Mostrando postagens com marcador Hevilan. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hevilan. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Hevilan: Assista ao Vídeo Clipe do Melhor Disco de 2013

Primeiro vídeo clipe oficial de aclamado disco de 2013

Em 2013 o álbum “The End of Time” da banda brasileira Hevilan ganhou em votação pública neste site o primeiro lugar como melhor disco nacional daquele ano. E, de fato, merecidamente, afinal de contas o álbum, que é o primeiro completo da banda, trouxe composições fortes, rápidas e pesadas, mesclando elementos do Power/Prog Metal com o Metal Moderno.

O que estava faltando para coroar o bom trabalho e seguir forte na divulgação era um vídeo clipe oficial que veio agora em julho com “Desire of Destruction”, nada menos que a melhor e mais pesada faixa do disco. Aliás, a escolha se deu pelo público, já que a banda abriu enquete no inicio do ano para selecionar a canção que ganharia vídeo clipe.

Capa do Melhor disco de 2013 segundo nossos leitores

Com uma gravação de alta resolução, a direção ficou a cargo de Caio Cortonesi e traz a banda tocando num ambiente destruído, abandonado, com tomadas captando muito bem a energia do grupo que agora está completo com o baterista Rafael Dyszy, já que a bateria do álbum fora gravada pelo mundialmente conhecido Aquiles Priester (Hangar, ex-Angra).

Os produtores interessados em um show da banda devem entrar em contato pelo email  contato@msmetalpress.com


Formação
Alex Pasqualle (Vocal)
Johnny Moraes (Guitarra)
Biek Yohaitus (Baixo)
Rafael Dyszy (Bateria)


Texto/edição: Eduardo Cadore
Fotos: Divulgação
Assessoria: MS Metal Press

Depois de assistir ao vídeo clipe, confira nossa entrevista com a banda e resenha do álbum abaixo

Entrevista
Resenha


Acesse e conheça mais sobre a banda

segunda-feira, 17 de março de 2014

Entrevista: Hevilan - "A Busca Pela Excelência é Fundamental"


O Hevilan foi um dos destaques na cena Metal no ano passado, com o lançamento do debut "The End of Time", primeiro álbum que teve até uma certa demora para ser lançado, pois a banda foi formada em 2005, tendo lançado em 2006 o EP "Blinded Faith", que recebeu ótimas críticas, inclusive sendo destaque na maior revista especializada do país, a Roadie Crew, onde foi apontado como um dos melhores EPs dos últimos tempos.

A banda não relaxou com os elogios recebidos, e continuou trabalhando e buscando amadurecimento musical, trabalhando suas composições, para, na hora em que entendessem como a certa, registrar as canções selecionadas com alta qualidade, gravando o álbum em quatro estúdios diferentes, e ainda contando com convidados de peso, como Aquiles Priester na bateria, já que buscavam um músico de alta capacidade para registrar as músicas, além de Vitor Rodrigues participando em 3 faixas.

A banda também prepara o lançamento do álbum no exterior, sendo que gravou recentemente a faixa "Quest of Illusion 2014", que entrará como bônus nessa versão que sairá lá fora, além disso, recentemente o guitarrista Johnny Moraes foi selecionado para a banda de apoio do vocalista Warrel Dane, na sua tour pela América do Sul.

Confira a exclusiva que a banda concedeu ao Road, onde conversamos sobre o álbum, planos futuros e muito mais!  (ENGLISH VERSION: CLICK HERE)


Road to Metal: A Hevilan é uma banda com certa trajetória, com alguns anos de estrada, mas parece-nos que, apesar do destaque com o EP “Blinded Faith” em 2006, só agora, com o lançamento do “The End of Time” que o grupo passou a chamar atenção na mídia especializada nacional. O ano de 2013 foi a escolha ideal para o disco? Desde quando vocês possuíam essas canções e quando decidiram que era hora de torna-las parte de um disco?

