sábado, 24 de janeiro de 2009

Steel Dragon, das telas do cinema, para a fama musical

Eu aposto: não existe um ser na face da terra que viu o filme Rock Star (2001) e não pensou, “tenho que baixar as musicas dessa banda”. Pois é, comigo não foi diferente. Logo após ver e rever esse filme várias vezes em minha casa, e até mesmo pagar algumas diárias a mais (risos), eu tomei uma certa vontade de conhecer mais sobre essa banda, foi aí que me pus a pesquisar sobre ela, e descobri que é baseada em fatos reais.

Tudo o que acontece no filme (foi ai que me impressionei mais ainda) foi com uma banda um tanto quanto... Extremamente famosa, os pais do Heavy Metal JUDAS PRIEST, o inusitado filme é baseado num estranho incidente que aconteceu com o vocalista original do Judas, Rob Halford, que foi substituído por um fã, Tim ‘Ripper’ Owens, ex vocalista de uma banda tributo ao Judas British Steel, que acabou ate mesmo influenciando no nome da banda fictícia no filme, Steel Dragon.

A formação da banda inclui quatro grandes músicos e atores que interpretaram vocalistas, mas que foram dublados por Jeff Scott Soto (Talisman, Yangwie J. Malmsteen, Axel Rudi Pell) e Miljenko Matijevic (Steelheart) durante suas performances em palco, mas na composição e gravação das músicas também houve contribuições de grandes outros músicos.

As músicas do Steel são bem “Hard” com guitarras com bastante efeito, vocal rasgado, o que combinou muito com as guitarras na minha opinião, as musicas ficaram excelentes, destaque para “We All Die Young” (da banda SteelHeart) e a “Stand Up And Shout”, o estilo da Steel me lembra bem os rapazes do Skid Row, mas não tão agudo o vocal, mas nem por isso com menos qualidade.

Então Steel Dragon é uma banda fictícia de Hard Rock que utilizou de músicos reais para originar a trilha sonora do filme, e nada mais que o CD logo depois. Gostaria que fatos inusitados assim ocorram mais vezes, mandaremos mais cartas a Holywood (risos). Então amigo não se acanhe, se você não viu o filme Rock Star ai esta um motivo pra ver, se viu e ainda não baixou a trilha sonora, esta esperando pelo que?

Texto: Nico

Músicos - Line Up:

Jeff Scott Soto - Vocal (Bobby Beers)
Miljenko Matijevic - Vocal (Chris "Izzy" Cole)
Zakk Wylde - Guitar (Ghode)
Jeff Pilson - Bass (Jörgen)
Jason Bonham - Drums (A.C.)



Tracklist:

1.Blood Pollution (By Twiggy Ramirez)
2.Crown Of Falsehood (By Zakk Wylde)
3.Livin' The Life (By Peter Beckett & Steve Plunkett)
4.Long Live Rock N' Roll (By Ritchie Blackmore & Ronnie James Dio)
5.Reckless (By Kane Roberts, Mike Slamer & Jimmy Tavis)
6.Stand Up (By Sammy Hagar)
7.Wasted Generation (By Desmond Child, A. Allen & J. Allen)
8.We All Die Young (By Michael Matijevic & Ken Kanowski)

Link: http://rapidshare.com/files/4578008/SteelDragon.zip.html (link e tracklist da comunidade do orkut Metaldown)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Trajetória e Novo Álbum dos Mestres do Épico e Power Metal Alemão



A Alemanha realmente pode ser considerada uma das principais nações Headbangers do mundo, afinal são incontáveis as bandas que de lá surgem para o mundo.

Há mais de 30 anos lá surgia Grave Digger, lançando sua primeira canção em uma compilação em 1983 e seu clássico álbum de estréia “Heavy Metal Breakdown” no ano seguinte. Até hoje a faixa-título fecha os shows da banda e é muito aclamada.
Assim, ao longo dessa década a banda lança clássicos do Heavy Metal tradicional , como o segundo disco “Wicth hunter”, outro petardo.

