sábado, 10 de dezembro de 2016

Temperance: The Third Album Since 2013, and Constant Evolution!



Temperance is an Italian Melodic Heavy Metal band. Founded in 2013 by musicians with more than a decade of experience in the scene. On September 16 the album "The Earth Embraces Us All" was released by Scarlet Records, the band's third full lenght.  (versão em português)

The first track, "A Thousand Places", mixes very well weight and melody, more progressive parts, symphonic and oriental rhythms. Quite variety in instrumental and vocal arrangements, characteristic that follows by all the album. In some moments it is difficult not to notice a certain similarity of the vocal tone of the vocalista Chiara with Elize Ryd (Amaranthe). Another very good track,  "At the Edge of Space" gives continuity in the weight of the guitar and drums, in addition to presenting a very sticky chorus. "UnspokenWords" (which also became the first official video of the album) begins a little more calmly and brings a more folk mood. Then "Empty Lines" alternates melody with some faster riffs.


"Maschere", besides being a little more calm, is sung in Italian, showing a lot of originality. "Haze" has a strong footprint, the vocals are certainly the biggest highlight, the band proves that it is possible to make quality music without giving up a sticky chorus. Finally, my favorite: "Fragments of Life", with a beautiful piano, is a very nice song, to hear several times a day without being bored.

In "Revolution" is the time to highlight the talent of the male vocal, which reminded me a lot of the vocals of Marco Hietala (Nightwish). "Advice From a Carterpillar" is very accessible, and although longer, it certainly has great potential to become a popular music among the fans. The penultimate track "Change the Rhyme" has a captivating melody, again the quality of the keyboards call our attention. And closing the chapter, "The Restless Ride", another song with remarkable keyboards and a more symphonic appeal.


It was the first time I heard the band, the production of the album is great. In some moments I could not avoid the comparison Temperance's sonority with other bands, but over time I was able to notice their own characteristics.

For those who like bands with female vocals, Temperance is a great band to get out of the routine of Female Fronted bands with just operatic vocals. All the musicians prove that besides experience they also have a lot of talent, in a work showing variety and wrapped in excellent production. Who, like me, start with this album will certainly want to hear the previous works.
Rate: 8.5 / 10

Text: Raquel de Avelar
Revision: Carlos Garcia

Band: Temperance
Album: The Earth Embraces Us All (2016)
Country: Italy
Style: Symphonic / Melodic / Progressive Metal
Stamp: Scarlet Records





Line-Up
Chiara Tricarico: Vocals
Marco Pastorino: Guitar and Vocals
Luca: Bass
Giulio: Drums and Keyboards

Track-List
1. A Thousand Places
2. At The Edge Of Space
3. Unspoken Words
4. Empty Lines
5. Maschere
6. Haze
7. Fragments Of Life
8. Revolution
9. Advice From A Caterpillar
10. Change The Rhyme
11. The Restless Ride



segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Misconducters: Simples e Objetivo


A simplicidade por fazer música tem se tornado cada vez mais abrangente para buscar um espaço no cenário. Com tão pouco, em termos de arranjos musicais, uma banda consegue funcionar bem em alguns sentidos. Não, não estou me referindo ao “Faça Você Mesmo”, e sim a maneira de como uma música deve ser, de forma natural e conforme ela vai pedindo. E é exatamente isso que o Misconducters (que tem em sua formação o britânico Den, vocalista/guitarrista) mostram no seu 4º disco, “Boundless”.

O trio consegue muito bem mesclar o peso do Heavy Metal com a energia do Punk Rock, juntando também dosagens de Hard Rock e Rock N’ Roll, puxado mais pro lado setentista, que quem for chegado em Motörhead, Orange Globin e Corrosion Of Conformity, vai entender do que “Boundless” se trata. E as músicas são de rápida ação (sem desvios), proporcionada por arranjos radicais e ríspidos, que em determinado momento, se difere com várias técnicas bem distribuídas por parte dos músicos.

