2º noite trouxe variações do Metal e agradou todo o público. Na foto, Postmortem
Se este redator havia perdido a primeira noite, estava mais que ansioso para conhecer o Eclipse Bar (Porto Alegre/RS) e conferir a segunda noite desse evento que, já após a primeira, corria a informação de que estava sendo um sucesso.
My Own Monster
E foi com um Eclipse quase lotado que pudemos conferir 4 bandas que deram o sangue no palco. E falando em energia, esta emanava da vontade da gurizada da My Own Monster que, se parecia meio deslocado com seu Math Metal, não fez feio e mostrou que está no caminho certo para amadurecer suas composições e presença no palco, merecendo uma atenção especial.
A Postmortem, de Pelotas/RS, subia ao palco com a certeza de um público maior do que sua apresentação na noite anterior em São Leopoldo. Mas, a despeito do número do público, é sabido que a banda desfila seu Death Metal sem dó e com qualidade técnica admirável, não fazendo uma sonoridade preocupada apenas em soar mais pesada possível, mas com um claro interesse em criar composições que se diferenciam entre si (algo que muitas bandas do gênero não se preocupam em fazer). Death Metal em um alto patamar é a definição em uma frase do show do grupo.
Postmortem
Com o ambiente já mostrando que o Eclipse é um lugar do caralho, sobe ao palco Power House, banda que nunca ouvira falar e, embora a banda ainda apresente muitos covers, foram esses os grandes atrativos do seu show. Obviamente que houve espaço para as ótimas composições próprias calcadas em um Heavy Metal clássico com pitadas de Power Metal, tudo muito bem dosado e executado, sem soar revolucionário, mas trazendo uma aura clássica admirável, como em “Dying in Fear”, “The Unbeliever's Prayer” e “Empire of Sins”.
Power House trouxe composições próprias e covers com muita energia
Dentre os covers, tive oportunidade de ouvir e ver, pela primeira vez na vida, alguma banda arriscar tocar “Ten Thousand Strong” (Iced Earth) e, simplesmente, fui surpreendido pela fiel versão da banda Power House. Outras versões matadoras incluem “The Evil That Men Do” (Iron Maiden) e “Victim of Changes” (Judas Priest), outra grata surpresa. Atenção produtores de todo estado, fiquem ligados nessa banda.
Sarcástica, marcando sua volta!
Fechando a noite, a Sarcástica fez seu show da volta e, embora ainda precisando de alguns acertos (segundo a própria banda comentou), mostrou porque possui um nome reconhecido na cena gaúcha underground, especialmente sendo perceptível a ansiedade do público para assisti-la. Show digno para encerrar mais um dia de sucesso desse evento que, em duas noites, já provava ter sido adotado como o escape ao carnaval tradicional brasileiro.
Fotos: Road to Metal (confira mais na fanpage do Road to Metal clicando aqui)
Agradecimentos: ao Flávio (banda Leviaethan) por nos receber com grande profissionalismo e parceria, bem como a equipe do bar, as bandas e amigos que fizeram dessa, e das demais noites, um carnaval à altura dos deuses metálicos!
Com ingressos caros demais para a realidade dos headbangers gaúchos, numa noite chuvosa e sexta-feira, aliado à uma atração internacional de não tão grande expressão, fizeram com que a primeira (e provavelmente última) edição de Extremvs Festival (da Belialis Mvsika, que voltaremos a falar depois), fosse um fracasso de público.
Também não poderíamos esperar menos que isto, no mesmo dia tinha dois eventos rolando na capital da cidade, o Carnametal e o Carnarock, que ambos estavam com um valor mais do que acessível ao público banger.
Na Embaixada do Rock, um bar tradicional do Rock/Metal do Rio Grande do Sul, menos de 30 pessoas assistiram as apresentações na noite de 08 de fevereiro, sendo a maioria integrantes e acompanhantes das 3 bandas nacionais que abririam a apresentação da banda polonesa Besatt.
Postmortem mostrou seu Death Metal impiedoso com muita garra, mesmo tendo um público abaixo do esperado
Mesmo com quase nenhum público, a Postmortem (Pelotas/RS) fez seu show, mostrando o que as demais bandas iriam enfrentar: um público em baixo número e, devido a isso, pouca empolgação do mesmo.