Mas como toda banda, também passou por problemas, mudando o nome apenas para Digger e mudando sua sonoridade para algo mais leve e com muitos sintetizadores. Era o fim do Grave Digger.

Mas retornam com um álbum simplesmente marcante, “The Reaper”. Com uma formação nova, iniciam a década de 90 que será marcada com mais clássicos do que a anterior, entre eles: “Tunes of War” (1996), “Knight of the Cross” (1998) e “Excalibur” (1999). Essa trilogia marca uma mudança na sonoridade da banda, agora indo mais para o Power Metal, mas ainda cru e pesado, rápido mas agora com mais melodias, inclusive teclados, sem falar nos temas, invadindo a Idade Média e todo aquele mundo fantástico.

Investindo cada vez mais em álbuns conceituais, lançam no novo século “The Grave Digger” (2001) (com temas dos contos de Edgar Alan Poe), para mim um dos melhores da carreira e também o mais sombrio (mostrando que a criatividade da banda estava a mil). Emendam em seguida outro conceitual, agora falando sobre O Anel dos Nibelungos, clássico de Richard Wagner, “Rheingold” (2003), agora abusando demais da melodia e teclados (muitos torcem a cara para este álbum).

Retomam bem com “The Last Supper” (2005), lembrando mais a década de 90, inclusive lançam no mesmo ano seu segundo álbum ao vivo gravado em São Paulo, “25 to Live”, comemorando os 25 anos da banda.

Porém, dois anos depois vem “Liberty or Death”, álbum que passou bem despercebido, não sendo um marco positivo na carreira da banda. Talvez devido a isso recrutam para dupla de Manni Schmidt (Guitarra, ex-Rage) um segundo guitarrista, Thilo Herrman, vindo da extinta e lendária Running Wild. Aliás,durante toda a trajetória da banda, sempre foram recrutados ex membros dessa banda alemã e de outra, Rage.

Assim, completam a formação o vocalista e membro mais antigo da banda Chris Boltendahl, o baixista (ex-Running wild) Jens Becker, o batera Stefan Arnold e o tecladista mais “macabro” do Metal, H.P. Katzenburg. São esses os membros que lançaram no dia 9 passado o seu novo álbum “Ballad of a Hangman” (2009), que vem marcar a participação na Road To Metal dessa lendária banda alemã.

De cara pode-se notar a presença do novo guitarrista, mesmo que os riffs ainda sejam aqueles que caracterizam a banda nessa fase mais atual. Com certeza a dupla esta se acertando muito bem, agora é poder conferir ao vivo os antigos clássicos mais encorpados.

Boltendahl continua com sua voz poderosa, quase não utilizando seu vocal mais limpo, soando sempre pesado e com raiva. Baixo e bateria estão na mesma, sem muita novidade e os teclados quase não aparecem.

Quanto às músicas, vários destaques, como a faixa-título, que após uma introdução interessante chega detonando. Você pode conferir o vídeo clipe dessa faixa e também da interessante “Pray” (primeiro single do álbum) no site oficial da banda www.grave-digger-clan.com.

“Hell of Desilussion” não decepciona, com um refrão muito bom, assim como “Sorrow of the Dead”, com riffs que lembram muito os álbuns do fim da década de 90. Provavelmente a melhor faixa e a mais pesada do disco.

Vale a pena citar também as ótimas “Stormrider” (riffs a lá anos 80), “Into the War” e o cover da famosa banda Thin Lizzy, “Jailbreak”, que também ficou ótima. Aliás, é incrível como os caras conseguem tocar som de outras bandas, deixando com sua cara (vide “Running Free” do Iron Maiden, talvez o melhor cover já gravado desse clássico).

