sexta-feira, 2 de julho de 2010

Primal Fear É Potência Ao Vivo



Já está mais que comprovado que o Power Metal é um dos tipos de Metal que mais se desenvolve e que mais apresenta bandas, estando já saturado em certos sentidos. Poucos são os grupos que conseguem evoluir nesse gênero mantendo intacto o espírito do Power Metal, especialmente aquele oriundo da Alemanha.

O Primal Fear, surgido em 1997, está lançando seu segundo DVD e CD ao vivo. O DVD chama-se “16.6: All Over the World” (em breve resenha sobre o mesmo), contendo o disco “Live in the U.S.A.” (2010), que é o qual falaremos aqui.

A trabalho da banda foi gravado em Atlanta, Nova Iorque e e Los Angeles, durante a última turnê do oitavo disco da banda, “16.6: Before the Devil Know’s You’re Dead!” (2009), que você pode conferir resenha nest blog.

O álbum conta com apenas 14 faixas, mas que dão uma geral em boa parte da carreira do grupo. Além dos clássicos absolutos como “Angel in Black”, “Final Embrace” e o hino “Metal is Forever”, músicas dos últimos dois discos e que concorrem a se tornarem clássicos da carreira dos alemães também estão em grande número, como a incrível “Sign of Fear”, “Fighting the Darkness” e “Killbound”.

Aliás, na faixa “Fighting the Darkness”, há a participação de Pamela Moore, cantora norte-americana que já participou em dois discos do grupo Queensyrche. Vale dizer que a música ao vivo e com Moore, supera em muito a versão de estúdio.

“Riding the Eagle” retoma o Power Metal clássico da banda e não decepciona. Os riffs das guitarras em unissono é espetacular. “Hands of Time”, música acústica, dá um clima diferente e de despedida do disco, para finalizar com o bis de “Chainbreaker”.

O maior destaque fica, claro, para “Metal is Forever”, com Scheepers (Vocal), jurando amor ao Metal. Vale ressaltar que o cara está na sua melhor fase. Para quem o conhece desde a Tyran Pace, e depois quando estava no Gamma Ray, sabe do alcance desse cara, e ao vivo ele consegue transmitir sua força. Pode não ser alguém cuja técnica seja admirável, mas poucos cantam como ele.

O restante da banda, os guitarristas Magnus Karlsson e Henry Wolter, o baterista Randy Black, além da figura carimabada de Mat Sinner (Baixo), fazem do Primal Fear uma das maiores bandas de Power Metal da história.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Ficha Técnica

Banda: primal Fear
Álbum: Live in U.S.A. (Ao vivo)
Ano: 2010
Tipo: Power Metal
País: Alemanha


Formação

Ralf Scheepers (Vocal)
Mat Sinner (Baixo)
Randy Black (Bateria)
Magnus Karlsson (Guitarra)
Henry Wolter (Guitarra)



Tracklist

1. Before The Devil Knows You're Dead
2. Under The Radar
3. Battalions Of Hate
4. Killbound
5. Nuclear Fire
6. Six Times Dead (16.6)
7. Angel In Black
8. Sign Of Fear
9. Fighting The Darkness
10. Riding The Eagle
11. Final Embrace
12. Metal Is Forever
13. Hands Of Time
14. Chainbreaker

quinta-feira, 1 de julho de 2010

A Estréia de Holiness: Promessa do Metal Nacional



Mais uma vez o estado do Rio Grande do Sul mostra que não fica devendo à outros estados em termos de bandas com qualidade. A mais nova prova e surpresa é a banda Holiness, que surgiu em Erechim, no Alto Uruguai, e que recentemente se deslocou para São Paulo, capital, para poder alçar voos altos.

O grupo, formado pela bela Stefánie Schirmbeck (Vocal), Fabrício Reis (Guitarra), Hércules Moreira (Baixo) e Cristiano Reis (Bateria), lançaram seu primeiro disco de estúdio, o ótimo “Beneath the Surface” (2009).

Inicialmente contando apenas com a Stéfanie e Cristiano, a dupla (que também são namorados) compôs boa parte do material deste álbum, que além de apresentar uma bela capa, foi produzido pelo grande Aquiles Priester (ex-Angra, atual Hangar), e gravado em Getúlio Vargas/RS, terra natal da vocalista. Além disso, Fabio Laguna (Hangar), também participou gravando todos os teclados, num trabalho impecável dessa lenda. Também, mais surpresa, foi a mixagem ter acontecido no estúdio Area 51, na Alemanha, pelo produtor americano Tommy Newton, o mesmo que tem produzido os discos do Hangar.