Sobre a produção, podemos dizer que é bem natural e suja, não esperando algo super grandioso ou relevante, mas a qualidade de gravação, tanto nas partes de mixagem e masterização, são bem nítidas e alvejantes. Resumidamente, a logística sonora se difere ao lado esporrento do trio, que dispõem arranjos crus e sujos. A capa é bem compreensível e espontânea, expondo de forma esclarecedora a postura da banda. 


Dentre os destaques, “The Game” inicia o petardo de forma bem pra cima e enérgica, flertando a união entre Heavy Metal e Punk, com riffs de guitarras diretos e simples; “Class Of ‘84” percorre num andamento mais lento, mas que não deixa empolgar em nenhum momento, com baixo e bateria mantendo o seu devido ritmo; o lado mais Punk da banda aparece em “Pave The Way”, que já é mais trabalhada, principalmente nas guitarras, tendo algumas partes melódicas pra dar um toque sublime.

A parte rítmica ganha destaque novamente em “Hunters And Prey”, que é bem ganchuda, apresentado cadenciada e peso nas 4 cordas, além das mudanças de andamentos na bateria e os refrães acessíveis. E por falar de mudanças, “Boundless”, a instrumental do disco, segue com variações inteligíveis, com cada um mostrando o que sabe nos seus respectivos instrumentos. Chegando aos momentos finais, “Plain Conditioning”, ganha força pelo jeitão "SABBATHICO", prevalecendo nuances não tão rápidas, que também é conduzida pra "Lurch”, que encerra o disco espontaneamente, puxando mais para o lado do Rock N’ Roll.

Em breve, a banda estará lançando o seu novo disco, “Circadian”, que promete ser ainda melhor que este. No aguardo pelas novidades...


Texto: Gabriel Arruda
Edição/Revisão: Carlos Garcia
Fotos: Divulgação

Ficha Ténica
Banda: Misconducters
Álbum: Boundless
Ano: 2015
Gravadora: Denfire Music

Formação
Den (Vocal/Guitarra) 
Brisa (Baixo) 
Vitão (Bateria)

Track-List
1. The Game 
2. Classof '84 
3. Pavethe Way 
4. Hunter and Prey 
5. Boundless 
6. PlainConditioning 
7. Lurch 

Contato

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Brutallian: Heavy Metal Poderoso e na Cara!


Oriunda de São Luís do Maranhão e fundada em 2002, e passando por um hiato entre 2010 e 2013, retornando com novo line up, a banda Brutallian chegou ao seu debut, "Blow on the Eye", mostrando uma sonoridade permeada pelo Heavy Metal tradicional, com as influências dos grandes pilares do estilo, principalmente do Metal oitentista, soando contemporânea. Posso citar nomes como Accept e Judas Priest, principalmente em seus momentos mais "porrada", Sanctuary e até mais recentes, como Primal Fear.

Uma vinheta dá início a uma avalanche de riffs em profusão, cozinha poderosa e pulsante, e o Heavy Metal carregado de pegada do Brutallian vem à carga, com a faixa título, "Blow on the Eye", com seus riffs marcantes e cozinha robusta, é explosiva e empolgante, destacando ainda os coros e vocais, que transitam pelos mais "rasgados" até os mais agudos, lembrando-me algo de Halford, Warrel Dane e também o nosso Mário Pastore.


"Black Karma" não deixa por menos, riff marcante e cortante, baixão pulsante e batera demolidora, com Pablo entrando com agudos animalescos, mostrando sempre essa variação entre tons mais médios agressivos e rasgados, com mais altos. Os coros novamente aparecem com destaque no refrão, vindo o Accept imediatamente a mente; por falar nisso, "Primal Sigh", com seu riff que entra como uma locomotiva que se aproxima, também remete imediatamente ao Accept, principalmente no seu início. Muito peso e variações bem tradicionais também marca esta faixa.