Décimo quarto disco, mais uma pedrada e a banda volta com tudo, afinal, como diz o vocalista Botendahl, o Grave Digger ainda tocará por no máximo 7 anos. Ou seja, vale a pena aproveitar e acompanhar essa lenda que está para se calar e assombrar o mundo metálico.

Stay on the Road

Texto: EddieHead



Tracklist:

01. The Gallows Pole
02. Ballad of a Hangman
03. Hell of Disillusion
04. Sorrow of the Dead
05. Grave of the Addicted
06. Lonely the Innocent Dies
07. Into the War
08. The Shadow of Your Soul
09. Funeral for a Fallen Angel
10. Stormrider
11. Pray
12. Jailbreak (Thin Lizzy)

Link (retirado da comunidade “Grave Digger” do Orkut): http://rapidshare.com/files/175911749/Grave_Digger_-_B_O_A_H_-_metal4ever.net-By-Evill.rar.html

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Clássicos: Carcass, Pais do Death Metal Melódico Com o Heartwork



Talvez muitas pessoas discordem, mas até onde vai meu conhecimento a banda inglesa Carcass é fundamentalmente a banda que melhor ou mais originalmente introduziu melodia ao Death Metal, estilo caracterizado pela rapidez, peso nas guitarras, vocais guturais e letras na maioria das vezes lidando com religião, violência, etc.

Se você olhar na site wikipédia, a banda é definida como Grindcore splatter. Discordo, mesmo podendo estar cometendo um grande equívoco.Defendo que a banda foi pioneira, principalmente no seu álbum que considero clássico, “Heartwork”, de 1993, quarto álbum da banda e um marco na história do Heavy Metal. Antes desse petardo, a banda poderia ser considerada Grindcore Splatter.

Nesse disco a banda contava com Jeffrey Walker (vocais e baixo), Bill Steer (vocais e guitarra), Ken Owen (bateria) e Michel Ammot (guitarra). Aliás, de todos esses membros, inclusive com Bill Steer tendo integrado a lenda Napalm Death, Michel Ammot foi o que mais fez história com o término da banda em 1995 ou 1996, afinal fundou a banda de grande renome atualmente, Arch Enemy, que traz muito do Carcass (principalmente nos primeiros álbuns) que encontramos nesse álbum de 1933.

Aqui a temática deixa de ser tanto a podridão dos corpos e passa a levar em conta a “podridão” da sociedade. Cada faixa desse disco é forte, tanto música quanto literalmente, com peso e melodia, com o vocal de Walker rasgado, não gutural grave como se acostumava ver por aí. A banda até logrou lançar um vídeo clipe para a faixa título (confira no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=B7lP30tSZF0) e outro para a não muito marcante “No Love Lost” (http://www.youtube.com/watch?v=-3Th_-xMnbQ&feature=PlayList&p=74103F6ED770CEB8&playnext=1&index=12) , o que ajudou-os muito na divulgação e sucesso da banda (talvez um dos fatores do término da banda poucos anos após).

De todas as faixas, destaque para já citada faixa-título, “Buried Dreams”, abrindo magicamente o disco. Afora estas, “Embodiment”, “This Mortal Coil”, “Doctrinal Expletives” e “This is Your Life” também são perfeitas, mostrando um som harmonioso entre os instrumentos, agressividade, solos de guitarras não tão cumpridos, riffs matadores, bateria original, rápida e nada repetitiva.

A banda, desde 2006 vêm ensaiando uma volta, que se deu principalmente ano passado, com a banda tocando alguns shows. Porém, fecharam com o Iron Maiden para abrirem seus shows no México neste inicio de ano. Não se sabe ainda se será essa a banda de abertura aqui no Brasil.

Mais um clássico que mudou os rumos do Death Metal e uma banda que aos poucos vai voltando a detonar nos palcos mundo a fora.