Mas o grupo, que já havíamos assistido em janeiro em Santa Maria/RS, mostra garra no palco e apresentava seu EP que estava sendo vendido pela primeira vez chamado “Atra Mors”, executando suas 3 faixas dentre outras da banda, como “Chains of Hypocrisy”, “Beneath the Sands of Time” e “Of Mars and Wars”
Justabeli faz grande apresentação, mas não conseguia esconder a decepção em ver um público tão apático e pequeno
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Ao término do eficiente show, todos já percebiam que, realmente, o público seria aquele, e muitos não conseguiam acreditar na quantidade mínima de pessoas que lá foram prestigiar as bandas. E, diante dessa certeza, a banda paulista Justabeli trouxe seu Death/Black Metal ao palco gaúcho.
À exemplo de sua antecessora, a galera da banda teve uma reação apática do público (devido ao baixo número desses, deixemos claro). Na ocasião, a banda apresentou faixas de seu álbum “Hell War”, que estava à venda no local e não fez feio, mas é verdade que as apresentações foram todas prejudicadas e, efetivamente, pouco se pode falar das bandas.
Mesmo com público limitado os gaúchos da Revogar não se intimidaram e fizeram a melhor apresentação da noite
Ainda restava a Revogar levar seu Black Metal ao palco, pouco antes da atração internacional e, disparada, foi a banda que obteve melhor resposta do limitado público, mas não pareciam afetados e detonaram o palco, na melhor apresentação da noite, incluindo uma canção inédita que não havia sido tocada ao vivo. Grande show dessa galera de Esteio/RS.
Era chegada a hora do Besatt que, claramente decepcionados com o público, fizeram um show frio (mais do que o habitual), com o público menos empolgado que no show da Revogar.
Show frio e sem empolgação
Sem trocar frases com o público (no máximo “obrigado”), o quarteto, vestido à caráter, executou faixa a faixa, uma atrás da outra, encerrando o show “sem mais nem menos”, quando atingiram as músicas combinadas de uma apresentação, sem nem se despedir. E o mísero público nem falta sentiu, pois ao término já estavam indo embora. Uma apresentação apática para um "público" limitado e sem animo, pois era visível a decepção dos bangers que estavam presentes, devido ao baixo rendimento do festival em termos de platéia.
Não bastasse o fracasso do festival, o organizador da turnê da Besatt Marcelo Urbano, dias depois, foi dado como desaparecido, supostamente abandonando a banda no meio da turnê. Lamentável que na cena brasileira fracassos como esses se perpetuem, descreditando a cena underground e mostrando o amadorismo de muitas produtoras.
Fomos apoiadores oficiais do evento, por acreditarmos no potencial do mesmo, mas, infelizmente, além do fracasso de público, houve o fracasso da ética.
Seguindo a iniciativa de Flávio Soares (Leviaethan, Programa Mundo Metal), o festival de Carnaval voltado para os bangers de plantão está chegando a sua segunda edição.
O 2º CarnaMetal acontecerá entre os dias 08 e 12 de fevereiro no Eclipse Bar em Porto Alegre/RS e neste ano contará com mais de 15 bandas distribuídas em cinco noites de evento.
Bandas já conhecidas da cena como a LandWork (que tocará nos dias 08 e 11), Carlos Lichman (dia 12) e Posmortem (dia 09) já estão esquentando as baterias e guitarras para incendiar a capital dos gaúchos. O CarnaMetal também contará com a volta da banda Sarcástica (dia 09) com o ex-guitarrista da Panic.
E, para não perder a tradição, abrirá espaço para bandas como Eu Acuso! (dia 08), formada por Carlos “Lots” (ex-Leviaethan), Blakk Market, de Santa Catarina (dia 12) e My Own Monster (dia 09).
Abaixo a lista completa das bandas que tocarão no 2º CarnaMetal:
- Dia 08/02 (sexta-feira)
LandWork
Eu Acuso!