"Psycho Excuse", é um momento de calmaria, lembrando aquelas intros do Maiden, mas em  a porradaria retorna com "You Can't Deny Hate", chegando a por um pé no Thrash, destacando o forte refrão e o trabalho pesadíssimo das guitarras; "Hell is Coming With Me" tem bases principais mais arrastadas, com muito peso, trazendo também um certo groove.


"I, The Scoundrel" também segue uma linha mais cadenciada e pesadona, ganhando velocidade no refrão, e os vocais de Pablo lembram bastante Warrel  Dane; "Pain Masterpiece"  fecha em grande estilo, sendo redundância elogiar os riffs e a pegada geral, condensando muito bem essas referências de Judas Priest e Accept.

Um álbum de Heavy Metal com tudo o que se espera, riffs marcantes e em profusão, muita pegada, cozinha pesada, vocais poderosos e muita personalidade. O Brutallian consolida-se como mais uma destacada referência na cena nacional, em termos de Heavy Metal puro!


Texto: Carlos Garcia
Fotos: Divulgação e arquivo da banda
Assessoria: Rômel Santos -  Dunna Records

O Brutallian é:
Pablo Barros: Vocais
Lex Wave: Guitarras
Rayan Oliveira: Bateria
Fábio Matta: Baixo




BUY BLOW ON THE EYE
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STREAM BLOW ON THE EYE
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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Sioux 66: Crescimento Contínuo



Nesses 4 anos de atividade, o Sioux 66 reativou uma coisa que estava apagada e sumida aqui no Brasil: o Hard Rock, que antes de terem surgido, havia um mínimo de bandas em cena. O Hard Rock moderno, com influências dos anos 90, atraiu muita gente, chamando atenção dos importantes festivais do Brasil (até alguns de fora) e de bandas consagradas, tanto que, há dois meses, foi a banda de abertura do show do Aerosmith em São Paulo. Ainda acreditando que pode ir cada vez mais longe, o quinteto mostra do que é capaz no seu segundo disco, “Caos”.

O comportamento musical, se comparado ao EP de estreia e ao sucessor disco “Diante do Inferno” (2013), continua o mesmo. A pegada ‘punch’ aderente (municiados pelas guitarras compactas e maciças) e as letras cantadas em português permanecem íntegras e de alta qualidade, bebendo da fonte de grandes nomes como Guns N’ Roses, Aerosmith e The Cult, ligando também caminhos que percorrem todas as vertentes do Rock, dando mais energia com os tramites do Heavy Metal, Punk Rock e Rock N’ Roll, além de experimentar coisas não tão usais diante de sua proposta principal.

A produção foi manejada pelo Henrique Baboom. Uma escolha mais do que certa, pois a parceria da banda com o produtor já dura há muito tempo, talvez sendo o produtor que mais sabe lidar com bandas de Hard Rock e suas vertentes, o que acaba ajudando muito. A mixagem e masterização ficou a cargo do conceituado Brendan Duffey, deixando a sonoridade do disco bem aberta e sólida. A capa é uma ilustração do Edgar S. Paxson, do quadro Custer’s Last Stand, em 1899, que representa a batalha dos índios Sioux com a realidade de hoje. 
O disco irá agradar todos os fãs de Hard Rock em geral. Não se prendendo a rótulos e inovando cada vez mais, a banda consegue trazer a aproximação através de composições inteligíveis, atraindo não só o fã de Hard Rock, mas sim do Rock em geral. E, claro, a banda só tem a ganhar com isso, podendo o nome da Sioux  cruzar algumas fronteiras.


Batidas cavernosas de bateria dão inicio para “Caos”, que é regado de riffs ganchudos, assim como o instrumental arrastado. E a letra reflete bem o perigo que percorre nas ruas do Brasil; “Tudo Que Restou” (música de trabalho) saca andamentos mais rápidos e concisos, temperado por arranjos melódicos, patenteados por refrãos abrangentes; “Meu Lugar” exibe um Hard Rock na linha do The Cult, e já tem um jeitão mais Rock N’ Roll e clássico, deixando isso visível no trabalho de guitarras, principalmente em questão de harmonia e solos.

