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| AJ Savolainen |
sábado, 15 de agosto de 2026
The Eternal: Horizontes Obscuros (Also In English)
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
Cassidy Paris: Juventude, Atitude e a Nova Face do Hard Rock
Por Paula Butter
Cassidy Paris lança seu segundo álbum, pela Frontiers, desta vez mais maduro e com letras mais pessoais. A australiana com ares de diva dos anos 80, veio com objetivo de incentivar as novatas a chegar no topo do rock mainstream. a artista apresenta uma mistura de hard rock com baladas e refrões românticos e também apimentados, mas não deixando de lado o tempero que tanto funcionou com as musas rock n´roll de décadas passadas, a revolta em forma de refrões afiados. Inclusive segundo a própria Cassidy, o álbum reflete sua jornada na música e situações pessoais que precisou enfrentar durante o processo rumo ao reconhecimento.
“BitterSweet” reflete bem o conjunto de faixas e seus significados, ou seja, um gostinho doce, porém amargo, referindo-se aquela sensação de experimento e surpresa na descoberta de que às vezes os opostos combinam muito bem. Logo na primeira faixa, “Butterfly”, percebe-se um ar de single, daqueles para ouvir no carro para animar o dia. Musicalmente é bem estruturada como todas as faixas, os vocais da cantora alternam na forma de suavidade e acidez, sempre com guitarras e ritmos que acompanham sua entonação do começo ao fim.
E assim, se desenrolam faixas seguintes, “Nothing Left To Lose” dá bastante destaque à voz de Cassidy, iluminando sua maturidade artística. Em “Finish What We Started” percebe-se uma pegada bem mais Hard Rock, daqueles que dá vontade de sair dançando, e também traz a nostalgia do passado. Já “Gettin’ Better” é uma ótima “quase” balada, tendo em vista que os arranjos são bem dinâmicos, e também carrega mais densidade emocional nas letras.
Após um pouco de melancolia, chega a divertida “Give Me Your Love” para levantar o astral, nada de mais, porém tem aquela pegada do Glam Rock com momentos em que a voz de Cassidy alterna para um estilo bem charmoso, porém com atitude. Acredito ser um dos destaques do álbum até agora, ao lado da primeira faixa. A sétima música pode ser considerada a balada principal, “Can't Let Go”, bem feita, mas nada de novo. Entretanto, um artifício genial na composição das faixas de “BitterSweet”, é o fato de que quando o ouvinte está prestes a dar o stop, pronto! Eis que chegam “Undecided” e “Sucker For Your Love”, surpresas de alto nível, com direito a solos de guitarra, bateria forte, ritmo, Hard Rock da melhor qualidade. Considero duas pérolas do álbum, dignas de serem repetidas várias vezes.
As últimas faixas voltam a carregar um tom mais melancólico, com exceção da ótima “Turn Around And Kiss Me”, literalmente uma reviravolta musical, como se a protagonista assumisse o controle de forma permanente e decidida, como em um filme, onde a melhor parte é aquela antes do fim. Com a empolgação, vem a última canção “Stronger”, muito bem construída, mas fica atrás da penúltima, em termos de inovação. Entretanto vem para consolidar de forma correta, a obra da jovem artista australiana. Lançamento perfeito para incentivar as mulheres a lutarem pelo seu lugar no mainstream do Hard Rock. E novamente, não se deixem levar pela pouca idade da moça, ela realmente sabe o que está fazendo.
segunda-feira, 14 de abril de 2025
Cobertura de Show: The Amity Affliction – 06/04/2025 – Carioca Club/SP
The Amity Affliction apresenta show enérgico em única apresentação no Brasil
Australianos trás show recheado de hits e emoção para fãs brasileiros.
A banda australiana The Amity Affliction fez sua segunda, rápida e porém marcante passagem por São Paulo no domingo, 6 de abril de 2025. Com um setlist já conhecido dos fãs brasileiros, o grupo não economizou na entrega e realizou um show memorável no Carioca Club.