Sangria
- Dia 09/02 (sábado)
Power House
Sarcástica – com o ex-guitarrista da Panic
Posmortem
My Own Moster
- Dia 10/02 (domingo)
Cripta Mortus
Xaparraw
Imorale
- Dia 11/02 (segunda-feira)
LandWork
Hardcity
Quatro Cilindros
- Dia 12/02(terça-feira)
Blakk Market
Balde De Sangue
Carlos Lichman
Todos os shows começam a partir das 22h. Os ingressos custam R$ 15 e todos dão direito a um CD.
O evento é uma realização da Rádio Ipanema - 94.9 FM e, conta com o apoio da cervejaria Loeffer, criadora da cerveja Leviaethan (que eu recomendo) e Road To Metal, que estará realizando a cobertura completa do festival.
Serviço:
2º CarnaMetal Porto Alegre/RS
de 08 a 12 de fevereiro de 2013
Eclipse Studio Bar
Rua José do Patrocinio, 1240 - Cidade Baixa
DJ Cida Goulart / Fotos by Carla Hell Borck
Ingresso por noite : R$15,00
TODO INGRESSO GANHA UM CD
Lista de CDs disponível na página do evento no Facebook (clique aqui)
Partindo da iniciativa da produtora Belialis Mvsika, e dentro da extensa turnê brasileira dos poloneses da Besatt, a cidade de São Leopoldo receberá um festival em sua primeira edição, mostrando uma face extrema poucas vezes vistas.
Tendo como headliner e destaque do festival a banda polonesa Besatt, a Embaixada do Rock é o local que os headbangers amantes do Metal mais extremo devem se deslocar, já que três bandas nacionais também subirão ao palco do dia 08/02.
Besatt atacará com seu Black Metal negro
As bandas Justabeli (de Diadema/SP), que trará seu Death Metal que está lhe dando certa visibilidade na cena, Revogar (de Esteio/RS), que já é conhecida da cena underground gaúcha (já os entrevistamos, inclusive) executará o Death/Black Metal pelo qual tem se tornado uma das referências do sul e, também do Rio Grande do Sul, mais precisamente de Pelotas, a Postmortem, que tivemos a oportunidade de assistir a apresentação recente (confira resenha aqui) e, tomando por base a mesma, colocarão fogo na Embaixada, sem sombra de dúvidas. Além desses grandes shows, haverá open bar, o que já é um diferencial nos eventos do tipo.
Primeiro show da turnê brasileira acontece em solo gaúcho
A atração internacional Besatt vem divulgar seu Black Metal do álbum “Tempus Apocalypsis” (2012) e faz sua primeira parada com a Brazilian Apokalipse Tour em São Leopoldo/RS, depois se dirigindo para outras 7 apresentações por todo o país, sendo esta do dia 08 de fevereiro a única no Rio Grande do Sul.
Não perca esse massacre sonoro com uma das bandas mais infames do Black Metal mundial, apoiada por três grandes grupos do underground gaúcho e nacional.
O evento conta com apoio Road to Metal e estaremos realizando a cobertura do festival com exclusividade. Vale lembrar que para toda a turnê, incluindo este show, a Belialis Mvsika está sorteando ingressos. Para saber como participar, acesse aqui.
Para começar 2013 com muito Metal pulsando nas veias, estivemos conferindo o Obscure Faith Festival IX, tradicional festival que destaca a arte negra da música pesada, sempre com muito peso e atrações de alta qualidade.
Human Plague foi a responsável por aquecer o público na abertura do festival
Uma semana antes do evento acontecer, problemas interditaram o antigo local onde aconteceria o show em Santa Maria/RS e, mesmo correndo o risco de ser adiado, a organização conseguiu um novo local para manter o evento de pé e, o mais louvável, sem mudança nos preços dos ingressos, nem no cast das bandas.
Human Plague
E foi no Centro Desportivo Municipal (também conhecido como Farrezão), que Human Plague, banda da cidade, iniciou o massacre no grande palco, em uma estrutura de som e luz poucas vezes já vista em eventos underground. Embora ainda com um público tímido (em número e empolgação), a banda local não decepcionou, apresentando seu Death Metal Melódico (sem soar forçado, como muitas bandas por aí) em composições próprias, como “Under God’s Life”, “Tears”, “Lost” e a cantada em português “Sem Deuses nem Demônios”, para também brindar o público, que aos poucos ia se soltando (a cerveja de qualidade estava no ponto e barata!), agitou muito nos covers de Venom (“Countess Bathory”) e Amon Amarth (“The Pursuit of Vikings”).
