Mostrando postagens com marcador Country Rock. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Country Rock. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de agosto de 2026

Social Distortion: 15 Anos Depois, Ainda de Pé

Epitaph Records (Imp.)

15 anos depois, Mike Ness ainda tem algo a dizer 

Por Stephanie Ferreira - @instephanie

Existe uma armadilha particularmente perigosa quando uma banda passa 15 anos sem lançar um álbum de inéditas: a expectativa deixa de ser apenas musical e passa a ser histórica. O novo trabalho precisa responder pelo presente, mas também carregar o peso de tudo aquilo que veio antes. No caso do Social Distortion, essa cobrança é ainda maior. Afinal, estamos falando de uma banda que ajudou a estabelecer uma ponte definitiva entre o punk californiano, o rockabilly, o country e o rock 'n' roll, sem jamais precisar abandonar completamente nenhuma dessas referências.

Born to Kill, lançado em 8 de maio de 2026 pela Epitaph Records, chega exatamente nesse território. É o oitavo álbum de estúdio do Social Distortion e o primeiro desde Hard Times and Nursery Rhymes, de 2011. O intervalo de 15 anos é o maior entre dois discos da carreira e, inevitavelmente, transforma cada faixa em uma espécie de fotografia de uma banda que atravessou décadas, mudanças de formação, problemas pessoais e, no caso de Mike Ness, uma batalha contra o câncer.

Mas talvez o aspecto mais interessante de Born to Kill seja justamente o fato de o Social Distortion não tentar convencer ninguém de que ainda tem 25 anos.

O disco não é uma tentativa desesperada de recuperar a velocidade dos primeiros anos. Tampouco parece interessado em atualizar a banda para caber em alguma tendência contemporânea do punk. O que existe aqui é uma versão mais envelhecida, mais rouca e, em vários momentos, mais contemplativa do mesmo Social Distortion que aprendeu a transformar fracasso, vício, arrependimento, estrada e sobrevivência em canções que parecem simples até que alguma delas encontre o ouvinte no momento certo.

A produção de Mike Ness ao lado de Dave Sardy mantém as guitarras bastante presentes e deixa espaço para que o vocal envelhecido de Ness seja parte da própria narrativa. Há menos preocupação em esconder as marcas do tempo e mais interesse em incorporá-las. É justamente aí que Born to Kill encontra sua personalidade.

Divulgação

1. “Born to Kill”

A faixa-título não poderia ter outra função senão abrir o disco. O primeiro impacto vem da guitarra: suja, encorpada e imediatamente reconhecível, antes que a voz de Ness coloque o restante da identidade no lugar.

É uma abertura que funciona porque não tenta criar suspense. Eles entram em cena sabendo exatamente o que querem fazer. A música tem aquele tipo de riff que parece ter sido construído para funcionar ainda melhor em um palco do que em um fone de ouvido, com uma energia que remete ao rock de garagem e ao punk mais tradicional.

O que mais chama atenção, porém, é o contraste entre a agressividade instrumental e a voz de Ness. Ela está mais áspera, mais castigada, e isso faz diferença. Em um cantor mais jovem, determinadas frases poderiam soar como pose. Na voz dele, carregam uma espécie de histórico.

2. “No Way Out”

Se a primeira faixa apresenta o disco, “No Way Out” mostra que a banda ainda sabe construir uma música imediatamente identificável.

É provavelmente uma das faixas que mais poderiam ser encaixadas em um disco clássico do Social Distortion sem causar estranhamento. O andamento é direto, as guitarras trabalham para sustentar a melodia e existe aquele equilíbrio tão característico entre punk e rock 'n' roll que a banda aperfeiçoou ao longo de sua carreira.

O mérito está nos detalhes. As pausas ajudam a música a respirar e o refrão tem aquela qualidade de “grudar” sem precisar recorrer a qualquer artifício pop.

É uma música que parece simples na primeira passagem, mas ganha força quando se percebe como os instrumentos são organizados ao redor do vocal. Não há excesso. Tudo está ali para empurrar a canção para frente.