A banda teve contato com Aquiles Priester quando este esteve em Erechim/RS. Depois, a banda enviou uma demo convidando-o a produzir o disco. Este aceita e, de quebra, convida a vocalista para gravar a música e o videoclipe para “Dreaming of Black Waves”, do dsico “Infallible” (2009), do Hangar, o que deu muita representatividade sobre o Holiness, pois lá Stéfanie mostra sua habildiade para o mundo todo.

O disco da banda, além de trazer oito faixas da banda, apresenta um cover de Alanis Morissette, fazendo uma releitura interessante da música.

A banda apresenta um Heavy Metal moderno, bastante teclados, melodias especialmente puxadas pela vocalista, mas também peso e riffs arrastados, como em “Take Me Closer”. Aliás, nesta faixa parece que quem está cantando é Cristina Scabbia (Lacuna Coil), o que só pode ser um elogio.

A primeira faixa (após a introdução) apresenta a proposta da banda. Falo da muito boa “The Truth”. Também se destaca “Higher”, que começa bem calminha e vai “crescendo” com melodia mesclado com peso, com um dos melhores refrões do disco.

Aliás, a banda inova bastante. Nada de vocais liricos, nem de vocais guturais meclados. O som, uma bateria consistente, que junto com o baixo deixa o som correr, deixando para a guitarra a melodia que acompanha a vocalista.

A balada do disco, com certeza, fica sendo “Waiting For a Change”, muito legal. “Mine” também agradará bastante, especialmente pelo clima “romântico”, e um riff de guitarra muito legal (confira a mlodia arrancada da guitarra ao final da música), sem falar de novo no belo trabalho de Laguna com os teclados.

Para divulgar o álbum, a incrível “Into the Light” recebe um videoclipe, que você pode conferir no Myspace do grupo: http://www.myspace.com/officialholiness

Em certos momentos, a banda soa parecida com Evanescence. Mas prefiro vê-los como um grupo bastante orginal, principalmente aqui no Brasil. Até o momento, não lembro de outra banda nacional que utilize estes elementos. Talvez possamos dizer que o Brasil encontrou a sua versão tupiniquim dos italianos Lacuna Coil.


Mas não pense que a banda é uma mera cópia, ou mais uma banda gótica. Em algumas faixas lembram os italianos, mas noutras, especialmente pelos teclados e bateria, tem nada a ver.

Altamente indicado à todos os brasileiros, amantes de um Heavy Metal mais direto, além de fãs de Lacuna Coil. Para um trabalho inicial, e com apenas dois anos de trabalho “sério” como banda, Holiness já está dando um grande passo: ótimas composições, letras simples, produção mais que profissional, ótimos músicos e boas referências.

Pode ter certeza que ouviremos falar muito desse grupo ainda, para orgulho dos gaúchos e delírio do resto do mundo.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Ficha Técnica

Banda: Holiness
Álbum: Beneath the Surface
Ano: 2010
País: Brasil
Tipo: Heavy Metal


Formação

Stéfanie Schirmbeck (Vocal)
Fabrício Reis (Guitarra)
Hércules Moreira (Baixo)
Cristiano Reis (Bateria)
Participação de Fabio Laguna (Teclados em todas as faixas)



Tracklist

01 - Rise (Intro)
02 - The Truth
03 - What I Want
04 – Higher
05 - Waiting For A Change
06 - Take Me Closer
07 – Mine
08 - Into The Light
09 - Breath In Time
10 - Uninvited (Cover de Alanis Morissette)

terça-feira, 29 de junho de 2010

Raspando o Tacho aos 20 Anos



Lacrimosa, banda alemã de Gothic Metal/Rock, é um dos maiores, senão o maior nome da cena. Com seus 20 anos de existência completando este ano, o grupo de Tilo Wolff (vocal e teclados), que não gosta de ser definido em termos de estilo de música, lança um álbum para os fãs mais fervorosos.

O disco deste ano chama-se “Schattenspiel: The Unreleased Tracks For the 20th Jubilee” (2010). Ao invés de lançarem uma coletânea, no velho e batido estilo “The Best Of”, o Lacrimosa resolveu “raspar o tacho”, quer dizer, lançar as canções que sobraram de outros discos de forma inédita.