Johnny Moraes: Na verdade, a escolha do ano de 2013 para lançar o disco não foi intencional, a produção do álbum foi demorada mesmo. Ela envolveu a participação de quatro estúdios diferentes: Spark, El Rocha, Johnny’s lair e finalmente o Norcal, onde foi finalizado. As canções envolvem um grande período composicional meu e do Biek. A música mais nova deste trabalho é a “Re-Genesis”.

Biek Yohaitus: Nós compomos muito porque nos sentimos muito bem fazendo isso. Para esse trabalho foram quase 30 músicas minhas e do Johnny. Nós selecionamos 9 músicas do “The End of Time” em 2012. Outras 5 já estão gravadas, uma saiu como bônus track aqui no Brasil (“Blinded Faith”) e a “Quest of Illusion” está saindo na Europa agora no primeiro semestre. Ambas são re-gravações de músicas do nosso primeiro EP.


Road to Metal: Quando recebi o CD em casa, confesso que não conhecia a Hevilan. Mas a primeira impressão (confirmada depois na audição) foi a de que o grupo quis causar impacto, já pela capa e material gráfico excelente. Falem um pouco sobre a escolha de duas capas como essas feitas por Robson Piccin, além do trabalho geral gráfico.

JM: O Róbson é um profissional extremamente talentoso no mercado de artes gráficas, e mais especificamente no Heavy Metal. Vim conhecer o trabalho dele em 2006, através da banda Lothloryien, que tinha feito a arte do seu primeiro disco com ele, e fiquei bem impressionado com a qualidade do desenho e os detalhes de cores e fontes desenvolvidos. Com isso, eu acabei procurando ele para fazer a capa e arte do EP, em 2006, e nós todos ficamos muito satisfeitos com o resultado na época. Foi natural portanto, buscar novamente o trabalho dele para o nosso álbum debut, e mais uma vez, ele excedeu nossas expectativas.


Road to Metal: Ao colocar o disco rodar, a primeira impressão é de que a banda tem muita energia e gana em fazer um som forte, rápido, mas sem soar por demais técnico, garantindo todos os elementos necessários para fazer um grande álbum. Apesar da qualidade de todos os integrantes, o que mais me chamou atenção logo de cara foi o vocalista Alex Pasqualle, com uma postura bem agressiva, sem esquecer da melodia, um pouco incomum na cena brasileira. Falem um pouco mais sobre a atual formação e como ela define a personalidade da banda na atualidade.

BY: O mais importante é o amadurecimento pessoal e musical de nós 3 que somos o Hevilan hoje. Já tivemos outras bandas e aprendemos com nossos erros. Logo, podemos criar uma parte difícil de tocar, ou também podemos deixar a composição fluir mais naturalmente. A sonoridade do Hevilan (escura, agressiva, mas ao mesmo tempo com melodia) sempre nos agradou muito.

JM: Nós sempre valorizaremos a canção. Um bom riff de guitarra, uma boa melodia vocal. Logo, precisamos de um ótimo cantor e achamos essa pessoa no Alex, que eu acredito ser um dos melhores do Brasil, sem dúvida.


Road to Metal: Falem um pouco como surgiu a oportunidade de contar com Aquiles Priester nas baterias desse álbum, e sobre quem assumirá as baquetas em definitivo na banda. Que características vocês procuraram para o novo integrante? Certo que é um grande músico, já que algumas partes criadas pelo Aquiles, somadas a sonoridade do Hevilan, exigirá bastante do novo integrante.

JM: A oportunidade para o Aquiles participar veio através de um amigo em comum, o Ricardo Nagata, que o indicou para fazer a gravação. Sobre o novo batera, garanto que todos vão se surpreender positivamente com a escolha.

BY: Algumas coisas são importantes para ser do Hevilan. Primeiramente, a pessoa tem que ser tecnicamente capaz de executar todas as músicas. Segundo, ter uma boa convivência com todos. Ser estrela nunca ajudou nenhuma banda a chegar a lugar nenhum. E terceiro e mais difícil, é ser Metal como nós somos. Não adianta nada saber tocar e leiloar o trabalho porque apareceu “gig” no dia. Tocadores de baile e fazedores de “gig” não servem pra tocar Metal.


