qual a banda dispunha. Pra quem não teve oportunidade ainda de assistir a banda, há vídeos no YouTube desta apresentação com as músicas Vivisection, Alien Spring e Pushing. Merecem destaque o trabalho das guitarras e também para a cozinha da banda onde a performance de Patrícia e Alceu merecem méritos. Sem dúvida alguma, a Decimator é uma das grandes bandas do Metal Gaúcho!

Após um breve intervalo, sobe ao palco a Finally Doomsday. Um massacre sonoro, no melhor sentido da palavra! A banda formada por Sebastian Carsin (guitarra e vocal), Rafael Giovanoli (guitarra), Felipe Nienow (baixo) e Márcio Jameson Kerber (bateria) trouxe ao palco da Embaixada toda a podreira e agressividade do Grindcore em músicas como Raven’s Circle, Subhuman Conditions, Post Nuclear Armaggedom e no cover do grande Napalm Death, From Enslavement to Obliteration. Destaque para a comunicação do vocalista Sebastian Carsin que volta e meia soltava pérolas como: “Vamos se mexer galera, isso aqui não é show do Dream Theather...” Como se fosse possível ficar parado perante a porradaria perpetrada pela banda. Em certo momento, o batera Márcio Jameson destacou a união do público naquela noite, ressaltando que: “aquela era a vibe tanto da banda quanto do próprio Toxic Holocaust, pois não vale de nada ficar Punk contra Metal, thrasher contra hard rocker se no fim o governo acaba nos f...”  Sábias palavras! 


Finally Doomsday 
A banda ainda chamou ao palco uma das grandes figuras do Metal gaúcho, Maicon Leite, pra executar um dos maiores clássicos do Ratos de Porão: Vida Animal! E com o perdão do trocadilho, ficou animal! Na minha opinião, sem sombras de dúvidas, o melhor show da noite!

Após mais um intervalo (um pouco mais demorado, diga-se), eis que surgem Joel Grind (guitarra e vocal), Philty Gnaast (baixo) e Nikki Rage (bateria) pra colocar a máquina Thrash TOXIC HOLOCAUST em funcionamento. Entrando com o jogo ganho, e abrindo com uma música do seu mais recente trabalho, Awaken the Serpent, a banda mostrou logo de cara que o entrosamento faz a diferença. In the Name of Science, Reaper’s Grave e Death Brings Death deram seqüência ao show, fazendo com que a galera abrisse rodas e mais rodas. Destaque para o baterista Nikki, com uma pegada digna dos grandes bateristas de Thrash. Já o baixista Philty, apesar de bom músico, se mostrou um tanto “poser”, se é que ainda pode-se usar essa palavra.


Toxic Holocaust
Enquanto Joel Grind se comunicava e interagia com o público, o baixista por vezes se mostrou indiferente à histeria de alguns fãs, chegando ao ponto de em certo momento, acontecer um incidente envolvendo alguém da platéia e o baixista. Fato esse que causou um problema técnico no equipamento, o que fez com que Joel tirasse da cartola o riff the Balls to the Wall do Accept... Não é preciso dizer que a galera foi ao delírio... Problema resolvido e o show teve seqüência com War is Hell, 666, Gravelord e Acid Fuzz foram mais alguns dos destaques do bom show executado pelo grupo. O final com a “clássica” Nuke the Cross já emendou com Metal Attack e Bitch, encerrando o show. Após o término, a banda ficou um tempo tirando fotos com a galera.



Um bom show. Mas que a meu ver, não foi o melhor da noite...

Fica o registro do empenho da galera em comparecer ao evento, pois mesmo sendo em uma quarta feira, a presença de público foi excelente, mostrando que o underground segue vivo e forte! Parabéns ao pessoal do Storm Festival, á Makbo e também a Embaixada do Rock pelo organização do evento.


Cobertura por: Sergiomar Menezes
Fotos: Sergiomar Menezes/Valter Borba
Edição/revisão: Renato Sanson 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Revista Online Hell Divine Olhando Cada Vez Mais Para a Cena Gaúcha


Eis o terceiro lançamento da revista virtual Hell Divine que traz mais uma super coletânea “Upcoming Hell” com o que temos de melhor no underground brasileiro e nesta terceira edição os gaúchos marcam grande presença.

Temos a Decimator (Thrash Metal - POA – RS) com faixa “Call To War”, que está no seu segundo álbum “Bloodstained” que saiu este ano (confira entrevista clicando aqui), também marcam presença Evil Emperor (Death Metal – POA – RS) com a música que dá nome a seu primeiro álbum que está previsto para sair este ano “Evil Emperor” (confira entrevista clicando aqui), Phornax (Heavy Metal – POA – RS) também aparece com a faixa “Silent War” que nomeia o primeiro EP da banda, também está previsto para sair este ano, Finally Doomsday (Death Metal / Grind Core – POA – RS) com a faixa “Post Nuclear Armageddon” que está presente na demo “Finally Doomsday” lançado este ano e, fechando as participações gaúchas, Hammer 67 (Metal Industrial – Caxias Do Sul – RS) com a faixa “Time to Burn” do seu primeiro álbum “Mental Illness”, cuja resenha em breve você encontra aqui.

A revista online, que acaba de lançar sua 5º edição (faça download aqui), tem crescido muito entre os headbangers do Brasil, especialmente, trazendo grandes entrevistas, resenhas dos principais lançamentos e, o melhor, com galera que entende do assunto. Vale conferir quem ainda não conhece, pois quem conhece espera cada edição com ansiedade.


Texto: Renato Sanson

Revisão/edição: Eduardo Cadore

Fotos: Divulgação


Nota do editor chefe da revista, Pedro Humangous:

A cada dois meses - intercalando com cada lançamento de uma nova edição da revista Hell Divine - procuramos lançar uma coletânea digna de nos representar. Para isso, buscamos as melhores bandas do nosso cenário nacional e internacional. As bandas mais conhecidas já não precisam de tal exposição. Portanto, damos espaço para o underground - que convenhamos, é repleto de bandas sensacionais! Apresentamos então, o volume 3 do Upcoming Hell! Como costumamos dizer: Aproveitem, baixem e divulguem bastante! É pra vocês, é de graça! GO TO HELL!!


Tracklist

01 - Against Tolerance - Cold Hearts

02 - Age Of Artemis - Truth In Your Eyes

03 - Andragonia - Silent Screams

04 - Cangaço - Sete Orelhas

05 - Comando Nuclear - Unidos pelo Metal

06 - Confiteor - More Than Their Lies

07 - Decimator - Call to War

08 - Deus Castiga - Darkest Night

09 - Evil Emperor - Evil Emperor

10 - Finally Doomsday - Post Nuclear Armageddon

11 - Hammer 67 - Time to Burn

12 - Hate In Flesh - Wondering Through Despair

13 - Nekrost - The Dark Path

14 - Phornax - Silent War

15 - Spallah - Shine

16 - Tales For The Unspoken – Makumba


Faça o download desta coletânea clicando aqui.