“Jogo de Sombras”, literalmente traduzido, é um disco duplo, nos quais você encontra todos os elementos que fizeram do grupo o xodó e referência quando o assunto é Dark Wave e Gothic. Além disso, duas inéditas, gravadas especialmente para o disco, “Sellador” e “Ohne dich ist alles nichts”.

Ao lado de Tilo, a bela Anne Nurmi (Vocal e teclados) também dá a atmosfera que qualquer pessoa busca ao ouvir um disco desse lendário grupo.

A mescla de efeitos eletrônicos, música clássica, rock e Heavy Metal, fazem do disco absolutamente um belo marco dos 20 anos de existência da banda.

Aos fãs, corram e adquiram. Aos amantes do chamado eletrogótico, também. Porém, quem não simpatiza, não perca seu tempo, porque aqui é Lacrimosa.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Ficha Técnica

Banda: Lacrimosa
Álbum: Schattenspiel
Ano: 2010
Tipo: Gothic Metal
País: Alemanha



Formação

Tilo Wolff (Vocal e Teclados)
Anne Nurmi (Vocal e Teclados)
Dirk Wolff (Guitarra)
Yenz Leonhardt (Baixo e Vocal)
Jay P. (Guitarra)
Manne Uhlig (Bateria)



CD I

01. Seele in Not (1990 – Urversion)
02. Requiem (1990 – Urversion)
03. Seelenübertritt (1990)
04. Schuld Und Sühne (1990)
05. Dreht Euch (1992)
06. Dem Ende Entgegen (1993)
07. Schakal (1994 – Urversion)
08. Vermächtnis Der Sonne (1994 – Urversion)
09. Copycat (Extended Version)

CD II

01. Ein Hauch Von Menschlichkeit (2002 – Late Night Remix)
02. Morgen (2003)
03. Schönheit Straft Jedes Gefühl (2003)
04. Ein Fest Für Die Verlorenen (2004)
05. Mantiquor (2005)
06. Der Verlust (2006)
07. Déjà Vu (2007)
08. Sellador (2010)
09. Ohne Dich Ist Alles Nicht (2010)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Blind Guardian com Voz Após 4 Anos



Se tem banda que demora mais que os alemães do Blind Guardian em lançar material inédito, ainda não conheço (talvez só o Metallica mesmo, mas devido à vários problemas extra-músicais).

Desde 2006, quando lançou o álbum “A Twist in the Myth” (após 5 anos desde o álbum anterior), a banda apenas realizou shows e nada mais.

Agora, com Hansi Kursch (Vocal) mais gordo e com cabelo curto (quem o viu ao vivo em 2008 estranhou muito), André Olbrich (Guitarra), Marcus Siepen (Guitarra) e Frederik Ehmke (Bateria), além do baixista “convidado” Oliver Holzwarth e o tecladista Michael Schuren, a banda lança o single “A Voice in the Dark” (2010).

Esse lançamento que antecede o 9º disco de estúdio “At the Edge of Time” (2010), à ser lançado em julho, comporta três músicas. A primeira, faixa-título do single, é puro Blind Guardian que estamos acostumados a ouvir nos três últimos trabalhos, mas também com um peso a mais, que nos remete aos trabalhos da banda nos anos 90.

A faixa seguinte intriga inicialmente. “You’re the Voice” (cover de John Farnham) traz alguns efeitos de teclados mais eletrônicos, mas não deixa de lado a melodia, especialmnte no refrão em coro. Depois de algumas audições, você vicia nela, tamanha a melodia dessa canção, bastante dançante e que, afinal, também é Blind Guardian, mesmo se tratando de uma canção de outro artista.

A última das três faixas, “War of the Thrones” , é uma versão acústica da mesma canção que constará novo disco, mas em versão piano. Essa sim, a música que mais tem a cara da banda em sua história, remetendo-nos a belas canções como “A Past and Future Secret” e “The Bard’s Song (in the Forest). Muito emocionante. Aliás, a capa é uma das melhores da banda até agora.