Road to Metal: Apesar do grande destaque como convidado ser o Aquiles Priester, é inegável que a participação de Vitor Rodrigues (Voodoopriest, ex-Torture Squad) trouxe um peso a agressividade às 3 músicas que participou. Revelem para nós como se deu esse contato com o vocalista e como foi a escolha das faixas em que o mesmo participaria?

BY: Conheço o Vitor há mais de 10 anos. Convidei-o num show do Torture Squad em São José dos Campos e ele topou sem hesitar. A idéia foi de ele cantar o refrão da “Sanctum Imperium”. Estava curioso para ouvir como ficaria a voz dele junto com um coral lírico. Depois disso pensamos em outros trechos que poderia rolar e tudo correu naturalmente.


Road to Metal: Ainda sobre participações, a verdade é que a banda contou com um grande grupo de artistas que ajudaram a tornar “The End of Time” um dos destaques de 2013. Fale-nos sobe ter um coral e cordas no disco. Para quem está de fora, sempre parece soar muito complicado gravar com esses elementos, já que a maioria das bandas utilizam teclados ou programações. Dividam essa experiência com os leitores.

BY: É bom que se diga: O processo de gravação é simples, pois é como se fosse ao vivo. O difícil num caso desses é fazer acertar o arranjo, para então procurar bons instrumentistas e bons cantores. Depois, ensaiar e reger corretamente todos eles, ser claro em como tem que ser e extrair o melhor de cada um. 

JM: Acertar o coral principalmente, não é uma tarefa simples. Tanto que nós refizemos todos os corais, já que da primeira vez, o resultado não atingiu a nossa expectativa.

BY: Verdade Johnny, as notas e o ritmo estavam lá, mas não chegou com o devido “punch”. Quando subimos a banda na mix o coral ficou “magro” demais. Além disso, também gravamos um coral-teste na pré-produção para ver como estava o arranjo. Isso foi útil, pois pude corrigir a “canetada” na “Son of Messiah” e “Sanctum Imperium” (confira no vídeo abaixo).


Road to Metal: “The End of Time”, segundo o release oficial, foi gravado em duas etapas, numa com o renomado Adair Daufembach, noutra no Norcal Studio, que já se tornou referência no Metal brasileiro da atualidade. O fato de contar com profissionais de ponta foi decisivo para o resultado final do álbum?

JM: Absolutamente. Para gravar um disco de qualidade no Metal de hoje em dia, você precisa poder contar com o que há de melhor em termos de produção e equipamento. Nesse sentido, tanto o Norcal quanto o Adair, são as maiores referências no meio brasileiro para a gravação de Heavy Metal, tanto pela qualidade, como pelo equipamento que eles colocam a disposição, para que a banda tenha o melhor resultado possível.


Road to Metal: Algumas bandas acreditam que a melhor maneira de reproduzir a mesma pegada ao vivo em estúdio é num estilo mais vintage, com a banda gravando junta, utilizando o sistema analógico, e que o uso exagerado das tecnologias e artifícios de estúdio, podem ser uma armadilha, tornando o som artificial e até mascarando deficiências. O que vocês pensam a respeito?

JM: O advento da gravação digital trouxe uma clareza muito maior, tanto para a captação dos instrumentos, quanto para a mixagem e master final do disco. Hoje em dia, essa perfeição de execução, captação e mixagem, é quase que uma condição para se lançar um material no mercado. Se não tiver esses artifícios, o público não tem a mesma aceitação do material.


Road to Metal: Vocês se utilizaram de estúdios diferentes para gravar o álbum. Acredito que foi para buscar a melhor sonoridade para cada instrumento. Vocês alcançaram o resultado esperado? E aproveitando o gancho da pergunta anterior, o que fazer para não exagerar nos cuidados de estúdio e uso das tecnologias e correr o risco de perder o feeling da gravação e deixar o som artificial?