Sem banda de abertura, o público se concentrou em peso na casa, aguardando com ansiedade o início da apresentação, que começou pontualmente às 20h, conforme prometido. O local estava lotado, com a grade disputada e uma plateia fervorosa — foi esse o cenário que Joel Birch (vocal), Dan Brown (guitarra), Joe Longobardi (bateria) e Johnathan Reeves (baixo) encontraram ao subir no palco. Logo no início, o vocalista recebeu e posicionou no palco uma bandeira do Brasil com o nome da banda, preparada pelos fãs — um gesto que já demonstrava o carinho mútuo entre artista e plateia.
A abertura ficou por conta de “Pittsburgh” (Let the Ocean Take Me, 2014), o hino mais conhecido da banda, que incendiou a casa e deu o tom da noite. Na sequência, “Drag the Lake” (Misery, 2018) emocionou e fez o público cantar em uníssono. Desde os primeiros acordes, dava pra sentir que aquela noite seria especial.
A conexão entre banda e público foi intensa: cartazes, sorrisos, olhares e gestos de carinho dominaram o ambiente, suavizando a atmosfera pesada das guitarras e dos vocais guturais. Joel, sempre atento, interagia com os fãs o tempo todo e, entre uma música e outra, pedia para abrirem espaço para o mosh, que era atendido de imediato, com a pista se abrindo como um mar em meio ao caos.
Clássicos como “Chasing Ghosts” (Chasing Ghosts, 2012) agitaram ainda mais a plateia, e um dos pontos altos da apresentação foi a execução da nova “All That I Remember”, que mostra que a banda segue firme, evoluindo sem perder a carga emocional característica das suas melodias. “Death’s Hand” (Let the Ocean Take Me, 2014) foi entoada como um verdadeiro hino, com o público — em sua maioria jovem — matando a saudade da banda, que havia se apresentado no Brasil pela primeira vez em 2017.
Já às 21h05, o show se encaminhava para o fim. No encore, a banda voltou ao palco com “Soak Me in Bleach”, encerrando com chave de ouro sua passagem pelo país. Joel agradeceu ao público em português, em mais um momento de afeto genuíno, e deixou claro o quanto a banda valoriza os fãs brasileiros. Ao fim da apresentação, enquanto tocava “Girls Just Want to Have Fun”, de Cyndi Lauper, os integrantes ainda interagiram com o pessoal próximo à grade, dando atenção e sorrisos — o tipo de detalhe que fica na memória de quem esteve lá.
Foi uma noite incrível. Tomara que voltem logo!
Texto & Fotos: Raíssa Campos
Edição/Revisão: Gabriel Arruda
Realização: GIG Music
Press: Tedesco Comunicação & Mídia
The Amity Affliction – setlist:
Pittsburgh
Drag the Lake
The Weigh Down
Like Love
Don't Lean on Me
Open Letter
All My Friends Are Dead
Chasing Ghosts
All That I Remember
Death's Hand
I See Dead People
My Father's Son
It's Hell Down Here
Give It All
Bis
Soak Me in Bleach
terça-feira, 27 de fevereiro de 2024
Cobertura de Show: Men at Work – 21/02/2024 – Vibra/SP
Energia australiana inunda o Brasil: Men at Work deixa fãs em êxtase em espetacular show em São Paulo
O lendário grupo australiano Men at Work fez uma parada
histórica no Brasil, presenteando os fãs com um espetáculo inesquecível no Vibra,
em São Paulo.
Desde o início, a atmosfera estava eletricamente carregada
de antecipação, com os fãs ansiosos esperando para testemunhar a magia musical
que catapultou a banda para o estrelato nas décadas de 1980 e 1990.
A plateia, composta por fãs de todas as idades, rendeu-se à
energia contagiante dos integrantes. Os clássicos como "Who Can It Be
Now?" e "Overkill" foram recebidos com entusiasmo, mas nada se
compara com o momento de “Down the Sea”.
Enquanto Hay demonstrava uma incrível vitalidade, com sua
voz marcante e inconfundível que ecoava pela sala, sendo coincidência ou não,
uma linda borboleta amarela roubou a atenção de todos os presentes sobrevoando
o palco e nossas cabeças, que veio embalado por um solo espetacular de bateria,
fazendo os olhos de muitos ali brilharem.
Quando a banda mergulhou em algumas músicas menos
conhecidas, proporcionou aos fãs mais ardentes uma experiência única. A
habilidade musical de cada membro estava em exibição, destacando porque o Men
at Work continua sendo uma das bandas mais queridas de sua geração.
