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| Daniel Sommer |
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Schandmaul: Quando Mudar de Voz não significa Perder a Própria Identidade
terça-feira, 2 de dezembro de 2025
Cobertura de Show: Atrocity, Arkona & Leaves' Eyes – 23/11/2025 – Carioca Club/SP
As bandas Atrocity, Arkona e Leaves’ Eyes desembarcaram em São Paulo no último dia 23 para apresentações memoráveis. Talvez devido ao grande número de eventos do gênero, o público foi modesto, mas extremamente participativo. O evento ocorreu no Carioca Club e apresentou um lineup diversificado dentro do metal extremo, com influências que vão do death metal ao folk e ao symphonic metal. A participação do público, embora reduzida, foi decisiva, já que os presentes interagiram ativamente, cantando e aplaudindo, o que contribuiu para uma atmosfera empolgante. No geral, as apresentações foram sólidas, com cada banda entregando performances competentes e fiéis ao próprio estilo, mantendo a magia que só acontecem em shows ao vivo.
A primeira banda da noite foi o Atrocity, grupo alemão de death metal formado em 1985 em Ludwigsburg. O conjunto é conhecido pela longa trajetória no cenário underground e por mesclar elementos do metal extremo com influências industriais e góticas em fases mais recentes. Fundado por Alexander Krull, vocalista e principal compositor, o grupo conta com integrantes como Thorsten “Tadd” Bauer na guitarra, entre outros músicos que contribuíram para álbuns relevantes. Com mais de três décadas de carreira, o Atrocity influenciou o metal europeu com composições marcantes e consolidou sua posição como referência do estilo por meio de uma discografia extensa e pela constante evolução sonora.
O Atrocity iniciou sua apresentação com um atraso de quinze minutos, o que forçou o corte da música “Necropolis” para adequação ao cronograma. Apesar disso, o grupo entregou um setlist consistente, incluindo “Desecration of God”, “Death by Metal” e “Reich of Phenomena”, que destacaram tanto o vocal gutural característico de Alexander Krull quanto o peso instrumental da banda. O público, pequeno, porém dedicado, respondeu de forma intensa, especialmente durante “Faces From Beyond” e “Bleeding for Blasphemy”. No geral, o show foi poderoso e atendeu às expectativas dos fãs de metal extremo, demonstrando profissionalismo ao compensar o atraso com uma performance coesa e envolvente.
Em seguida, veio o Arkona, que é uma banda russa de pagan folk metal formada em 2002 em Moscou e que se destaca pela fusão de elementos tradicionais da cultura eslava, como flautas e percussões folclóricas, com o peso do metal extremo. Liderada por Masha “Scream” Archipova, vocalista e principal letrista, a banda conta com músicos como Sergei “Lazar” Atrashkevich na guitarra, além de outros integrantes que incorporam instrumentos étnicos às composições. Com álbuns consagrados, o Arkona obteve reconhecimento internacional ao celebrar o folclore pagão e a mitologia eslava, misturando vocais limpos e agressivos em um som marcante.
A apresentação do Arkona no Carioca Club seguiu sem imprevistos e ofereceu um show dinâmico que reforçou a proposta estética do grupo. Com um setlist que incluiu “Kob’”, “Ydi” e “Goi, rode, goi!”, a banda envolveu o público com performances enérgicas conduzidas pela presença marcante de Masha Archipova. A participação da plateia foi incrivel, especialmente durante “Khram” e “Zimushka”, criando um ambiente imersivo. O show foi bem executado, mantendo qualidade sonora e entregando uma experiência culturalmente rica que atendeu às expectativas e reforçou o apelo da banda no cenário metal brasileiro.
Fechando a noite, era a vez do Leaves’ Eyes. Banda alemã de symphonic metal formada em 2003. O grupo foi originalmente idealizado pela vocalista norueguesa Liv Kristine, ex-Theatre of Tragedy, que contribuiu com uma abordagem lírica e operística ao lado de Alexander Krull (também do Atrocity) e demais integrantes responsáveis por acrescentar elementos orquestrais e temáticas vikings ao som da banda. Com discos dedicados à mitologia nórdica e arranjos sinfônicos marcantes, o Leaves’ Eyes consolidou presença internacional e participação constante em grandes festivais.