JM: Justamente, um dos motivos para a demora de lançamento do disco, foi o nosso perfeccionismo com a gravação, tudo tinha que ficar exatamente do jeito que escutávamos em nossa cabeça, e enquanto não atingimos o que buscávamos, não nos demos por satisfeitos. 

BY: E deu trabalho, mas sim, ficamos satisfeitos e aprendemos muito durante as gravações. Essa é uma das belezas da vida e principalmente da música, sempre novas experiências nos levam a aprender e melhorar.

JM: Para não perder o feeling da gravação, fica a dica: procure fazer cortes mais longos. Tente não fazer emendas em um mesmo riff, por exemplo. Para solos, experimente improvisar um pouco no estúdio antes dos takes definitivos, às vezes isso lhe trará ótimos resultados.


Road to Metal: Vocês investiram bastante no álbum, desde a parte gráfica até as mixagens e masterizações finais. Acredito que esse é o caminho. Se você não investe pesado, num trabalho profissional e de alto nível, não conseguirá seu espaço no cenário. O que vocês pensam a respeito e se um dos grandes problemas da cena é a falta de investir de forma mais profissional, e, até não ter condições de ter recursos para lançar um álbum ou até um EP, seja físico ou na web, o melhor é não fazê-lo para não acabar “se queimando”?

JM: Sem dúvida nenhuma. Se você não puder colocar um material de alta qualidade no mercado, é melhor esperar um pouco mais para lançar o seu disco. Tudo parte de um trabalho bem feito, lapidado e lançado da forma correta. É a partir dai que se colhe os melhores frutos. Investir em divulgação hoje em dia também é muito importante.

BY: Mais importante é ter certeza que se têm as músicas certas e que é realmente o momento. Canso de ver bandas que poderiam fazer um bom trabalho e não o fazem pela ansiedade de lançar algo logo. Pra poder ter um destaque a busca pela excelência é fundamental.


Road to Metal: O disco da banda foi considerado o melhor lançamento de 2013 em votação popular aqui no Road to Metal. A banda esperava essa aceitação, não só por esta votação, mas em muitas outras em que o disco recebeu destaque? Qual o saldo final de 2013 e o que podemos esperar da Hevilan neste 2014?

JM: Esperávamos sim que esse disco fosse ter um impacto bacana na cena Metal, já que ele foi muito bem trabalhado em todos os sentidos: composições, arranjos, corais, linhas de voz, letras, solos, gravação, etc. Ganhamos algumas votações e em outras tivemos colocação de destaque. O importante é que o disco tem aos poucos alcançado o seu público, e que nós estamos colhendo bons frutos desse sucesso.

O saldo final de 2013, foi a importante parceria de distribuição do disco em todo Brasil, fechada com a Voice Music, alguns shows realizados com bastante sucesso e as excelentes críticas que o disco vem recebendo. 2014 será basicamente um ano de shows para divulgação de “The End of Time”, e também estamos fechando a distribuição do disco na Europa e resto do mundo, mas sobre isso falaremos mais para a frente no ano, conforme chegar a hora certa.


Road to Metal: Agradecemos a atenção a banda. Deixamos este espaço para mensagem final aos leitores do Road.

JM: Quero mandar um agradecimento especial a todos que votaram na banda nessa enquete, e que vem apoiando o nosso trabalho, seja indo nos shows, visitando nossa fan page no Facebook ou comprando o CD. 

BY: Todos os shows até agora foram sensacionais, e nós esperamos todo mundo nas próximas apresentações, seja em bares ou festivais, para celebrar o Heavy Metal junto com a gente. Só curtirem a nossa página no Face pra ficar pra ficar por dentro das novidades.