Muitos se emocionaram quando Hay dedicou músicas a todos os fãs brasileiros que acompanharam a banda ao longo dos anos. A conexão entre o público foi palpável, criando uma atmosfera de celebração compartilhada.
Os músicos – San Miguel Perez (guitarra), Yosmel Montejo
(baixo), Jimmy Branly (bateria) e a dupla feminina formada por Scheila Gonzalez
(saxofone, flauta, teclado) e a inquieta Cecilia Noël (backing vocal) – exibiram
virtuosismo em cada nota, solos de guitarra envolventes, ritmos pulsantes da
bateria e harmonias precisas, elementos chave que elevaram a performance a um
nível superior. A maestria instrumental foi evidente, destacando não apenas o
legado da banda, mas também sua relevância contemporânea.
Em resumo, o show do Men at Work no Brasil não foi simplesmente
uma apresentação musical, foi uma experiência completa, onde cada detalhe foi
cuidadosamente pensado para imergir os fãs em uma atmosfera única.
Uma noite mágica e inesquecível que solidificou a posição
duradoura do Men at Work no coração de seus admiradores brasileiros.
O bis final deixou os fãs extasiados, culminando com uma
performance arrebatadora de "It's a Mistake". A casa ecoava com
aplausos enquanto a banda se despediu do público brasileiro com gratidão e
promessas de voltar.
O show do Men at Work no Brasil não foi apenas um concerto, foi uma jornada nostálgica e uma celebração vibrante da música que transcende gerações. A energia australiana ressoou nos corações dos fãs brasileiros, deixando uma lembrança duradoura de uma noite verdadeiramente especial.
Texto:
Mayara Dantas
Fotos:
Giuliana Peramezza
Edição/Revisao:
Gabriel Arruda
Realização:
MCA Concerts
Mídia
Press: Midiorama
Men At
Work
Touching the Untouchables
No Restrictions
Come Tumblin’ Down
Can’t Take This Town
Down by the Sea
Everything I Need
Blue for You
I Can See It in Your Eyes
Dr. Heckyll & Mr. Jive
No Signo of Yesterday
Who Can It Be Now?
Underground
Catch a Star
Upstairs in My House
Overkill
It’s a Mistake
Down Under
***Encore***
Into My Life
Be Good Johnny
sábado, 6 de dezembro de 2014
AC/DC - "Rock or Bust" : Não Só Pra Completar a Coleção
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| "Rocker Busted" ? |
"pam para ram para ram....in rock we trust..."
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
AC/DC: Novo Álbum Confirmado, Mas sem Malcolm
Site Oficial
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
As Silence Breaks: Destacando-se na Saturada Cena Metalcore Mundial
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| Banda Australiana capricha no som moderno e pesado |
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| Banda do vocalista Sam Rilatt pode agradar aos mais exigentes |
Os vocais certeiros que ficam entre os gritos e os urros de Sam Rilatt dão grande peso ao álbum, mesmo que o guitarrista Ben Irwin coloque alguns vocais limpos, puro Metalcore, mas que se encaixam muito bem com a proposta, pouco lembrando algumas bandas que a nova geração ouve.
Ouça músicas como “Freedom” (cujo vídeo você encontra no Youtube), “Decimate” (quebradeira total e ótimos riffs), assim como “Transcendence”, provavelmente a melhor e mais pesada do álbum. “The Warning” também agrada fácil, com uma ótima melodia.Tracklist
1. Litany of Fear
2. Decimate
3. Freedom
4. Biomechanical
5. Instrument of Vengeance
6. Purpose
7. Transcendence
8. The Warning
9. Fire Born Chaos
10. Purgatory
11. Discord
12. Redeemer
Acesse e conheça mais sobre a banda
Soundcloud
Myspace
Youtube
sábado, 28 de julho de 2012
Thrash Metal Moderno Com Veia Bay Area
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| De Melbourne (Austrália), 4Arm lança terceira pedrada Thrash |
A verdade é que a banda vem da Austrália e, embora ainda buscando um maior reconhecimento internacional (que está vindo com sua turnê atual nos EUA), já conquistaram bastante fãs e um patamar de banda profissional, mesmo que surgida apenas em 2004.![]() |
| Danny Tomb destacando-se pelos vocais e riffs Bay Area |
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Airbourne Mantendo Viva a Chama do Hard Rock