Dyingbreed fez um show enérgico divulgando sua primeira demo
Sem demora e com uma sonzeira rolando solta no som ambiente, a banda de São Leopoldo/RS, DyingBreed, vinha divulgar seu recente trabalho, a demo "Killing the image of your god" e, se nessa altura um maior público (que ainda chegava, pois contava com grandes atrasos) já estava presente, a banda recebeu mais resposta positiva que a anterior, desfilando seu Death Metal certeiro, muito profissional, com grande presença de palco, fruto da experiência de seus músicos que já passaram por outras bandas e trazem uma bagagem que reflete nas ótimas composições e execução.
Músicas como “Kill the Betrayer”, “Psychotic” e “Crazy Human Experiences” são apenas alguns dos destaques do grupo que, em faixas certeiras e diretas, fez muita gente botar os pescoços pra funcionar, também detonando em ótimas versões para “Dead Embryonic Cells” (Sepultura) e “Grotesque Impalament (Dying Fetus), que fechou o enérgico set.
Postmortem prepara EP para lançamento em breve e o executou na íntegra
Postmortem
A terceira banda veio de Pelotas/RS, Postmortem, e também merece destaque especial, tocando 11 faixas de pura agressividade sonora, todas composições próprias (incluindo futuro EP "Atra Mors" na íntegra), mostrando porque é um dos grandes nomes da cena gaúcha extrema, provando, para quem ainda não acredita, que o interior do estado possui bandas de alta qualidade. Certamente, quem presenciou o massacre no palco poderia ir embora após a apresentação do quarteto, pois já teria valido o festival todo. Mas, claro, mais duas grandes bandas ainda tocariam e o público manteve-se até o fim.
E caminhando mais para o término, a Mental Horror, banda que já havia se apresentado na edição anterior (que também conferimos de perto, em 2011), era uma das mais esperadas como banda experiente que é com turnê internacional e um nome bastante forte na cena, fez o show que já era esperado, muito peso e técnica aliado à agressividade do gênero, incluindo aí a participação de Bruno, vocalista da Postmortem, que voltou ao palco cantar com a banda em "Denying the Scars".
Mental Horror apresentou-se mais uma vez no Obscure Faith Festival
Músicas do aclamado álbum “Blemished Redemption” (2006) tiveram destaque, como “Observe the Martyr”, “Gods of the Pest and Flies” e “Sentenced to Believe”, mostrando a força certeira do Death Metal cru e reto da banda, com direito a versão matadora de “Arise” (Sepultura). A exemplo da edição anterior, Mental Horror fez valer seu nome que é referência no Metal extremo nacional.
Hate Handles fechou essa histórica edição do Obscure Faith Festival
Já relativamente tarde, a agressão sonora final ficou a cargo da banda Hate Handles, que se incumbiu de arrancar as últimas energia das mais de 200 pessoas que estavam lá presenciando essa histórica edição. A banda de Caxias do Sul foi a que mais intercalou músicas próprias com ótimas versões cover, tocando seis músicas próprias (como as pauladas “Bring You Back”, que abre o show, “Deceived” e “Respect By Fear”), além de versões pesadas e fiéis de clássicos como “South of Heaven” (Slayer) e “Mouth for War” (Pantera), esta uma grata surpresa, afinal, quem não curte a banda do finado Darrel?
Hate Handles
Diante das dificuldades inerentes à cena underground, Obscure Faith Festival, edição 2013, mostrou que possui tradição e, mais uma vez, não decepcionou, pelo contrário, agradou a todos (não ouvi nenhuma reclamação) e trouxe grandes bandas, desde grupos renomados na cena, quanto aqueles que ainda buscam mostrar seu som. Agradecemos à organização, especialmente ao Zé Neto, por firmar parceria e nos permitir apoiar o evento. Que venham os próximos!