Se o novo trabalho seguir a linha dessas três canções, teremos um grande disco desses mestres do Power Metal que, embora nos cansem de esperar, surpreendem a cada álbum.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Ficha Técnica

Banda: Blind Guardian
Álbum: A Voice in the Dark (Single)
Ano: 2010
País: Alemanha
Tipo: Power Metal


Formação

Hansi Kursch (Vocal)
André Olbrich (Guitarra)
Marcus Siepen (Guitarra)
Frederik Ehmke (Bateria)
Oliver Holzwarth (Baixo)
Michael Schuren (Teclados)



Tracklist

01 – A Voice in the Dark
02 – You’re the Voice (Cover John Farnham)
03 – War of the Thrones (Versão Acústica)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ozzy Osbourne Gritando Novamente Para o Mundo Ouvir



Vocês podem até dizer que um cara que ajudou na criação do Heavy Metal não tem mais nada a provar, de que poderia lançar discos péssimos que ainda assim seriam clássicos. Até certo ponto concordo, mas em relação à Ozzy Osbourne, acredito que este ainda devia provar que, com seus 60 e tantos anos, saberia fazer um disco tão bom quanto seus clássicos dos anos 80 e 90.

Convenhamos que esta década de 2000 não foi lá grande coisa. Além de ter lançado apenas dois discos inéditos de estúdio (“Down to Earth” e “Black Rain”), além de um fraco disquinho de covers (“Under Cover”), apenas o primeiro destes é digno de nota, embora diferente do que o Madman estava fazendo até aquele momento.

Dividindo o palco com Zakk Wilde (Black Label Society), os dois já não estavam mais cabendo no mesmo. E como Ozzy mesmo disse, sua banda estava soando parecida com a banda dele, o que é um fato. Se tem disco pior que “Black Rain” (2007) na discografia de Ozzy, por favor, não me mostrem.

Mas as coisas começam a se ajeitar. Com a entrada do ‘novato” (novato para quem for tocar com um dos pais do Metal) Gus G (ex-Firewind, Dream Evil) nas guitarras, a banda tomou novos ares.

O novo disco que acaba de sair chama-se “Scream” (2010) e é, disparado, o melhor trabalho do cara desde “No More Tears” (1992). Talvez vocês possam dizer que é cedo demais para afirmar isso. Talvez, mas o fato é de que a banda executa perfeitamente um Heavy Metal clásico sem soar velho, parecido com outra coisa.

Talvez a exceção seja a faixa de abertura, “Let It Die”, com bastante efeitos eletrônicos perceptíveis, talvez ainda resquicios do disco anterior. Mas a banda colocou todos esses elementos mais “artificiais” nessa faixa, deixando para as 10 restantes um som bastante orgânico, facilmente imaginável de tocar ao vivo.

São muitas as ótimas faixas. “Let Me Hear You Scream” foi a primeira faixa liberada do disco e já supreendeu por mostrar a habilidade do novo guitarrista e o peso e velocidade da música. Uma das melhores faixas do disco.

Também “Soul Sucker” também é pesada, assim como “Diggin’ Me Down”, que detona. “I Want It More” também é uma das melhores faixas, com bastante força mesclada com refrão grudento.

Obviamnte não podiam faltar algumas baladas, que Ozzy ultimamente tem errado o alvo, mas que há alguns anos atrás sabia fazer muito bem.

Agora, as músicas “Life Wan’t Wait” e “Time” são perfeitas, mostrando toda a melodia possível num som Heavy Metal. Na primeira confira o baixo de Rob Nicholson, que melodia perfeita. Na segunda, a vocalização de Ozzy é o destaque, bem como os dedilhados de Gus G e os teclados de Adam Wakeman. Ainda no bojo das baladas, a última faixa, um declaração de apenas um minuto, “I Love You All”, termina o disco no mínimo de modo inusitado.

As demais faixas também agradam nas primeiras audições, como “Crucify”, “Laitimer's Mercy” e “Fearless”.

Ozzy me surpreendeu positivamente com “Scream” (2010), que facilmente configurará como um dos grandes discos do cara, especialmente se comparado ao que ele tem realizado nos últimos anos.

O velhinho pode até estar “se arrastando” pelos palcos, cantando já sem fôlego (certas passagens do disco até parece desafinar), mas é Ozzy, o cara que ao lado de Iommi, Buttler e Ward “inventaram” o Heavy Metal.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Ficha Técnica

Banda: Ozzy Osbourne
Álbum: Scream
Ano: 2010
País: Inglaterra
Tipo: Heavy Metal


Formação

Ozzy Osbourne (Vocal)
Gus G (Guitarra)
Rob Nicholson (Baixo)
Tommy Clufetos (Bateria)
Adam Wakeman (Teclados)



Tracklist

1.Let It Die
2.Let Me Hear Your Scream
3.Soul Sucker
4.Life Won't Wait
5.Diggin' Me Down
6.Crucify
7.Fearless
8.Time
9.I Want It More
10.Laitimer's Mercy
11.I Love You All

domingo, 20 de junho de 2010

Clássicos: Images and Words e a revolução do Dream Theater


Qualquer pessoa, dentro ou fora do Rock/Metal, que se preze em ouvir música bem produzida, desenvolvida e executada, conhece Dream Theater.

