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domingo, 19 de abril de 2026

Visions of Atlantis: “O Brasil nos pede para voltar, e a gente sempre volta”

Divulgação 

Por Paula Butter

"Vocês pediram por anos. Agora a gente está realmente indo." Clémentine Delauney 

"Não é um show passivo. O público está aqui para embarcar numa grande aventura." Michele Guaitoli 

Clémentine Delauney e Michele Guaitoli, vozes do Visions of Atlantis, conversaram com a Road to Metal antes de desembarcarem no Brasil para o Bangers Open Air 2026. E nesta pauta imperdível, estão: o show de abril, a era Pirates, o álbum orquestral e a relação que a banda construiu com o público brasileiro ao longo de três visitas.
 
Há algo de simbólico no fato de o Visions of Atlantis chegar ao Brasil exatamente agora. A banda austríaca de metal sinfônico, que completa 25 anos em 2025, que inclusive vive o melhor ciclo da sua história: uma formação estável há quase uma década, dois álbuns aclamados pela crítica e pelos fãs dentro da era pirata, e números que falam por si. Pirates II - Armada (2024) entrou no top 5 das paradas oficiais da Alemanha e da Áustria, façanha rara para uma banda do gênero. Já em fevereiro de 2026, foi a vez de Armada – An Orchestral Voyage, versão totalmente rearranjada do disco com instrumentos solistas, produzida e mixada pelo próprio Michele Guaitoli.
 
Tudo isso chega ao Brasil num momento igualmente especial: a terceira visita da banda ao país em sete anos, desta vez num dos palcos mais importantes do país. No dia 26 de abril, Clémentine e Michele sobem ao Sunday Stage do Bangers Open Air, no Memorial da América Latina, em São Paulo, ao lado de In Flames, Killswitch Engage, Within Temptation, Angra e dezenas de outros nomes do heavy metal mundial. 

Para a Road to Metal, a dupla abriu o jogo sobre o que esperar do show, contou os bastidores da criação do álbum orquestral e deixou uma mensagem direta para os fãs que ainda estão em dúvida se compram o ingresso.
 
Nossos agradecimentos à Agência Traga e produção do Bangers Open Air no Brasil.
 
Road to Metal (Paula Butter): Vocês já estiveram em São Paulo antes? É a cidade onde acontece o Bangers Open Air este ano.
 
Michele: Sim, acho que já tocamos em São Paulo duas vezes, se não me engano. 

Clémentine: É... a gente nunca teve a sorte de realmente visitar a cidade, porque a agenda sempre é super apertada quando vamos tocar lá. Mas estamos muito animados para nos apresentar no Bangers Open Air pela primeira vez!

 
O BANGERS OPEN AIR E O PÚBLICO BRASILEIRO 

RM: Já que é a primeira vez de vocês no Bangers Open Air, o que vocês sabem ou imaginam sobre o público de metal brasileiro?
 
Clémentine: É a primeira vez que tocamos em um festival na América do Sul — não só a primeira vez no Bangers Open Air, mas em festival por lá de modo geral. E acho que, pelo menos aqui na Europa, festival é a melhor forma de divulgar a banda, porque é um público enorme. A gente só sonhava, sabe, olhando para o Rock in Rio e para os grandes festivais, vendo as fotos das 
edições anteriores do Bangers Open Air. Então as expectativas estão bem altas.

Michele: Pela experiência que já tivemos no Brasil e na América Latina, a gente sente que há uma paixão enorme pela nossa música, e por bandas que raramente têm a chance de tocar por lá. A gente tem memórias de públicos absolutamente incríveis, cantando tudo, vibrando, sendo muito expressivos na forma de apreciar a música. Estou muito ansioso para shows com uma energia altíssima.
 
"O público brasileiro é realmente algo especial. Poder tocar num show ao ar livre como o Bangers vai ser um momento super divertido para todo mundo, inclusive para mim." 

O SETLIST E A EXPERIÊNCIA AO VIVO 

RM: Como vocês montam um setlist para um festival grande como esse, onde muita gente talvez esteja vendo vocês pela primeira vez?
 