O show do Leaves’ Eyes no Carioca Club foi uma excelente surpresa, contrastando com o peso das bandas anteriores. A apresentação destacou o caráter sinfônico e melódico do grupo, que abriu com “Chain of the Golden Horn” e incluiu “Hammer of the Gods”, “Who Wants to Live Forever” e outras faixas marcantes. A banda entregou um setlist variado, evidenciando a qualidade vocal e a presença cênica de Liv Kristine. A plateia, embora pequena, participou de forma ativa, especialmente durante “My Destiny”, sendo ainda surpreendida com doses de vodca distribuídas pela banda. Outro destaque foi a apresentação de “Song of Darkness”, faixa anunciada como parte do próximo trabalho. No geral, a performance foi excelente e reforçou o domínio de palco do grupo, sobretudo em “Sign of the Dragonhead”, momento em que Alexander surgiu com vestimentas medievais e empunhando uma espada, elevando ainda mais o clima teatral da apresentação.
Em síntese, as três bandas apresentaram shows de qualidade, mantendo o público engajado e satisfeito. Para um domingo à noite, o lineup diversificado atraiu os fãs verdadeiros, provando que não é sobre quantidade, mas da qualidade e da entrega daqueles que contribuem para fazê-lo acontecer.
Texto: Marcelo Gomes
Fotos: Edu Lawless
Edição/Revisão: Gabriel Arruda
Realização: Estética Torta
Press: Acesso Music
Atrocity – setlist:
Desecration of God
Death by Metal
Fire Ignites
Fatal Step
Spell Of Blood
Faces From Beyond
Bleeding for Blasphemy
Shadowtaker
Reich of Phenomena
Arkona – setlist:
Kob'
Ydi
Na strazhe novyh let
Yav'
Khram
Goi, rode, goi!
Zakliatie
Zimushka
Leaves' Eyes – setlist:
Chain of the Golden Horn
Hammer of the Gods
Across the Sea
Serpents and Dragons
Edge of Steel
Who Wants to Live Forever
Sign of the Dragonhead
Song of Darkness
Realm of Dark Waves
My Destiny
Swords in Rock
Hell to the Heavens
Farewell Proud Men
Forged by Fire
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
Cobertura de Show: Odin’s Krieger Festival – 01/11/2025 – Carioca Club/SP
Odin’s Krieger Festival mistura humor com medieval em shows de Nanowar of Steel e Heidevolk
O humor italiano e o folk metal viking holandês combinam muito bem, e festival, que também contou com outras apresentações diversas nacionais, valeu a pena presenciar
O Odin’s Krieger Festival já é tradicional! Ano após ano, a festa atrai apreciadores de costumes e da cultura medieval fantástica, além de adeptos da história e mitologia nórdica, celta, e todo tipo de história e fé pagãs. Mesmo sem shows, só o encontro temático dessa ou dessas tribos já seria sensacional, mas com grandes apresentações, tudo fica melhor. Tivemos!
Embora, devo dizer, o público parecesse abaixo do que tivemos em 2024, ainda era respeitável, com mais da metade do Carioca Clube cheio. Bem, era de se esperar, já que as atrações do ano anterior eram mais populares, com Dogma e Wind Rose. Neste ano corrente, tivemos ainda um repeteco: O Heidevolk já havia estado no mesmo festival alguns anos antes.
OAKLORE FAZ TRIBUTO AO FOLK “GEEK”:
Uma aguardada atração nacional era o Oaklore, um grupo de música folclórica que já se tornou conhecido no circuito de eventos “folk”. Talvez uma das coisas mais legais deles, é que você vai se sentir “em casa” quando estiver em seus shows: grande parte de seu repertório é de temas musicais que somos acostumados a ouvir no nosso dia-a-dia (bem, ao menos quem é ligado em videogames, filmes e séries), com canções que vão de Senhor dos Anéis, uma das grandes inspirações da existência do grupo, segundo o que disseram no palco - bem, podemos compreender isso, já que o filme, do qual tocaram temas no show, é uma das maiores obras audiovisuais do gênero. Pessoalmente, fiquei extremamente emocionado ao tocarem um mix de temas de The Witcher 3, que é meu jogo preferido. Tão bem executado foi, que chegou a ser emocionante para fãs da franquia, do personagem Geralt of Rivia, e desse universo fantástico. Excelente apresentação, que serviu perfeitamente como “esquenta” para o que viria.
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| *Priscila Ramos - @agendametal |
Vale frisar que, no meio tempo entre os shows, não há nenhum tipo de tédio! vários stands de lojas dos mais variados produtos, comuns, exóticos, artesanais, que iam de hidromel a velas aromáticas. Tem para todo tipo de público, e isso já vem de ano após ano - sempre ótimas opções, embora muitas vezes pagando um preço bem salgado.