Fotos: Road to Metal (fotos das bandas Postmortem e Mental Horror), Marcel Jacques (fotos Human Plague), Alinne Zucolotto (fotos da banda Dyingbreed), Hate Handles (fotos concedidas pela banda).
Assista há alguns vídeos da apresentação (créditos nos vídeos)
Os Maias podem ter errado a previsão, mas se o mundo fosse acabar com certeza a data seria 12 de janeiro em Satan Maria (Santa Maria/RS) que irá receber o IX Obscure Faith Festival, evento já tradicional na região que sempre se destaca por trazer bandas das vertentes mais extremas do Metal. E o Road to Metal não poderia ficar de fora como apoiador deste histórico evento underground.
Na sua nona edição o festival irá contar com as seguintes bandas:
Dyingbreed traz músicos experientes da cena extrema
Dyingbreed: Banda de Death Metal de São Leopoldo/RS que, por mais que seja nova, tem na sua formação criaturas que já passaram por hordas como Unmaker, Hateworks e Decimator, ou seja, só banda “leve” e é claro que essa experiência conta a favor da banda que despeja doses cavalares de Metal extremo, tendo como referências grupos como Morbid Angel, Cannibal Corpse e Slayer, prova disso você encontra na demo “Killing the Image of Your God", que apresenta uma fusão muito saudável de Death com Thrash Metal. Guarde esse nome, um grupo que ainda vai arrebentar muitos pescoços por ai.
Banda de Death Metal de Pelotas/RS promete ser uma das mais extremas da noite
Postmortem: Para quem acompanha o undeground nacional esse nome não é nenhuma novidade. Banda batizada em homenagem ao Slayer, teve no seu início uma forte tendência para o Thrash, mas foi no Death Metal que eles encontraram sua essência. Após algumas mudanças de formações e terem acrescentado a sua massa sonora uma segunda guitarra, a banda lançou em 2007 a demo “Out of Tomb”, e é provavelmente baseado nesse material que a banda irá executar pertados como “Decomposition On High Degree” e “Possession Of Spirit And Flesh”.
Hate Handles vem direto de Caxias do Sul/RS para tocar no Obscure Faith
Hate Handles: Os Manuseadores do Ódio vem trazendo para o fest toda agressividade do Thrash Metal com uma veia mais moderna, abusando do groove com um grande trabalho de senso de melodia. Possuem na bagagem o trabalho intitulado “Die In Hands of Believers”, trazendo 9 faixas com destaques para as arrasa quarteirão “Deceived, Keep to the Disease” e “Bring You Back”. Atualmente a formação do grupo é Maicon Dorigati (guitarra), Jonatan Mazzochi (bateria), Matheus Dalalba (baixo) e Charles Magnabosco (vocal).
Human Plague é a banda mais nova e garante muita energia no palco
Human Plague: A caçulinha do festival e prata da casa, formada no final de 2011, a Human Plague vem ganhando espaço cada vez maior com sua fusão de Death/Thrash e Black Metal, principalmente com uma presença de palco brutal que vem ganhando rasgados elogios, seja nas suas composições próprias ou executando os mais variados covers. A Human Plague conta com a seguinte formação: André Corrêa (vocal), Cássio F. Lemos (baixo), Carlos Armani (bateria) e Marcelo Martins (guitarra).
Mental Horror: Aqui não tem muito o que dizer, afinal de contas, esse é um dos maiores representantes da cena extrema nacional. O que dizer de obras primas como “Proclaiming Vengeance” ou “Blemished Redemption” (leia a resenha aqui)? A banda está voltando a ativa e promete mostrar o porque são conhecidos como mestres do brutal Death Metal. Assista e descubra porque os europeus se renderam perante a destruição sonora provocada por esses gaúchos.
Outro grande diferencial do festival é que, além das bandas de eximia qualidade, o público ainda terá a chance de presenciar a exposição dos artistas Fran Cullau e Dayvison Zambiazi.
Então, um evento imperdível para começar o ano da maneira mais extrema possível. Todos os caminhos levam para Satan Maria! Hail Obscure Faith!