Stay on the Road

Texto: EddieHead


Tracklist:

1. Buried Dreams
2. Carnal Forge
3. No Love Lost
4. Heartwork
5. Embodiment
6. This Mortal Coil
7. Arbeit Macht Fleisch
8. Blind Bleeding The Blind
9. Doctrinal Expletives
10. Death Certificate

Download: Link do site Musikfactory (http://rapidshare.com/files/103966622/carcass_-_1993_-_heartwork-gym-rf47.rar)

Resultado e Discussão da Enquete “Melhor Álbum de 2008”


O ano de 2008 foi um ano muito produtivo em termos gerais na cena Heavy Metal e Hard Rock. Aqui, damos maior ênfase no Metal, mas mesmo assim não pudemos deixar de observar e comemorar a volta do AC/DC com seu disco “Black Ice”, após oito anos sem material inédito.

O estrondo foi imenso, e até mesmo a mídia nada especializada, como sites Yahoo e MSN Messenger, teceu ótimos comentários e mostrava os números de venda do álbum, sendo que ele ficou em primeiro lugar nos EUA, feito memorável.

Outro estrondo talvez tão grande quanto ao da banda australiana, foi o Metallica e seu “Death Magnetic”, álbum muito esperado, ainda mais com a banda prometendo que esse seria o Master of Puppets II. Quase chegou lá. Não um clássico, mas um álbum que superou todas as expectativas e os números de venda, sendo que o jornal carioca O Globo o colocou entre os 10 melhores álbuns do ano, em todos os estilos musicais.

Na nossa enquete, ambos ficaram com 45 por cento dos votos (massacre).

Na segunda posição, ficamos com o álbum da lenda viva Venom, “Hell” (36%). Paulada do inicio ao fim, os caras voltaram com grande estilo e embora a mídia pouco tenha dado atenção, não é à toa que é o segundo melhor álbum para os internautas da Road To Metal.

No terceiro lugar (27 %), a multinacional Motorhead detonou com seu álbum “Motorizer”, disco que ainda esta dando o que falar e que com certeza é mais um marco na carreira da banda. Já emplacaram um mega hit com “Rock Out” e tem invadido as melhores colocações de vários países.

Mais empates na quarta colocação (18%), com as bandas Judas Priest (com o pouco elogiado “Nostradamus”), Iced Earth e a segunda parte da trilogia “Something Wicked” (e com a volta de Matthew Barlow, mas que ainda assim agradou parcialmente os fãs), Evergrey com “Torn” (surpreendeu) e o segundo álbum dos brasileiros Almah, “Fragily Equality”, que vem mostrar que a banda tem futuro agora com a parada do Angra.

Outras bandas com seus novos discos não receberam nenhum voto, como os alemães do Rage, Malmsteen e In Flames.

Mais uma enquête onde a galera que curte o blog dá sua opinião. Este ano que passou marcou a história do Heavy Metal. Esperamos que 2009 aconteça o mesmo!

Stay on the Road

Texto: EddieHead

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

HIBRIA: Sul do Brasil Também Tem Heavy Metal de Qualidade



Bom, Hibria, como definir? Guitarras rápidas? Vocal agudo? Bateria insana? Baixo destruidor? Nenhuma das alternativas, ou talvez duas palavras possam defini-lá muito bem... Heavy Metal.
Não é possível engrandecer ou acentuar um integrante de Hibria apenas, pois o Hibria é uma banda que atua como um todo, as qualidades das composições são extraordinárias assim como a habilidade técnica dos músicos na execução de seus instrumentos, também como as apresentações ao vivo que são incríveis.

Hibria é uma banda extraordinária vivendo um momento extraordinário, vem de um grande sucesso que foi seu álbum “Defying The Rules” depois de muitos shows e ótimas vendas (No Japão o álbum DEFYING THE RULES foi o mais vendido de sua categoria durante 6 semanas na cadeia de lojas HMV.) esta lançando seu novo álbum “The Skull Collectors” (confira no site oficial da banda uma amostra http://www.hibria.com/v5/pt/index.php?pg=mp3), mas não vamos nos aprofundar muito nisso agora vamos primeiro a historia de Hibria.