JM: Também deixo um toque aqui pra galera, que existe toda uma nova geração de bandas muito boas na cena do Metal brasileiro atual, e principalmente que lançaram cd’s nos últimos 2 ou 3 anos. Vamos apoiar a cena local, prestigiando os shows das bandas brasileiras. São shows que custam um décimo do valor de um show internacional e que na maioria das vezes te surpreendem com a qualidade das músicas e músicos. Muitas vezes você sai de um show desse mais satisfeito do que de uma apresentação de uma banda gringa, na qual você gasta muito mais, e nem sempre vale o seu dinheiro. Fica o toque!

Entrevista: Eduardo Cadore/Carlos Garcia
Edição/revisão:
Fotos: Divulgação  

Interview: Hevilan - "The Search for Excellence is Critical


Hevilan, watch this name! Was one of the highlights in the brazilian Metal scene last year with the release of debut "The End of Time", first album, that had to take a longer time to be released since the band was formed in 2005. They released in 2006 EP "Blinded Faith",  which received great reviews, including being featured on the most important magazine in the country, Roadie Crew , where "Blinded Faith” was appointed as one of the best EPs of recent times .

The band did not relax with accolades, and continued working and searching musical maturity, working their compositions, for, at the time understood as the right, selected and registering  high quality songs, recording the album at four different studios , and even counting as guest stars such as Aquiles Priester on drums and Vitor Rodrigues, former vocalist of brazilian Death/Thrash band Torture Squad, participating in 3 tracks .

The band is also preparing the release of the album overseas, and recently recorded the track "Quest of Illusion 2014", which will come as a bonus track. Recently the guitarist Johnny Moraes was selected for the support band of vocalist Warrel Dane on his South America’s tour.
Check out the exclusive interview with the band, where we talked  with Johnny Moraes (Guitars), Biek Yohaitu (bass) about the album, Future Plans, and more! (To portuguese version, click HERE)


Road to Metal: Hevilan is a band with some history , with a few years down the road , but it seems that despite the prominence with the EP " Blinded Faith " in 2006 , only now , with the release of " The End of Time " that the group began to attract more attention. The year 2013 was the ideal choice to lfinally launch your debut? Since when have you had these songs and when they decided it was time to make them part of an album?

Johnny Moraes : Actually, the choice of the year 2013 to release the album was not intentional, the production of the album was delayed even . It involved the participation of four different studios : Spark , El Rocha, Johnny's lair and finally Norcal , which was finalized . The songs involve a large compositional period with me and Biek . The newest song of this work is the "Re - Genesis" .

Biek Yohaitus : We compose much because we feel very good about it . For this work were almost 30 songs of mine and Johnny's. We selected 9 songs from "The End of Time" in 2012 . Other 5 are already recorded, one came out as bonus track here in Brazil ( " Blinded Faith " ) and "Quest of Illusion" is now out in Europe in the first half . Both are re-recordings of songs from our first EP .


Road to Metal : When placing the disc turns , the first impression is that the band has a lot of energy and make a strong and fast sound, but without sounding too technical , ensuring all the necessary elements to make a great album. Despite the quality of all the members , what struck me right away was the lead singer Alex Pasqualle , with a very aggressive stance , without forgetting the melody , a bit unusual in the Brazilian scene. Talk a bit more about the current training and how it defines the personality of the band today.

BY : The most important is the personal and musical maturity of us, that are the Hevilan today. We have had other bands and learn from our mistakes . Therefore, we can create a difficult part to play , or we can also make the composition flow more naturally. The sound of Hevilan (dark, aggressive, but at the same time with melody ) always pleased us very much.

JM : We always will value the song . A good guitar riff , a good vocal melody . Therefore, we need a great singer and found that person in Alex, who I believe to be one of the best in Brazil, no doubt.


Road to Metal : Talk a bit like the opportunity arose to rely Aquiles Priester in this album, with a special guest. And who will take the sticks now in the band. What characteristics you looked for new member ? Sure is a great musician , since some parts created by Achilles, added the sound of Hevilan, require quite skills to the newcomer .

JM : The opportunity to participate Achilles came through a mutual friend , Ricardo Nagata , who referred to the recording . About the new drummer , I guarantee that everyone will be surprised positively with the choice .