3. “The Way Things Were”

Aqui o disco diminui a velocidade e começa a mostrar sua verdadeira idade.

“The Way Things Were” é uma das músicas mais interessantes do álbum justamente porque não tenta esconder a nostalgia. Existe uma sensação de olhar para trás e perceber que algumas coisas não podem ser recuperadas, por mais que a memória insista em reconstruí-las.

A faixa evidencia uma característica importante do álbum: Mike Ness não precisa mais cantar sobre juventude para falar sobre rebeldia. Aos 60 anos, a própria permanência já é uma forma de resistência.

4. “Tonight”

“Tonight” recupera parte do balanço do rockabilly e do country rock que sempre esteve escondido na identidade do Social Distortion.

A música tem uma construção mais calorosa e um andamento que permite que a guitarra respire. O resultado é surpreendentemente acessível. Não há necessidade de acelerar tudo para produzir impacto. O refrão funciona justamente porque a banda deixa espaço para ele.

5. “Partners in Crime”

“Partners in Crime” é uma das faixas que mais facilmente conseguem traduzir a essência do álbum.

Ela começa com mais urgência e logo encontra um refrão que parece feito para ser cantado por uma plateia inteira. Existe uma sensação de camaradagem na composição, como se Ness estivesse retomando um dos elementos mais fundamentais de sua obra.

É também uma música que sintetiza bem a filosofia estética da banda. Poucos acordes, uma melodia forte e uma história suficientemente humana para não depender de grandes metáforas.

6. “Crazy Dreamer”

“Crazy Dreamer” talvez seja o momento em que o álbum mais claramente abandona o punk para mergulhar nas raízes country e blues do Social Distortion.

A participação de Lucinda Williams é fundamental. Sua presença soa como uma extensão natural daquele universo musical. O piano, o balanço mais lento e a guitarra com uma sonoridade quase de honky-tonk criam uma atmosfera completamente diferente das primeiras músicas.

É uma escolha que pode dividir opiniões. Para quem procura no Social Distortion a energia de “Story of My Life” ou “Ball and Chain”, “Crazy Dreamer” provavelmente parecerá lenta demais. Mas, dentro do álbum, ela cumpre uma função importante, e mostra que a banda nunca foi apenas punk.

7. “Wicked Game”

A escolha de “Wicked Game”, clássico de Chris Isaak lançado originalmente em 1989, é uma das decisões mais curiosas do álbum.

É difícil encarar uma música tão associada à interpretação original sem estabelecer algum tipo de comparação. A escolha faz sentido dentro da discografia da banda porque Ness sempre demonstrou interesse por músicas que vivem na fronteira entre rock, country, blues e melodrama.

Ainda assim, é provavelmente a faixa que mais divide o álbum. “Wicked Game” já é uma música extremamente definida em seu imaginário original. Transformá-la em algo definitivamente “Social Distortion” sem destruir aquilo que a tornou especial seria uma tarefa quase impossível. A banda chega perto.

E o mais interessante é perceber que, depois de algumas audições, a escolha parece menos estranha do que na primeira.

8. “Walk Away (Don’t Look Back)”

Se “Wicked Game” representa a pausa, “Walk Away (Don’t Look Back)” coloca o motor novamente em funcionamento.

A introdução da guitarra é um dos grandes momentos instrumentais do disco. O riff tem sujeira, peso e uma simplicidade quase insolente. É o tipo de construção que parece dizer que não existe necessidade de complicar quando três ou quatro movimentos bem colocados podem resolver tudo.

9. “Never Goin’ Back Again”

“Never Goin’ Back Again” chega com uma bateria que imediatamente muda a dinâmica do disco.

David Hidalgo Jr. ganha aqui um papel especialmente importante. A condução tem balanço, mas também força, e as guitarras trabalham sobre ela com uma espécie de groove que faz a música avançar sem parecer apressada. É uma faixa sobre ruptura, mas não tem exatamente o peso dramático de “The Way Things Were”. Existe mais movimento.