A primeira demo da banda HIBRIA chamava-se “Metal Heart” e foi lançada em 1997, dois meses após o vocalista Iuri juntar-se à banda. A demo foi composta sob a influência de bandas como Iron Maiden, Metallica, Helloween, Judas Priest, Megadeth, Racer-x, Manowar and Dream Theater.

Após a resposta aos shows e à Demo na cidade natal da banda (Porto Alegre, Brasil), o HIBRIA começou a divulgar seu trabalho na Europa. A demo foi tocada em shows de Metal e recebeu boas resenhas em zines e revistas

Em Agosto de 1999 a banda lançou o CD-demo “Against the Faceless” com três novas músicas, Continuando a divulgação mundial de seu trabalho. Na nova demo, o HIBRIA mostrou sua evolução resultada da estabilidade da formação da banda desde 1997 e do desenvolvimento técnico dos membros.

Em Agosto de 1999, o HIBRIA chegou na Bélgica começando a chamada “ Against the Faceless demo Tour”. Os shows aconteceram na Bélgica, Alemanha, Holanda, República Tcheca e Polônia totalizando 29 apresentações, incluindo o templo do Metal “De Biebop” na Bélgica.

O single “Steel Lord on Wheels” foi lançado em 2001 somente na cidade natal da banda, Porto Alegre, e apontava a direção que a banda estaria seguindo nas novas composições.

A resposta na cidade e na Internet confirmava que a banda deveria ir mais longe no seu objetivo de fazer um album pesado e agressivo, mesmo que a tendência da maioria das bandas de Heavy Metal hoje seja fazer albums mais impos e polidos.

E claro como evitar falar do álbum Defying The Rules que foi composto entre 2001 e 2003 e gravado em 2004. Foi mixado e masterizado em Hamburgo na Alemanha, O álbum trouxe Heavy Metal com linhas melódicas dos anos 80, a velocidade dos anos 90 e claro a técnica dos anos 2000. Foi lançado no Brasil, EUA, Canadá, Europa Ocidental, Rússia e Países Bálticos, Japão, Taiwan, Coréia do do Sul, Malásia e Indonésia. No Japão o álbum DEFYING THE RULES foi o mais vendido de sua categoria durante 6 semanas na cadeia de lojas HMV.

Bom não tenho muito o que falar de Hibria, basta você escutar a primeira musica do Defying The Rules, a Steel Lord on Wheels, ali você já vai entender o que é Hibria, uma banda que mostra sua fúria com o mundo através de seu som, uma banda brasileira, (não acreditei que era brasileira quando escutei), e se você acha que Hibria para por ai, é uma banda que vai dar muito o que falar ainda, muito sucesso pra vocês rapazes do Hibria.

Hibria mostrando para os gringos que o Brasil também faz Heavy Metal de qualidade!

Texto: NICO (elaborado a partir do site http://www.hibria.com/)



Trackilit:

1. Intro
2. Steel Lord Of Wheels
3. Change Your Life Line
4. Millenium Quest
5. A Kingdom To Share
6. Living Under Ice
7. Defying The Rules
8. The Faceless In Charge
9. High Speed Breakout
10. Stare At Yourself

Link da comunidade Metaldown no Orkut: http://rapidshare.com/files/14445662/Hibria_2004__Defying_The_Rules_MediaPortal.ru.zip.html

Senha:www.mediaportal.ru

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Finalmente o Primeiro DVD/CD ao Vivo dos Norte-Americanos do Nevermore


Nevermore é uma banda única, em primeiro lugar. Vai ser difícil você encontrar uma banda parecida e com a mesma qualidade que esses norte-americanos de Seatle, Washington. Em segundo lugar, Warrel Dane tem um dos melhores e inconfundíveis vocais do mundo Metal. Em terceiro lugar, eles lançaram um dos melhores e mais empolgantes álbum/DVD ao vivo que já pude ter contato.