BY : Some things are important for the Hevilan . First, one has to be technically capable of performing all the songs . Second, have a good relationship with everyone. Being star never helped any band to get anywhere . And third and most difficult, is to be Metal as we are. It does not help knowing how to play and auction work appeared because " gig" on the day . Ball players and makers of " gig" not intended to play metal .


Road to Metal : Still on equity , the truth is that the band had a great group of artists who helped make " The End of Time " one of the highlights of 2013 . Talk to us about to have a choir and strings quartet on it . Always seems to sound very complicated record with these elements , since most bands use keyboards or schedules . Share that experience with readers .

BY : It must be said : The recording process is simple , it is as if it were live . The difficulty in such a case is to set the arrangement , and then look for good musicians and good singers . Then rehearse and properly govern them all, be clear on how it has to be and extract the best from each.

JM : Setting the coral primarily, is not a simple task . So much so that we redid all corals , since the first time , the result did not reach our expectation .

BY : Truth Johnny , notes and rhythm were there , but did not due to the " punch" . As we climbed the band mix in the choir was " skinny " too . In addition , we also recorded a coral -test in pre-production to see how was the arrangement . This was helpful, because I could correct the " stroke of the pen " in "Son of Messiah " and " Sanctum Imperium " (check out the video below ) .


Road to Metal : Some bands believe that the best way to reproduce the same punch live in the studio, it's with a more vintage style, with the band recording together, using the analog system , and that the overuse of technology and studio trickery , can be a trap , making the artificial sound and even masking deficiencies . What do you think about ?

JM : The advent of digital recording brought much greater clarity , both in the collection of instruments , as for the mixing and final master disc . Nowadays, this perfection of execution, capturing and mixing, is almost a prerequisite for launching a material on the market. If you do not have those resources, the public does not have the same acceptance of the material .


Road to Metal : You have used different studios to record the album . I believe it was to find the best sound for each instrument . You have reached the expected result ? And while the hook of the previous question , what to do not to overdo the care and use of studio technology and risk losing the feeling of the recording and let the artificial sound ?

JM : Just one of the reasons for the delay of release of the album , it was our perfectionism in the recording , everything had to be exactly the way we listened to in our head , and while we did not achieve what we were seeking , we did not give ourselves satisfied .

BY : And it hurt, but we were happy and learned a lot during the recording. This is one of the beauties of life and especially music, always new experiences lead us to learn and improve.

JM : Not to lose the feeling of the recording, is a hint: look to make longer cuts . Try not to make amendments in the same riff , for example. For soils , try improvising a bit in the studio before the final takes, sometimes it will bring you great results .


Road to Metal: You have invested heavily in the album , from the graphics to the final mixes and mastering . I believe this is the way. If you do not invest heavily in a professional work and high level , you can not space in your scenario . What you think about and one of the major problems is the lack of scene to invest in a more professional manner, and to not be able to afford to release an album or even an EP , whether physical or on the web , the best is not doing it to not end up " burning " ?

JM : Without a doubt . If you can not put a high quality material on the market , it is better to wait a little longer to launch your disc. All part of a job well done , polished and released the right way . It is from there that reaps the best rewards. Investing in dissemination today is also very important.

BY : Most important is to make sure you have the right songs and that is really the point. Get tired of seeing bands that could do a good job and not do the anxiety release something soon . To be able to have a highlight the search for excellence is critical .




Interview by: Eduardo Cadore & Carlos Garcia

Hevilan Official Site
Hevilan on Facebook
Listen to the Songs


sábado, 25 de janeiro de 2014

Melhores de 2013: Você Votou e Escolheu o Melhor Disco do Ano!



Final de ano sempre pipocam nos sites, revistas e afins, as famigeradas listas dos melhores do ano pelos redatores Brasil (e mundo) afora (e a cada ano as listas ficam maiores, tantas são as categorias).