10. “Don’t Keep Me Hanging On”

“Don’t Keep Me Hanging On” traz novamente aquela mistura entre rock de estrada, boogie e punk que parece ser uma das zonas de conforto de Ness.

A música tem uma textura mais áspera e uma guitarra que trabalha muito bem com a bateria. É uma faixa que talvez não provoque o mesmo impacto imediato da abertura, mas cresce quando inserida no contexto do álbum.

Há também algo interessante no fato de algumas composições do disco carregarem uma sensação de familiaridade. “Don’t Keep Me Hanging On”, assim como “No Way Out”, poderia facilmente ser reconhecida como Social Distortion mesmo sem a voz de Ness.

Isso é simultaneamente a maior virtude e a principal limitação de Born to Kill. A banda sabe exatamente quem é, mas também não parece interessada em descobrir quem poderia ser.

11. “Over You”

Fechar um álbum como Born to Kill exige algum cuidado. Depois de 11 músicas atravessando punk, country, blues, rockabilly e rock 'n' roll, o Social Distortion escolhe terminar com uma faixa que retoma o lado mais clássico da banda.

“Over You” é um encerramento bastante natural. Os solos de guitarra ajudam a criar a sensação de despedida sem transformar a música em uma grande conclusão cinematográfica.

O disco não termina com a sensação de que Mike Ness resolveu todas as questões apresentadas ao longo dos 45 minutos. Ele termina simplesmente seguindo em frente, e isso combina perfeitamente com o álbum.

Confira a tracklist completa de Born to Kill:

Born to Kill 

No Way Out 

The Way Things Were 

Tonight 

Partners in Crime 

Crazy Dreamer 

Wicked Game 

Walk Away (Don’t Look Back)

Never Goin’ Back Again 

Don’t Keep Me Hanging On 

Over You 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Matanza Fest 2014: Encerrando o Ano em POA/RS em Grande Estilo! (Realização: Abstratti Produtora)


O povo gaúcho é um povo muito tradicionalista e gosta de cultivar as tradições. Mesmo as que não se encaixam do quesito “Gauchesco”. O feriado do dia vinte de setembro é tradicional, curtir um chimarrão ao sol na usina do Gasômetro é tradicional entre muitas outras oportunidades de se exercer o tradicionalismo.

A mais nova tradição é: MATANZA FEST EM DEZEMBRO. Até pode acontecer em outras datas, mas o fato é que sabemos que em dezembro ele retorna aos pampas para encerrar o ano. Para alguns, é um evento tão importante quanto o natal (este que voz escreve, por exemplo).  Normalmente a surpresa e expectativa ficam por conta dos componentes do fest.

Esse ano a Abstratti Produtora chutou o balde e, como um sniper, acertou um disparo único e certeiro. O cast será composto por, ninguém mais ninguém menos que:
Finally Doomsday (RS), Brujeria (MÉX), Biohazard (EUA) e Matanza (RJ) e salve-se quem puder, digo “compre seu ingresso” quem puder, pois esgotarão em breve, com certeza!

Brujeria, como se fosse uma carga de explosivo plástico C4 prestes a explodir, desembarcam em Porto Alegre. Os norte americanos da Biohazard chegam com a podreira pra sacudir o Pepsi On Stage, nossos conterrâneos da Finally Doomsday mantêm a situação fora de controle e o Matanza acionam o “Botão Vermelho” tocando o Santa Madre Cassino, na integra (desta vez com o Donida na guitarra – Sim, isso mesmo).

Fiquem ligados nas informações para não ficar de fora dessa noitada histórica de destruição, beberagem e muito Punk/Country/Thrash/Death/Grindcore!

Não está acreditando ainda? Então se liga nesse vídeo do Billy Graziadei do Biohazard te chamando pro Matanza Fest:



Texto: Uillian Vargas
Edição/revisão: Renato Sanson


Local:
Pepsi on Stage (Av. Severo Dullius, 1995)

Quando:
13 de dezembro, sábado, 20h.