Michele: No fim das contas, a gente ainda precisa mostrar quem somos agora, e estamos no ciclo do Armada. É a primeira vez que trazemos esse disco para o Brasil. É importante que todo público receba o show mais atual e mais completo que a banda pode oferecer. Não faria sentido mudar o setlist para cada país. O foco vai ser principalmente o Armada e, claro, os grandes clássicos da banda, tudo dentro do tempo que nos derem.
 
RM: Tem algum momento no setlist atual que, com certeza, vai inflamar o público independente do país?
 
Clémentine: Temos muitas músicas que unem as pessoas. Para quem acompanha a banda, temos “Clocks”, que sempre é muito bem recebida. Temos “Melancholy Angel", temos “Armada”. E a gente também gosta de montar o show de forma bem interativa, mesmo para quem não nos conhece, é fácil entrar e se envolver. O Michele é quem realmente mexe com o público e faz com que eles se tornem piratas de verdade junto com a gente. Quando você assiste a um 
show do Visions of Atlantis, não é um show passivo. (Animado)
 
RM: Qual música você considera essencial para quem vai ver o Visions of Atlantis pela primeira vez num grande festival?
 
Michele: Ainda é “Melancholy Angel”, sabe. É a música que mais fica na memória do público e uma das mais ativas, porque pedimos para as pessoas pularem toda vez, e você quase se sente culpado se não pular. Toda vez eu sinto que esse é o momento em que o público esquece onde está, o que está fazendo, e a gente realmente vira um só. É uma força interior linda dessa música. E o “Armada” também tem algo especial, porque une todas as pessoas para cantar juntas. Mas, se eu tiver que escolher uma, é “Melancholy Angel". Se tiver que escolher duas, são “Melancholy Angel” e “Armada”. "Quando você assiste a um show do Visions of Atlantis, não é um show passivo. O público está aqui para embarcar e viver uma grande aventura — e a gente garante que isso aconteça."

 
PIRATES II – ARMADA E O ÁLBUM ORQUESTRAL 

RM: Pirates II entrou no top 5 na Alemanha e na Áustria. O que isso significa para a banda?
 
Clémentine: É a sensação de que finalmente somos vistos pelo público desses países. São números que falam por si mesmos, e você nunca sabe com antecedência quanto as pessoas vão comprar discos, porque isso acontece cada vez menos. Então quando ainda temos esses números e essas provas de reconhecimento, isso nos fortalece muito e reforça nossa crença de que estamos fazendo algo grandioso. É a melhor motivação, pelo menos para mim. 

RM: Como surgiu a ideia do álbum totalmente orquestral? 

Michele: Isso veio verdadeiramente dos fãs, honestamente. Quando lançamos o Pirates, depois dos primeiros meses, as pessoas estavam com uma sede enorme de uma versão orquestral. No metal sinfônico isso realmente toca os fãs, porque eles querem ouvir as orquestras em versão pura. Fizemos duas vezes e investimos muito nisso, tem uma capa completamente nova, um arranjo completamente novo. Para o Pirates II, até contratamos músicos para tocar os instrumentos solistas, o que não aconteceu no primeiro. Não é simplesmente 'vamos pegar a orquestra do disco e lançar'. E devo dizer que, quando fizemos para o Pirates sem as flautas, as pessoas nos disseram que era uma pena não ter instrumentos solistas. Então a gente ouviu, e fez isso no Pirates II. A gente escuta os fãs, e isso é importante para nós! 

UMA BANDA MULTINACIONAL 

RM: Michele, você é da Itália, Clémentine é da França, e a banda é austríaca. Essa mistura internacional aparece no palco de alguma forma?
 
Clémentine: No palco, temos personalidades muito variadas entre os cinco. O sangue latino, Michele e eu, somos os mais extrovertidos, estamos por todo o palco. E os austríacos ficam mais no lado tranquilo, tomando menos espaço. Eles deixam a gente conduzir o show. É mais nos bastidores que acontecem os choques culturais. O Michele e eu adoramos fazer jantares com todo mundo, apreciar a comida e compartilhar esse momento. Isso nem sempre é algo que os membros austríacos compartilham. E também não temos o mesmo senso de humor. Então às vezes é um pouco engraçado, digamos assim. Mas acho que isso torna nossa banda e nossa música mais ricas, porque a gente se confronta, se ajusta. É muito mais rico do que estar rodeado de pessoas muito parecidas com você o tempo todo.
 