Neste ano de 2013, pensamos em não ir por esse caminho e sim deixar que vocês, amigos internautas, escolhessem os melhores discos. Porém, ao invés de colocar uma lista imensa ou abrir apenas para quem quisesse enviar email, selecionamos, 10 sugestões de discos internacionais e 10 nacionais, lançados em 2013 e que, de alguma forma, nos cativou, a maioria inclusive com matérias aqui no site. Além disso, deixamos espaço para que você pudesse escolher algum trabalho que não foi contemplado na lista prévia.

Foram poucos dias de votação (a coisa não pode se estender, temos que olhar para o presente e o futuro também!), mas um número incrível de votos. Somando os fotos na enquete do site, mais os e-mails que recebemos, foram cerca de mil pessoas que deram sua opinião sobre o melhor disco de 2013. E, sem delongas, eis os resultados.

Melhor Álbum Nacional de 2013

“The End of Time” (Hevilan) – 270 (36% do total de votos)

Leia resenha do álbum clicando aqui.


2º Colocado
“Silent Revenge” (Hibria) - 145 (19% do total de votos)

Leia resenha clicando aqui.


3º Colocado
“Honor” (Panzer) - 97 (13% do total de votos)




Melhor Álbum Internacional de 2013

“13” (Black Sabbath) - 69 (56% do total de votos)

Leia resenha aqui.


2º Colocado
“Dream Theater” (Dream Theater)  -   16 (13% do total de votos)



3º Colocado
“Aftershock” (Motörhead) - 8 (6% do total de votos)

Leia resenha aqui.




Análise dos Melhores Discos de 2013

Como esperado, era inegável que o disco que marcou a volta de Ozzy Osbourne em estúdio com o Black Sabbath sairia vencedor, com esmagadora diferença para o 2º e 3º colocados, como se pode conferir.

Obviamente, faltaram vários ótimos lançamentos, como “Cirurgical Steel”, do Carcass (recebemos vários “puxões de orelha” por isso), o que talvez tenha prejudicado para os poucos votos na categoria internacional.

Do lado nacional, por outro lado, cobrimos os principais e mais relevantes lançamentos do ano (claro que uns ficaram de fora e alguns nomes foram lembrados pelos fãs via email, como o disco do King of Bones, “We Are the Law”).

“The End of Time” foi a estreia com disco completo da Hevilan, que não poupou esforços em ofertar um trabalho de grande talento, qualidade e trazendo Aquiles Priester (Hangar, ex-Angra) na bateria e, apesar de apenas gravar o trabalho, ajudou e muito no resultado final e, inegável dizer, foi também uma ótima forma de marketing. E deu certo!

A banda Hevilan, cujo álbum foi disparado considerado o melhor de 2013 na categoria “Álbum Nacional”, será entrevistada com exclusividade num bate-papo bastante completo em breve. Fique ligado!

Agradecemos a todos que votaram e pedimos que sigam conosco neste ano de 2014, pois muitas novidades surgirão, além das nossas famosas promoções, sempre com coisas de qualidade para vocês!

Stay on the Road

Texto/edição: Eduardo Cadore

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Hevilan: Chegando Para Ficar

Banda estreia com álbum surpreendente

Apesar de já ter certa experiência em apresentações ao vivo e um EP aclamado pela crítica lá em 2006, a Hevilan ainda é uma banda novata e pouquíssima conhecida (particularmente, nunca ouvira falar).

Ao invés do grupo lançar algum material mediano, só para mostrar que “está vivo”, resolveu vir com tudo no seu álbum de estreia que, com nome sugestivo de “The End of Time” (2013), faz um estardalhaço, investindo pesado para produzir um disco digno de ser lembrado como um dos melhores lançamentos dos últimos anos.