Ingressos:
1º Lote: R$50,00
2º Lote: R$60,00
3º Lote: R$70,00


Pontos de venda:
Online
www.ticketbrasil.com.br (em até 12x no cartão)

Lojas
Sem taxa de conveniência
Youcom - Bourbon Wallig - 3º piso (fone 51-21181186)

Com taxa de conveniência de R$3,00
Youcom - Bourbon Ipiranga - 1º piso (fone 51-32045210)
Youcom - Shopping Praia de Belas - 3º piso (fone 51-32065530)
Youcom - Barra Shopping - térreo (fone 51-32065423)

Censura:
14 anos

Informações:
Abstratti Produtora
(51) 3026-3602






terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Matanza Fest: Encerrando 2013 Com Força Total


O ano de 2013 visivelmente foi um ano “corrido” para o Matanza, e isso é inegável e visível por todos. Para quem acompanha os passos da banda, fica fácil lembrar a turnê do Matanza Fest 2013 pelo país. Essa correria ainda não parou, bastam acessar o site oficial da banda e conferir as datas futuras (http://www.matanza.com.br), mas, como diz o ditado popular: “O futuro a Deus Pertence”. Então, vamos relembrar um passado muito próximo, especificadamente falando do dia 07 de dezembro de 2013, dia em que o Matanza Fest retornou à Porto Alegre para fechar o ano epicamente, apresentando no mesmo palco os dois maiores símbolos de Rock e beberagem: Matanza e Velhas Virgens!

Foi em um escaldante sábado de dezembro, a noite estava boa para colocar o nariz para a rua, então quem dirá para beber uma cerveja batendo cabeça. O detalhe maior era o seguinte: as duas bandas citadas acima não vieram sozinhas ao palco, tinha mais “gente grande” que iria fazer o chão tremer antes deles. A noitada começou com a apresentação da banda local Peixes Voadores! Subiram ao palco demonstrando bastante energia e felicidade em estar tocando naquela noite. Pelo público, pelo local ou pela positividade de estar na mesma noite dos sucessores que viriam ao palco. 

O vocalista da banda exibiu destreza e uma explosão de euforia ilustrada entre saltos e acrobacias no palco, fez referência aos velhos clássicos do Rock, os garotos tem talento e merecem respeito, é bom ver sangue novo correndo pelas veias do velho Rock. A continuidade da noite foi com a maestria da, também gaúcha, Distraught. Um dos maiores símbolos do Thrash Metal gaúcho (e porque não dizer nacional?), a banda que está na ativa desde fevereiro de 1990 mostra exuberância e soberania no palco e a experiência de quem conhece muito bem o que está fazendo.

Velhas detonando!
A Distraught é: Ricardo Silveira (guitarra), Nelson Casagrande (Baixo), Everton Costa (Guitarra), Dio (Bateria) e André Meyer (vocal). A banda tomou o palco trazendo parte do novo trabalho e a destruição de pescoço começou ao som de “Infect”. Logo após veio a música que dá nome ao álbum mais recente “The Human Negligence is Repugnant”. “Justice Done By Betrayers”, certamente era muito esperada, já que o clipe está circulando o mundo e fazendo muito sucesso (mais de 26,300 viewes no canal oficial da banda no Youtube). 

Na “Insane Corporation” foi o ponto alto da apresentação, a banda baixou um pouco o som e o André Meyer, tal qual o profeta abriu o mar vermelho no passado, abre um clarão na multidão ao sinalizar o braço estendido em direção ao público. Estava claro e estampado no sorriso dos Metal Heads que era chegada a hora da “Wall Of Deah”. E nesse pico de euforia que veio a “Reflection of Clarity”, título que abre o álbum “Unnatural Display Of Art”. Desse mesmo álbum vem “Hellucinations” e, com esse set, a Distraught deixa o palco tendo introduzido um pouco de nitroglicerina no sangue de cada um que estava no Pepsi On Stage naquela noite.