Michele: O que mais importa é que encontramos um equilíbrio. O Visions of Atlantis é uma banda internacional agora, e não pode mais ser considerada uma banda austríaca, apesar de ter base na Áustria. Há equilíbrio, e isso é fantástico. "Lutamos muito para voltar ao Brasil. Nunca é economicamente favorável para nós, é sempre um investimento. Mas não nos importamos, porque o que importa é levar nossa música até lá."
 
O BRASIL E A MENSAGEM AOS FÃS

RM: Tem alguma coisa que vocês querem ver ou fazer em São Paulo além do palco?

Clémentine: Adoraria comer uma boa comida!

Michele: Sinceramente, visitar o Brasil seria um sonho. Quando você está em turnê, as pessoas pensam que você vê o mundo, mas você vê casas de shows, aeroportos e aviões. Seria fantástico ter tempo de verdade para mergulhar na cultura, na história. A Floresta Amazônica, eu adoraria ver. E claro, encontrar alguns animais malucos (risos). 

RM: O que vocês querem dizer diretamente aos fãs brasileiros que vão ao Bangers Open Air, ou que ainda estão decidindo se vão?
 
Clémentine: Primeiro de tudo: vocês ficaram pedindo “venham pro Brasil” por anos, e agora a gente está realmente indo. Estamos muito felizes em compartilhar quem somos e a nossa música com vocês novamente. Desta vez num festival, não num show solo. Mas é uma boa forma de construir algo por lá e talvez ter a chance de voltar mais vezes. Venham curtir um grande show de metal sinfônico pirata, que é muito único do jeito que a gente faz.
 
Michele: O que eu quero dizer (e quero dizer em voz alta) é que lutamos muito para voltar constantemente ao Brasil. Nunca é economicamente favorável para nós, é sempre um investimento. Mas não nos importamos, porque o que importa é levar nossa música até lá. A gente lê as redes sociais, lemos os comentários, vemos o quanto de amor vem de lá. Nos últimos anos, sempre voltamos: fizemos para o The Deep & The Dark, para o Pirates, e agora estamos fazendo para o Armada. Se você tem alguma dúvida, ouça isso e faça a sua parte também, porque a gente precisa de vocês! Finalmente, o recado está dado, por esses dois músicos simpaticíssimos e com um extraordinário talento! Nos vemos no dia 25 Abril no Memorial da América Latina! 

SERVIÇO 

Bangers Open Air 2026 
Local: Memorial da América Latina — São Paulo 
Datas: 25 e 26 de Abril de 2026




quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Running Wild: Os Piratas Tomam de Assalto Novamente



Depois de anunciar o fim do Running Wild, e o derradeiro show no Wacken de 2009, o qual virou o DVD “The Final Jolly Roger”, Rolf Kaspartek, porém em 2011 anuncia o retorno da banda, e o  “estranho”, “Shadowmaker” (2012), é um álbum aquém do esperado, e até a arte da capa não é muito atrativa, já “Resilient”, lançado já no ano seguinte, traz uma sonoridade bem mais animadora. Outro detalhe desse retorno são os créditos nos álbuns, onde constam poucas informações sobre quem, além de Rock N’ Rolf claro, participou das gravações, e em "Rapid Foray" isso se mantém.

2016 já começa com o lançamento de uma coletânea, com músicas dos álbuns lançados pelo selo Noise (1983-1995, e no segundo semestre “Rapid Foray” é lançado, para figurar entre os álbuns mais legais do ano, trazendo as características que os fãs do Running Wild adoram, como os temas em torno das histórias de pirataria, e Metal Old School com muitos riffs e refrãos cativantes, destacando o trabalho das guitarras,  aqui mais complexo em se tratando de Running Wild.