Isso não é exagero por estarmos tratando de uma das maiores bandas de Heavy Metal do mundo, mais especificamente um grupo de Metal Progressivo, com certeza o maior nome do gênero e uma influência à todas as demais bandas.

Mas os caras também penaram muito para chegar aode conseguiram. Surgindo em 1985, contando com os colegas e amigos Mike Portnoy (Bateria), John Myung (Baixo) e John Petrucci (guitarra), a banda penou entre ensaios, estudos e dividas, até conseguir lançar seu prieiro disco, “A Day and Dream United” (1989), contando com Charlie Dominici nos vocais e Kevin Moore nos teclados.

Porém, a banda esntrou num período em que despediram o vocalista, e durante um ano e meio não encontravam alguém ideal para cantar as músicas que estavam compondo, o que nos leva ao ano de 1992, agora com James LaBrie (canadense) nos vocais e um dos maiores clássicos da música progressiva e com certeza o maior da banda, “Images and Words” (1992).

O disco colocou a banda para o mundo, indo parar inclusive no Japão,além de nessa tour terem gravado seu primeiro registro ao vivo, o disco “Live at Marquee” (1993), que mostra a banda executando com perfeição canções dos seus únicos dois dsicos até o momento.

Com a nova gravadora (esta sim dando o suporte que a banda merecia), dois video clips rodando dirto, um para “Take the Time” e outro para “Pull Me Under”, música que alçoou o grupo inclusive na MTV.

Para uma banda no seu segundo disco apenas, as cosias aconteceram muito rápido. Ainda bem que a banda soue administrar e seguir cada vez mais a frente e cada vez maior e melhor.

O disco em questão, de apenas 8 faixas, mas com mais de 52 minutos de duração, longas faixas (cerca de 8 minutos algumas, mais de nove outra), é um lendário trabalho que marcará para sempre. Além disso, letras inteligentes, poéticas...

Além das já citadas faixas, clássicos absolutos (“Pull Me Under” nunca deixou de ser executada ao vivo), a banda trazia a experimentação em “Metropolis Pt 1: The Miracle and the Sleeper”, perfeita canção que teria seu eixo desenvolvido em um álbum todo em 1999 (falo de “Metropolis: Scenes from a Memory”).

A banda também apresenta músicas mais calmas, mas não menos complexas. Faixas como “Sorrounded” e “Another Day” (esta também acaba recebendo video clip) são a demonstração eprfeita do romantismo dos caras, ajudado especialmnte pela jovial e operística voz de LaBrie.

As composições, na sua quase totalidade de Petrucci e Portnoy, são de tamanha precisão/perfeição, que músicas como “Under a Glass Moon” e “Learning to live” também são marcantes e de arrepiar.

“Wait For sleep” traz Kevin Morre (Teclados) num dueto com LaBrie, que resultou em algo único, e na faixa mais curta do disco.

Desnecessário repetir aqui a qualidade desses jovens que estavam arrecem iniciando sua vida adulta mas que, com este disco que estamos a homenagear, puderam realizar o sonho de se tornarem grandes noems do Metal e não é por pouca coisa que é o nome mais lembrado quando o assunto é música Progressiva contemporânea.

Tive a oportundiade de ver um show dos caras (acompanhe resenha neste blog) e a emoção de assisti-los executar “Pull Me Under” e “Metropolis”, as únicas deste dsico que tocaram naquela noit, foi indescritível e com certeza o ponto alto dos shwos dos caras são qualquer música deste disco.

Stay on the Road

Texto: EddieHead

Ficha Técnica

Banda: Dream theater
Álbum: Images and Words
Ano: 1992
Tipo: Metal progressivo
País: EUA

Formação

John Petrucci (Guitarra)
Mike Portnoy (Bateria)
John Myung (Baixo)
Kevin Moore (Teclados)
James LaBrie (Vocal)

Tracklist

01 – Pull Me Under
02 – Another Day
03 – Take the Time
04 - Surrounded
05 - Metropolis, Pt. 1- The Miracle and the Sleeper
06 – Under a Glass Moon
07 – Wait For Sleep
08 – Learning to Live