“O Que Te Impede de Viver” trilha nuances retrospectivas, alinhando intervenções do Hard Rock dos anos 90, destacando a forte presença rítmica da banda (prestem atenção no baixo); “O Homem Que Nunca Mudou" dosa momentos de praticidade, colocando a experimentação da banda através do feeling do Blues, ganhando mais exuberância com a presença da gaita; “Libertad” é instigante, esmerando um clima ermo através de simples simetrias acústicas; “Minerva” consegue assimilar cadência e ritmos quebrados na medida certa,  ganhando energia e adrenalina na ponte final.


“Desarmado” traz um instrumental mais direto e estável, apadrinhados por riffs precisos e mais diretos; “Pra Sempre” é uma linda balada, onde a banda consegue trazer um ambiente intimista, transmitindo até algo tipo um clima de luau. O álbum encerra com o cover de “O Calibre”, do Os Paralamas do Sucesso, que ficou mais pesada na versão dos Sioux, não devendo nada pra versão original.

Em se tratando de Sioux 66, só no resta esperar coisas boas e grandes. E após esse lançamento, por uma gravadora mais ‘main-stream’, não restam dúvidas de que eles podem ir mais longe, e o sonho de viver da música para alguns pode deixar de ser utopia;

Texto: Gabriel Arruda
Edição/Revisão: Carlos Garcia
Fotos: Divulgação

Ficha Técnica
Banda: Sioux 66
Álbum: Caos
Ano: 2016
Gravadora: Sony Music
Assessoria de Imprensa: Hoffman & O’ Brian

Formação
Igor Godoi (Vocal)
Mika Jaxx (Guitarra)
Bento Mello (Guitarra)
Fabio Bonnies (Baixo)
Gabriel Haddad (Bateria)



Track-List
1- Caos
2- Tudo Que Restou
3- Meu Lugar
4- Seu Destino
5- O Que te Impede de Viver?
6- O Homem Que Nunca Mudou
7- Libertad
8- Minerva
9- Desarmado
10- O Rei (O Que Te Faz Estar Aqui)
11- Pra Sempre
12- O Calibre (BonusTrack)


Contatos

sábado, 26 de novembro de 2016

Metallica: A Continuação Natural 25 anos Depois



Uma banda gigantesca como o Metallica sempre é cercada de grande expectativa, e se ao vivo o grupo seguiu empolgando em suas apresentações,  não podemos dizer o mesmo dos seus discos lançados após o mega sucesso “Metallica”, de 1991 (ou como é mais conhecido, “Black Album”) , o qual também sofreu resistência por parte de fãs mais radicais porque a sonoridade era mais “limpa” e mais comercial, com a banda alcançando uma popularidade muito grande, indo além do nicho do Heavy Metal.

Os experimentos do grupo, que chegou a dizer que não eram mais uma banda de Metal propriamente, não caiu bem entre muitos fãs, e álbuns como “Load” (1996) e “Reload” (1997) e  principalmente "St. Anger "(2003), traziam um Metallica cada vez mais longe da sonoridade de outrora, e o que é pior, com composições pouco inspiradas, parecendo que a banda estava acomodada com o sucesso (fora os problemas internos, que quase causaram o fim da banda, e são relatados no documentário “Some Kind of Monster”. Em 2008, com “Death Magnetic”, o quarteto aproximou-se do Metal mais pesado e agressivo e do Thrash Metal dos primeiros álbuns, porém, em composições ainda muito abaixo do que era esperado, nada que fosse marcar a história do grupo, como um “Master of Puppets” ou o próprio “Black Album”.