O Hard Rock é um gênero do Rock de grande importância para o desenvolvimento do Metal, tamanha a influência de grupos como Kiss, Scorpions e AC/DC para os músicos que montariam as maiores bandas do Metal alguns anos depois.
Porém, há aqueles que ainda procuram manter o Hard Rock como sempre fora tocado em plena segunda década deste novo século. E um dos principais grupos que está tendo sucesso nisso é o Airbourne.

O grupo surge na Austrália e antes que se faça uma associação direta ao AC/DC (maior grupo desse país em todos os tempos), a garotada (todos bastante novos) não esconde sua admiração e influência do lendário grupo dos irmãos Young.
Assim, com apenas dois álbuns lançados, os caras estão aos poucos tomando o mundo. A Europa e os EUA já conhecem o poder dos caras, inclusive já tendo músicas em trilhas sonoras de Hollywood, como no filme “Lost Boys”.

Este ano lançam seu segundo trabalho, “No Guts. No Glory.” (2010) que segue exatamente a mesma linha do anterior “Running Wild” (????). Aliás, arrisco dizer que estão mais “AC/DC” do que antes, basta escutar por exemplo “Blond, Bad and Beautiful”, parecida muito com “Anything Goes”, um dos hits do último trabalho dos mestres australianos.
Mas, se você não se incomoda com o fato de um jovem grupo utilizar a mesma “fórmula” para fazer Hard Rock, com certeza irá gostar de todas as faixas que, assim como AC/DC, não dá para dizer que há músicas ruins.

Destaques maiores para a já citada, “Raise The Flag”, “Steel Town”, “Chewin' The Fat” e “Armed and Dangerous”.
Segundo álbum, segunda afirmação de que eles não estão se importando das críticas negativas da falta de originalidade e das comparações com os veteranos. Mas, como Lemmy Kilmister (ele participou do vídeo clip para “Running Wild”)mesmo disse em entrevista para uma revista brasileira, o AC/DC demorou oito anos para lançar material inédito, então não podem reclamar.
Stay on the Road
Texto: EddieHead
Ficha Técnica
Banda: Airbourne
Álbum: No Guts. No Glory.
Ano: 2010
Tipo: Hard Rock
País: Austrália

Formação
Joel O'Keeffe (Vocal e Guitarra Líder)
David Roads (Guitarra e Vocais)
Justin Street (Baixo e Vocais)
Ryan O'Keeffe (Bateria)

Tracklist
01 - Born To Kill
02 - No Way But The Hard Way
03 - Blonde, Bad And Beautiful
04 - Raise The Flag
05 - Bottom Of The Well
06 - White Line Fever
07 - It Ain'T Over Till It'S Over
08 - Steel Town
09 - Chewin' The Fat
10 - Get Busy Livin'
11 - Armed And Dangerous
12 – Overdrive
13 - Back On The Bottle
14 - Loaded Gun (Bonus Track)
15 - My Dynamite Will Blow You Sky High (And Get Ya Moanin' After Midnight) (Bonus Track)
16 - Rattle Your Bones (Bonus Track)
17 - Kickin' It Oid Skool (Bonus Track)
18 - Devil'S Child (Bonus Track)
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
A Volta da Lenda do Rock AC/DC Após 8 Anos
Este ano de 2008 está sendo cheio de surpresas, positivas a maioria. Primeiro a volta do Led Zeppelin com alguns poucos shows mas que é algo fantástico, assim como o Queen e, por estes dias, o novo disco do Guns ‘n Roses (prometido desde 1999) e do Metallica (que lavou a alma da banda com os fãs). Sem falar nos grandes shows que aportaram pelo país este ano, como Iron Maiden e Judas Priest. Porém, arisco dizer que o novo álbum dos australianos AC/DC, comandados pelos irmãos Young, chamado “Black Ice” está para marcar este fim de década como mais do que especial. Afinal, a banda lança músicas inéditas depois de 8 anos do lançamento de “Stiff Uper Lipp”, sem nenhum material inédito durante esse tempo e com os problemas de saúde de Angus Young.
Mas eis que os caras empunham suas guitarras, baquetas, baixo e microfones abrindo o disco com o hit “Rock N' Roll Train”, simplesmente uma das melhores músicas da carreira da banda (não é exagero por ser lançamento). A banda lançou um vídeo dessa música e que está levando a banda nos topos das paradas de muitos países. Mas além dessa, “Skies On Fire” e “Big Jack” nada deixam a desejar, sendo provavelmente cantadas em uníssono nos shows da banda (que pode aparecer pelo país ano que vem).
Outras de grande destaque e que me lembrou “Money Talks” foi “Anything Goes”, talvez a faixa mais acessível, o que não quer dizer que seja ruim. Na verdade, uma das melhores do disco e que por si só merece um vídeo clipe com toda certeza, pois tem um ritmo contagiante demais. “Smash N' Grab” também não decepciona, assim como “Spoilin' For A Fight” onde a guita de Angus come solta. A “Money
Made” lembra uma marcha de soldados cantando em uníssono. Eis que surge a música mais diferente do álbum, “Rock N' Roll Dream”. Com uma levada mais lenta e “leve”, a banda mostra toda sua habilidade criativa nessa canção que pode ser um hino do rock, lembrando “For Those About to Rock” (mais na temática mesmo). Por fim, a faixa-título também é interessante.
Bom, esse é o disco para mostrar que a banda está viva e que mesmo depois de década não consegue fazer uma música ruim. Com toda certeza esses australianos ainda vão dominar o mundo do rock e serão para sempre lembrados, sendo que a nova geração pode curtir esses dinossauros e ver como se faz rock ‘n roll de verdade.
Stay on the Road
Texto: EddieHead

Tracklist:








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