A voz rude e rouca de Rock N’ Rolf vai nos contando histórias em meio a muitos riffs, e “Black Skies, Red Flag” é uma típica faixa do Running Wild, com a aura “pirata” e épica, e até o fato do álbum ser gravado com uma drum machine, ao invés de uma bateria real, depois vai passando batido (apesar de que eu gostaria muito de ouvir uma produção mais apurada e um batera real), e “Warmongers” segue o mesmo caminho, com riffs de palhetadas velozes; já “Stick Your Guns” tem uma levada mais Hard Rock, riff mais marcado e direto; “Rapid Foray”, é claro, segue com o tema pirataria, e traz harmonias e riff cativantes, além do refrão grudento e bom trabalho nos solos.


Não dá pra entender qual é a mágica, só sei que, mesmo que pareça que você já tenha ouvido os riffs antes em algum álbum anterior da banda, Rock N’ Rolf sabe exatamente como atingir nossos cérebros! Você ouve e já sai cantarolando, como em “By the Blood in Your Heart” e sua levada que embala, em alguns momentos me lembrou o velho Slade, com aquele refrão parecendo aquelas típicas canções de cantar ao redor da fogueira erguendo alguns copos de rum!

A instrumental, que traz como tema o submarino de Nemo, o grande navegador e aventureiro da obra de Julio Verne, “The Depht of the Sea (Nautilus)” é um Metal tradicional de riffs idem e empolgantes, e “Black Bart” emenda em seguida, sendo um dos pontos mais altos do álbum, com excelente trabalho nos riffs e solos, e até abateria programada soa melhor aqui. Épica e cativante e mais um refrão memorável para a coleção! “Hellectrified” mantém a adrenalina alta, parecendo que o melhor estava sendo reservado para a partir da faixa 5, Heavy Metal vibrante e cativante.


“Blood Moon Rising” acelera mais o pique, mantendo o ótimo trabalho nos riffs e melodias nas guitarras, que receberam um cuidado e diversificação maior neste álbum; “Into the West”, assim como “By the Blood...”, traz melodias mais “alegres”, porém é uma faixa com mais punch e mais acelerada; e fechando de forma primorosa, e também saindo um pouco do tema pirataria, mar e navios, mas não se afastando do épico, “Last of the Mohicans”, que o título explicita, é baseada no livro de James Fenimore Cooper. E épica é a palavra correta para a canção, que em seus 11:11 minutos despeja riffs e melodias memoráveis.


Rock N’ Rolf e seu Running Wild seguem mostrando que são os mestres no assunto Metal e pirataria, que não é preciso dezenas de instrumentos ou efeitos para soar épico, dá uma lição em muitas bandas mais novas, e ainda entrega aos fãs um dos melhores álbuns da recente discografia da banda, e um dos melhores e mais legais de 2016.

Texto: Carlos Garcia
Fotos: Divulgação

Ficha Técnica
Banda: Running Wild
Álbum: "Rapid Foray" 2016
País: Alemanha
Estilo: Heavy Metal
Produção: Rock N' Rolf
Selo: Shinigami Records



Line-Up:
Rock n' Rolf: Guitarra e Vocais
Peter Jordan: Guitarras e Backing Vocals
Ole Hemplemann: Baixo e Backing Vocals
Michel Wolpers: Bateria


Track List:
1. Black Skies, Red Flag (4:44)
 2. Warmongers (4:29)
3. Stick To Your Guns (5:08)
4. Rapid Foray (4:47)
5. By The Blood In Your Heart (5:27)
6. The Depth Of The Sea Nautilus (instrumental) (3:53)
7. Black Bart (5:06) 8. Hellestrified (4:22)
9. Blood Moon Rising (4:20)
 10. Into The West (4:34)
11. Last Of The Mohicans (11:11)

quinta-feira, 30 de junho de 2011

ALESTORM: " the greatest damn band that ever did sail the seven seas" , chega ao terceiro ataque!!


Cris Bowes e seu bando lançam o terceiro ataque, "Back Trhough Time", trazendo aquela fórmula dos trabalhos anteriores, do seu já conhecido " True Scottish Pirate Metal", com um lançamento recheado de edições especiais, aproveitando o sucesso alcançado pela Banda, que recebeu atenção especial pela Napalm Records.
Além da edição normal do CD, também tem as versões limitadas formato Booklet, com miniatura do personagem Capitão Morgan(sendo que essa edição com a miniatura é limitada a 500 cópias numeradas a mão), faixas Bônus, edição em vinil, produtos que fazem a alegria dos fãs e trazem um atrativo a mais.