Embora pareça exagero de redator, ao ouvir dezenas de vezes o álbum, a certeza só se solidificou de que, sim, Hevilan tem uma poderosa arma de divulgação em massa, pois acertaram absolutamente em tudo: desde a sonoridade (um Power/Heavy Metal pesado, lembrando Firewind, Symphony X, Symbolica, etc.), a produção (à cargo de Adair Daufembach, Brendan Duffey e Adriano Daga), material de divulgação (edição digipack, altíssima qualidade) e, para carimbar e mostrar que os caras não estão pra brincadeira, Aquiles Priester (Hangar, ex-Angra) gravou a bateria e irá excursionar com a rapaziada.

Além de toda qualidade sonora, banda fez questão de lançar o álbum em versão digipack de luxo
São 9 faixas inéditas (e a regravação de “Blinded Faith”, do EP de 2006) que trazem uma banda sem insegurança, ousada, mas sem deixar para trás a essência do gênero que escolheram, afinal, são muitos riffs rápidos, solos cortantes e afiados, vocais poderosos e agressivos (não confundir com guturais), refrãos grudentos e uma bateria digna de um dos melhores trabalhos do Polvo.

“Regenis” já começa quebrando tudo (nada daquelas introduções bobinhas de outras bandas do gênero), mostrando um grupo maduro, agressivo e técnico, mas com muito feeling (destaque para as guitarras de Johnny Moraes); “Shades of War” começa com o poderoso vocal de Alex Pasqualle (estou curioso para saber se ao vivo consegue detonar como em estúdio); “Minus is Call” é bem cadenciada, música pronta para o headbanging; “End of Time” dá uma quebra no ritmo com seu início com sinos, mas logo é retomada como uma das mais pesadas do disco, perdendo nesse quesito apenas para “Desire of Detruction”, disparada a melhor faixa do álbum (porrada atrás de porrada, com Pasquale mostrando que tem tudo para se tornar uma referência na cena nacional).

Aquiles Priester abrilhanta bastante a cozinha da banda, afinal, considerado o melhor baterista do Brasil por 12 anos consecutivos e reconhecimento mundial, tanto entre músicos quanto entre fãs das bandas pelas quais tocou ou toca. O Polvo faz um trabalho impecável e quase dá para imaginá-lo executando as faixas ao vivo, pelo feeling que podemos sentir e que lhe é característico. Bom, “Son of Messiah” está aí para provar isso.

Uma das capas do álbum de estreia
A parte sinfônica não é esquecida, sobretudo na pesada “Sactum Imperium” e “Dark Throne of Babylon” e a banda foi inteligente trazer um lado mais emocional (menos agressivo) em “Loneliness”, que fecha o disco (desconsiderando a faixa bônus) e que traz nada menos que um quarteto de cordas (composições do baixista Biek Yohaitus).

Aliás, participações especiais marcam o álbum, pois além das já citadas, temos Vitor Rodrigues (Voodoopriest, ex-Torture Squad) emprestando seus guturais em três faixas e a soprano Adriana Navarro em “Son of Messiah”.

Ufa, depois de linhas e mais linhas, só resta dizer o seguinte: se justiça for feita, você vai ouvir falar muito (e bem) da Hevilan depois de “The End of Time”. A banda chegou para ficar.

Texto e edição: Eduardo Cadore
Fotos: Divulgação
Assessoria: Ms Metal Press

Ficha Técnica:
Banda: Hevilan
Álbum: The End of Time 
Ano: 2013
País: Brasil
Tipo: Power/Heavy Metal 
Gravadora: Voice Music 

Formação
Alex Pasqualle (Vocal)
Johnny Moraes (Guitarras)
Biek Yohaitus (Baixo)
Aquiles Priester (Bateria – Convidado Especial)





Tracklist
01. Regenesis
02. Shades of War
03. Minus Is Call
04. End of Time
05. Desire of Destruction
06. Sanctum Imperium
07. Dark Throne of Babylon
08. Son of Messiah
09. Loneliness
10. Blind Faith 2013

Ouça "Desire of Destruction"

Confira "End of Time"


Acesse e conheça mais sobre a banda
Contato: press@hevilan.com.br ou eduardo@msmetalpress.com