Além de Dane nos vocais, a banda conta com os mais que competentes Jeff Loomis nas guitarras, Jim Sheppard no baixo e Van Williams quebrando tudo na bateria.

Deram o nome de “Year Of The Voyager”, primeiro registro oficial ao vivo da carreira da banda desde seu surgimento da banda em 1991 e do seu primeiro disco auto intitulado quatro ano depois.

A banda por ser original acabou por, ao longo dos seus 13 anos (desde o primeiro álbum), alcançar uma posição interessante no Metal, tendo um som que ora pode ser classificado de Trash metal, ora de Progressive-Death Metal.

Mas fora os rótulos, a banda emplacou grandes álbuns e é uma das bandas principais da Century Media, principal distribuidora do estilo no mundo. Já estava na hora da banda presentear-se e aos fãs com esse ao vivo lançado ano passado.

E não é para menos, pois o último disco da banda, “This Godless Endeavor” (2005) detona e é considerado por muitos como o álbum mais maduro e massacrante da banda. Assim, enquanto a banda não lança material inédito (que deve sair este ano ainda), vale curtir o ao vivo em CD duplo e versão em DVD.

A banda abre com a faixa principal de seu último disco, “The Final Product”, que ganhou um vídeo clip e é perfeita para abrir o show. Logo emendam com a do mesmo disco “My Acid Words”, que não decepciona. Tanto no cd quanto no DVD dá para perceber a banda bem integrada e detonando, assim como o público.

Ainda no primeiro cd, clássicos como “Enemies of Reality” (do álbum homônimo de 2003), “Next in Line” (do álbum de 1996 “Politics of Ecstasy”), “Dead Heart in a Dead World” (do disco com mesmo nome de 2000) e “I, Voyager” (do álbum de 2003, cujo clip é um dos melhores da banda).

No segundo disco, destaques para os clássicos “Inside Four Walls”, com um dos melhores riffs da banda, um refrão grudento, onde a voz de Warrel Dane marca. Além dessa, seguem tocando as imperdíveis “Narcosynthesis” (que inclusive abre o DVD, na parte dos bastidores), “Born” (detonam) e fecham com a faixa título do álbum de 2005.

Embora possam ter ficado alguns sons de fora, como a balada “Believe in Nothing” (que talvez ao vivo não agrade tanto), o álbum/DVD abarca a carreira da banda, dando grande ênfase ao último disco e à Dead Heart in a Dead World.

Paulada do inicio ao fim, som perfeito e, no caso do DVD, uma filmagem empolgante e de tirar o fôlego, realmente nos fazendo querer acompanhar o pesado som da banda batendo cabeça até estourar.

Stay on the Road

Texto: EddieHead



Tracklist:

CD 1 download: http://www.mediafire.com/?ln5muojzzj3
1. Final Product - 05:09
2. My Acid Words - 06:04
3. What Tomorrow Knows/Garden Of Grey - 07:23
4. Next In Line - 05:21
5. Enemies Of Reality - 04:52
6. I, Voyager - 06:14
7. The Politics Of Ecstasy - 07:36
8. The River Dragon Has Come - 05:16
9. I Am The Dog - 04:46
10. Dreaming Neon Black - 06:32


CD 2 download: http://www.mediafire.com/?ommgqnzylzn
1. Matricide - 05:44
2. Dead Heart In A Dead World - 04:41
3. Inside Four Walls - 05:20
4. The Learning - 09:50
5. Sentient 6 - 07:01
6. Narcosynthesis - 06:02
7. The Heart Collector - 06:53
8. Born - 05:58
9. This Godless Endeavour - 09:25

Links retirados do seguinte endereço (do site de relacionamentos Orkut, comunidade Metaldown): http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=25289731&tid=2509468085194858157&kw=Nevermore