Nada de grandes inovações na fórmula, Power/Folk Metal, repleto de canções para berrar junto com uma garrafa de rum nas mãos, refrões e melodias "ganchudas"(Bowes se mostra um verdadeiro "Capitão Gancho", hehehehe), temperadas com instrumentos como violino e acordeão.
Formada em 2006, depois de chamar atenção na cena local Escocesa, foram contratados pela Napalm Records, por onde lançaram todos seus trabalhos, "Captain Morgan's Revenge", em 2008, e "Black Sails At Midnight", de 2009. A partir daí, a proposta da Banda foi angariando mais e mais seguidores, seguindo sua missão, como eles mesmo pronunciam, de : "...Matar Posers, beber cerveja e ser a melhor maldita Banda que já navegou pelos sete mares!"

Como dissemos antes, nada de grandes inovações com relação aos trabalhos anteriores, mas os caras são bons no que fazem, e se a fórmula também não pode ser chamada de original, afinal o tema Pirataria já foi abordado pelo Running Wild, por exemplo, e a mistura de Folk com Power é algo até comum no velho mundo. A Banda inclusive cita Turisas, Korpiklaani e Bal-Sagoth como influências, mas tem o mérito de trazer novos ares e dando um certo toque pessoal a sua sonoridade.
Back Through Time, a faixa título, abre o cd e já mostra de cara a proposta da Banda, já deixando os fãs com um sorriso na cara, e apresenta ao novo ouvinte o que lhe espera. Folk/Power veloz, com melodias pegajosas, além de momentos em que a massa sonora do Alestorm arrebata tudo, como a fúria dos sete mares, e aí você já imagina como é estar no show desses bucaneiros.


A jornada prossegue, trazendo temas característicos do "True Scottish Pirate Metal" da Banda, como na óbvia "Rum" (já não era sem tempo de ter uma música com esse título, nada mais óbvio, heheheh) e "Midget Saw", que convidam a seguir bangeando pelo convés!
A já conhecida "Shipwrecked", que foi a faixa de trabalho, divulgada antes do lançamento também merece destaque, e ganhou um divertido vídeo(confira no fim da matéria). "The Sunk'n Norwegian", que começa com aquele típico ritmo folk, aliada ao riff de guitarra, já pega de imediato e é uma das mais legais do álbum.
As faixas bônus também são muito divertidas, sendo a "I Am a Cider Drinker" um cover de uma banda inglesa chamada The Wurzels, e segundo a Banda, parece que foi um hit nos anos 70, e ensinava as crianças as alegrias do abuso do álcool, hehehehehee! e a "You're a Pirate" é uma adaptação de uma canção infantil, com algumas mudanças líricas!

Vale destacar a épica "Death Throes the Terrosquid", que traz algumas mudanças com relação as outras faixas, tendo um clima mais soturno.
Diversão garantida!
Fica o desafio para a Banda, que, como outras que acabam se prendendo a uma fórmula, ou recebendo certo rótulo, correm o risco de ter um desgaste.Veja o Rhapsody of Fire, por exemplo, em minha opinião os 3 primeiro discos foram muito legais, mas depois cansou e se tornaram repetitivos.Por outro lado, podemos colocar o AC/DC, que faz o mesmo som há anos, mas está aí, passou no teste do tempo.Ou seja, é preciso, além de competência, feeling , identidade e honestidade.Que o Alestorm tenha sucesso e longevidade.


  1. Back Through Time
  2. Shipwrecked
  3. The Sunk'n Norwegian
  4. Midget Saw
  5. Buckfast Powersmash
  6. Scraping the Barrel
  7. Rum
  8. Swashbuckled
  9. Rumpelkombo
  10. Barrett's Privateers
  11. Death Throes of the Terrorsquid
  12. Bonus Tracks on LTD Editions
  13. I am a Cider Drinker
  14. You are a Pirate
Bonus Tracks on LTD Editions:
  1. I am a Cider Drinker
  2. You are a Pirate