Oito anos após, chega o novo álbum, “Hardwired...To Self-Destruct” (Construído...Para Auto Destruição), lançado oficialmente no dia 18/11, o primeiro sob o próprio selo, Blackned Recordings. Muitos anos já sem nutrir expectativas de que a banda fizesse algo que pudesse me empolgar  novamente, fui conferir o álbum, e não é que, de uma audição que eu esperava ser desinteressante, acabou sendo surpreendente, e finalmente posso dizer que o Metallica voltou a mostrar gana, composições fortes e pitadas de inspiração. Não posso dizer que é um novo “clássico”, mas com certeza é o melhor disco desde o “Black Album”, vão-se aí 25 anos!

O álbum é duplo, tendo 12 músicas, e uma das grandes sacadas é que a banda fez vídeos para todas as músicas, os quais todos puderam ir conferindo no Youtube. Genial mesmo, mostrou uma visão do que está ocorrendo atualmente, e é algo digno mesmo de uma banda gigante. Outro fato interessante é que somente James Hetfield (guitarra e vocal) e Lars Ulrich (bateria) compuseram praticamente todo o álbum, dividindo a produção com Greg Fidelman (que tem em seu currículo trabalhos  com Black Sabbath, Slayer, U2, Red Hot Chilli Peppers entre outros). Um álbum que finalmente me soou como a evolução natural pós “Black Álbum”, no qual apresentaram uma sonoridade mais técnica, e até mais acessível, mas sem perder o peso.

Falando um pouco das músicas, “Hardwired”, por exemplo, abre o álbum de forma veloz, direta e agressiva; a seguinte, “Atlas, Rise!”, uma das melhores em minha opinião, traz ótimos riffs, várias trocas de andamento, que lembram bastante os primeiros álbuns, mas com a técnica atual. Nela se destacam as influências do Metal Tradicional, principalmente da cena inglesa dos anos 80 (NWOBHM, com certeza!), com guitarras dobradas que remetem ao Iron Maiden, por exemplo (a faixa "Am I Savage?", me remeteu diretamente a isto também, pela sonoridade e uma certa referência no título ao clássico "Am I Evil?", do Blitzkrieg, "coverizado" pelo Metallica). 

“Moth into Flame”, é a quarta faixa, é outro destaque, e aí a essa altura a desconfiança e desinteresse que eu tinha dissipou-se. Música forte, com belo trabalho de guitarras, e para mim o melhor vídeo também, ao lado da “Murder One” (referência ao cabeçote de baixo signature de Lemmy), homenagem a Lemmy Kilmister (Motorhead), falecido ano passado.  As melodias e cadência de “Manunkind” e a velocidade e pegada Thrash mesclada a elementos do Metal Tradicional da locomotiva de  “Spit out the Bone” merecem menção especial também, esta uma das mais pesadas ao lado da faixa de abertura; "Now That We're Dead", mesmo com as "colagens" de bateria, é bem legal, com aqueles riffs mais arrastadões, enfim, composições em um muito bom nível, e o principal é que o Metallica finalmente voltou a demonstrar que tem sim ainda muito a dar aos fãs.

Cena do vídeo que homenageia a lenda Lemmy, com a música "Murder One".
Talvez fossem mesmo necessárias todas as fases anteriores, para o grupo voltar a fazer algo dentro do que se espera deles, e de qualquer grande nome. Peso, momentos inspirados, técnica, trazendo elementos do passado sem deixar de soar contemporâneo, produção e sonoridade excelentes. Os fãs ficarão satisfeitos com “Hardwired...To Self-Destruct”, e se não é um álbum nota 10, merece no mínimo um 8,5 e um emoji com carinha feliz! E olha, é um álbum que acredito, crescerá ainda. 

Texto: Carlos Garcia
Fotos Divulgação
Selo: Blackned Recordings

Track-List:
CD 1:
01.
 Hardwired
02. Atlas, Rise!
03. Now That We're Dead
04. Moth Into Flame
05. Dream No More
06. Halo On Fire

CD 2:
01.
 Confusion
02. ManUNkind
03. Here Comes Revenge
04. Am I Savage?
05. Murder One
06. Spit Out The Bone