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| *Priscila Ramos - @agendametal |
NANOWAR OF STEEL TRAZ BOM HUMOR, HITS HILÁRIOS, E… VAMPETAÇO!:
Sejamos diretos: você nunca vai rir tanto em um show de rock quanto no do Nanowar of Steel! Conhecido recentemente pelo engraçadíssimo hit Norwegian Reggaeton, que parodia tanto o reggaeton latino, quanto o black metal norueguês, foi a primeira vez que a banda italiana esteve no Brasil, depois de muitos pedidos. Valeu a espera!
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| Sandra Rosato |
A banda entrou com o visual mais bizarramente divertido possível: cada um dos integrantes com uma fantasia mais “zoeira” que a outra, sendo o vocalista Mr. Baffo o ápice, vestido com quase um cosplay de “loli” de animes - só imagine um sujeito barbado fazendo isso, é sensacional! Apesar da zoeira, todos tocam absurdamente bem, e as músicas são executadas exatamente como deveriam.
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| Sandra Rosato |
Alguns momentos completamente absurdos fazem parte da festa. O outro vocalista, Potowotominimak colocou uma máscara do monstro Cthulhu, da obra de HP Lovecraft, durante a canção The Call of Cthulhu, com um telefone em mãos. Entenderam o trocadilho?! Ou o momento incrível quando um sujeito vestido do pássaro “malvado” Cacciatore entrou no palco, na canção Il Cacciatore della Notte. Também tivemos um “wall of love”, uma espécie de wall of death, mas onde todos se abraçam - ainda com Careless Whisper, de George Michael, de fundo, seguido pelo cover do cantor inglês da música de mesmo nome.
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| Sandra Rosato |
Mas provavelmente o momento mais sensacional do magnífico show foi quando alguém atirou uma bandeira com a foto do ex-jogador Vampeta nu, apenas com a foto de Varg Vikernes, do Burzum, tampando suas genitais, em referência ao episódio quando o dito vocalista de black metal falou mal de brasileiros no twitter, e os usuários brasileiros começaram a lhe mandar fotos do ensaio do ex-atleta para a extinta revista G Magazine - ficou conhecido como “Vampetaço”. Eles realmente exibiram aquilo no palco!
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| Sandra Rosato |
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| Sandra Rosato |
Entre as apresentações, tivemos uma bela apresentação de dança, que serviu muito bem de aquecimento, além de uma batalha esportiva de espadas, o que fez com que não ficasse nada cansativa a espera para o próximo show.
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| Sandra Rosato |
HEIDEVOLK FECHA A NOITE COM BOA APRESENTAÇÃO DE FOLK METAL, MAS OFUSCADA PELA ANTERIOR:
Trocamos o humor pelo verdadeiro folk metal. Diretamente da Holanda, um dos maiores celeiros de bandas bem sucedidas do mundo, o Heidevolk fazia sua segunda participação no Odin’s Krieger Festival. Claro que, pela proposta do evento, de celebrar a cultura medieval e nórdica, seriam a atração principal.
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| Sandra Rosato |
Afiada, a banda veio ao país agora divulgando seu álbum Werderkeer, e não decepcionou. O som que apresentam faz todo o sentido para o evento, e logo de começo já era ovacionada pelo público. Uma coisa bem curiosa é que apesar de fazerem um som mais rápido, onde seria comum o uso de vocais agudos, os holandeses usam dois vocalistas com vozes extremamente parecidas e graves. Por um lado, isso dá um contraste, e deixa com uma certa cara “ritualística”, mas por outro, uma das vozes acaba ficando redundante, já que não há contraste entre ambas. No fim das contas, funciona. Outro ponto interessante é o idioma; não é comum ouvirmos músicas no idioma neerlandês, mas a banda prova que pode, sim, funcionar bem, a depender do estilo.
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O setlist foi conservador, mesmo longo. Tivemos, de começo, duas do último disco, como era de se esperar: Hagalaz e Klauwen Voorut. Não demorou para virem clássicos, com Winter Woede, Urth e A Wolf in my Heart. No geral, tudo muito completo, contemplando vários períodos de sua carreira.
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Terminamos o show com Vulgaris Magistralis, versão para a banda de rock holandesa Normaal, e a saideira com um grande clássico, Nehalennia, do já distante ano de 2010.
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Ótimo show, com belo som, e um público muito animado, e diversos mosh pits ao longo do show. Apesar do brilho, o fato do Nanowar of Steel ter feito uma apresentação inédita e extremamente divertida, que roubou a cena, ficou parecendo que quem deveria ter sido a atração final eram eles. De toda forma, o conjunto de ambas foi muito bom, e tudo foi muito bem aproveitado. Ambas bandas já têm um lugar no coração dos brasileiros, e podem voltar a qualquer momento, que será uma boa pedida de show!