Após toda preparação é hora do Velhas assumir o controle da autodestruição que estava sendo espalhada pelo ambiente.  E veio o som embriagante do solo de blues que apresenta a “Sapato 36”, que foi cantada em coro. A trilha sonora era perfeita e a empolgação só aumentava. Além das clássicas do Velhas Virgens, o show se completa com o espetáculo visual proporcionado pela customização das roupas de Paulão e “Juju”. Velhas Virgens é formado por Paulão de Carvalho (Vocal, gaita e sax), Carlos “Tuca Pés-de-arara” Paiva (Baixo), Simon Brown (Bateria), Rony Carlini (Guitarra), Alexandre “Cavalo” Dias (Guitarra e Backing Vocal) e Juliana “juju” Kosso (Vocal e Performer).


Realmente foi uma festa, nada menos do que já se havia imaginado, e a prova disto ficou na memória ao som de “Abre essas pernas pra mim”, “Siririca Baby” (e disse o Paulão: Tudo que o homem faz é em função do orgasmo da mulher, um homem sem chifres é um animal indefeso - aos risos). “Vocês não sabem como é bom aqui dentro” e “A mulher do Diabo” também ganharam lugares no setlist ao lado de todos os clássicos da banda. Uma verdadeira celebração musical etílica exalando sexualidade no ar, clima perfeito para receber o gigante irlandês e Cia.

Considerações de início de festa feitas, o Matanza invade a noite ao som do bom e velho “Chamado do Bar” e a confusão estava formada. O grupo consolidado em palco é representado por Jimmy London (vocal), Maurício Nogueira (guitarra), China (baixo) e Jonas (Bateria). Claro que o Donida (Guitarra Estúdio e Compositor) não é esquecido, porém por motivos pessoais ele não excursiona com o grupo. Circles of death por todos os cantos, cerveja voando aos trancos.


A verdadeira festa atingiu limite máximo de alegria, energia e as pessoas (apesar das músicas narrarem brigas e beberagem) foram possuídas de uma alegria sem igual por presenciarem momentos como esse. Vale a nota, que em shows de Rock/Metal se fala muito em “Circle of Death”, “Wall of Death” ou “Roda Punk”, porém é raro em ambientes como esse que se ocorra 10% do que as pessoas imaginam que acontece. Tudo é motivo de festa e pra tudo existe regra e educação.

Tutorial da “Roda Punk”:

É natural que se perca o equilíbrio e possa cair em algum momento. Pensamentos como “Serei pisoteado, vão me machucar ou sofrerei alguma fratura” passam pela cabeça.

Ai vai a dica: Se estiver caindo, levante os dois braços. Todos na “Roda Punk” saberão que você está caindo quando avistarem dois braços erguidos, e vão puxar você de volta. Na maioria das vezes, você nem chega a tocar o chão. Quando perguntei para Gabriel Fávero ele disse: “Na roda punk? caí sim. Não no chão, mas participei de várias nessa noite”.


Musicalmente falando, a noitada estava toda excelente. O som do Pepsi funcionou bem e segurou bem o tranco sem “misturar” sons. Tem gente que veio de longe para curtir a noite. Elton Ambrozí e a Jéssica Vieira vieram da cidade de São Gabriel (328 km) para Porto Alegre somente para estarem perto dos ídolos.

Para uns foi um show, para outros um espetáculo, para alguns foi uma apresentação e uma oportunidade para liberar as energias acumuladas. O que eu acho que foi? A celebração e a festa da música, viva Matanza, viva Velhas Virgens e viva Distraught!

Muito obrigado ao Pisca Produtora e desejos de sucesso. Que venham muitos “Fests” pela frente!



Cobertura por: Uillian Vargas
Fotos: Uillian Vargas
Revisão/edição: Renato Sanson/Eduardo Cadore