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Texto: Fernando Queiroz
Fotos: Sandra Rosato (*exceto onde indicado)
Edição/Revisão: Gabriel Arruda
Realização: Okf Produções
Press: Tedesco Comunicação & Mídia
Nanowar of Steel – setlist:
Sober
The Call of Cthulhu
Pasadena 1994
Wall of Love
Disco Metal
Uranus
HelloWorld.java
Il Cacciatore della Notte
Norwegian Reggaeton
Armpits of Immortals
La Polenta Taragnarok
Vahlallelujah
Heidevolk – setlist:
Hagalaz
Klauwen Vooruit
Winter woede
Urth
A Wolf in My Heart
Schildenmuur
De strijd duurt voort
Het Wilde Heer
Wederkeer
Het bier zal weer vloeien
Het Gelders volkslied
Hulde aan de kastelein
Ostara
Krijgsvolk
Tiwaz
Saksenland
Drink met de Goden (Walhalla)
Drankgelag
Vulgaris magistralis
Nehalennia
sexta-feira, 29 de agosto de 2025
Lothlöryen: Uma Jornada Barda e Insana
Por Gabriel Arruda
Décadas se passaram e, até hoje, muitos afirmam que Minas Gerais é a capital do Heavy Metal brasileiro. Afinal, foi de lá que surgiu o maior nome do estilo no mundo, o Sepultura, além de excelentes bandas de death e thrash metal como Overdose, WitchHammer, Sarcófago e outras.
Anos mais tarde, a cena mineira também se tornou um celeiro do Folk Metal nacional, revelando nomes como Tuatha de Danann e Lothlöryen. É justamente esta última que, no próximo mês de setembro, lançará “…Of Bards and Madmen [Reimagined]”, uma releitura do álbum lançado há vinte anos.
Com novos arranjos e letras remodeladas, a obra conduz ao universo bardo, explorado com maestria por Daniel Felipe (vocal), Leko Soares (guitarra e vocal), Leo Ghigiarelli (baixo) e Lucas Bello (orquestrações e vocais). O álbum reúne dez faixas inspiradissimas, regadas de orquestrações grandiosas, backing vocals imponentes, passagens acústicas e toda a riqueza sonora que são características do gênero.
Faixas como "Ruins Of Fantasy, "Elfic" e "There And Back Again" — esta última com a participação do talentoso vocalista Raphael Dantas (Ego Absence) — representam bem a proposta, surpreendendo pelo equilíbrio entre peso e toda a abundância sonora citada acima de forma condensada. A sequência com a faixa-título e "Moriality" trazem o poder magnético do Power Metal, com riffs e solos que grudam na memória como cola Super Bonder, além de linhas vocais impactantes e envolventes. "Another Tale" (com leve influência de Avantasia e participação de Shoujy) e "Someday" acrescentam uma boa dose de teatralidade, sendo duas baladas carregadas de emoção.
A produção é outro ponto forte. Mesmo sendo uma regravação, a qualidade impressiona pela clareza e pelo peso. Cada detalhe é audível, especialmente quando se ouve com fones de ouvido, que aproximam o ouvinte da experiência sonora completa.
Mesmo com alguns torcendo o nariz e afirmando que, uma vez concebida uma obra não deve mais ser alterada, muitos — inclusive este que vos escreve — acabam resistindo à ideia. Mas, no caso de …Of Bards and Madmen [Reimagined], a mudança é positiva e abrasiva, pois esta nova versão se mostra ainda mais polida e resistente que a primeira. Então, já deixe sua IPA, sidra ou hidromel à mão, pois este álbum merece ser degustado com cada gole e ouvido atento, assim como toda a experiência que ele oferece.
sábado, 16 de maio de 2020
Asgard: Mesclando Elementos Contemporâneos ao Progressivo e Folk
Selo: Pride & Joy Music
domingo, 1 de setembro de 2019
Eluveitie: Celtic Folk Metal em Constante Evolução
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| Chrigel Glanzmann |
domingo, 21 de abril de 2019
Cobertura de Show – Amorphis (13/04 – Porto Alegre/RS): finalmente em solo gaúcho
terça-feira, 9 de abril de 2019
Cellar Darling: Segundo Álbum para "Enfeitiçar" os Fãs
Texto: Raquel de Avelar
Fotos: Divulgação
Lançamento: Nuclear Blast Records
Edição Nacional disponível via Shinigami Records. Confira o site do selo AQUI
Site Oficial
Line-Up:
Anny Murphy: Vocais, hurdy-gurdy
Merlin Sutter: Bateria
Ivo Henzi: Guitarra e Baixo
Tracklist:


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